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Crescimento da Produção de Soja em Santa Catarina Ultrapassa 270% em 12 Anos

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A produção de soja tem se consolidado como uma das principais atividades do agronegócio em Santa Catarina, especialmente em áreas que, no passado, eram destinadas ao cultivo de milho. De acordo com dados do Observatório Agro Catarinense, nos últimos 12 anos, a produção de soja no estado aumentou impressionantes 275,8%, enquanto a área plantada cresceu 60,5%. Para a safra 2024/2025, o Centro de Socioeconomia e Planejamento Agrícola (Epagri/Cepa) estima um aumento de 2,62% na área plantada, com um incremento de 9,79% na produtividade média e 12,67% no volume total produzido.

Segundo João Alves, engenheiro-agrônomo e analista de Socioeconomia e Desenvolvimento Rural da Epagri/Cepa, esse crescimento é um reflexo da valorização do grão no mercado internacional. “A maior estabilidade de preços em relação a outras commodities tem incentivado os produtores a expandirem suas áreas de cultivo”, destaca Alves.

A evolução da soja no estado desde 2012 pode ser acompanhada por meio de gráficos do Observatório Agro Catarinense, que ilustram o crescimento da cultura ao longo do tempo.

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Nesta semana, entre os dias 17 e 20 de março, a Epagri/Cepa, em parceria com o Sicoob Central SC/RS, promove o Giro da Safra 2024/2025, com o objetivo de avaliar a produtividade da soja no Planalto Norte catarinense. O evento contribui para o aprimoramento do sistema de monitoramento da Epagri/Cepa, que coleta dados a partir de uma amostra probabilística de 50 lavouras, distribuídas pelos municípios de Mafra, Canoinhas, Itaiópolis, Irienópolis, Papanduva, Major Vieira, Rio Negrinho e Porto União. O encerramento do Giro ocorrerá no dia 20 de março, em Mafra, com a apresentação dos resultados parciais das análises realizadas.

No Planalto Norte, a maior região produtora de soja do estado, a safra de 2023 colheu cerca de 586 mil toneladas, cultivadas em 171 mil hectares, conforme o Observatório Agro Catarinense. Para a safra 2024/2025, a Epagri/Cepa estima que a área plantada em Mafra será superior a 34 mil hectares, com uma produção de 122.717 toneladas. Canoinhas, com 28.500 hectares, deve produzir quase 107 mil toneladas de soja. Informações detalhadas sobre outras cidades e regiões de Santa Catarina estão disponíveis no portal InfoAgro.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Workshop discute adequação do Brasil ao Acordo sobre Subsídios à Pesca da OMC

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Com foco na análise de políticas pesqueiras conforme as regras internacionais, foi realizado nesta quinta-feira (17) o primeiro dia de Workshop sobre o Projeto de Diagnóstico de Conformidade do Brasil com o Acordo sobre Subsídios à Pesca da Organização Mundial do Comércio (OMC), na sede do Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA), em Brasília. O evento é promovido em parceria com o Instituto Nacional de Pesquisas Oceânicas (INPO). O encontro reúne pesquisadores e especialistas das instituições envolvidas.

Durante a programação, a primeira apresentação aborda o Acordo de Subsídios da OMC e o Projeto Fish Fund, com informações sobre regras internacionais relacionadas a subsídios pesqueiros, pesca INDR, estoque sobre pescados e outros subsídios. Assim como o projeto utilizado como referência para o desenvolvimento dos trabalhos no Brasil. Na sequência, são apresentados os resultados preliminares da matriz de subsídios, etapa que busca organizar os diferentes tipos de apoio público relacionados ao setor, permitindo uma visão ampla das políticas existentes. A análise também contempla o Plano Safra, considerando as linhas de crédito, financiamento e demais instrumentos de apoio que abrangem as atividades de pesca e aquicultura.

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O workshop também realiza uma apresentação de resultados preliminares com avaliações de estoques, tema que envolve a análise das informações disponíveis sobre as populações de espécies exploradas pela pesca e constitui um elemento importante para compreender a situação dos recursos pesqueiros e subsidiar sua gestão. Os resultados apresentados evidenciam a necessidade de aumentar o esforço nacional destinado à atualização dos estoques avaliados. A programação inclui ainda uma apresentação sobre a proposta de criação do Programa Permanente de Avaliação de Estoques Pesqueiros (PROESTOQUES), iniciativa apresentada como uma proposta de estrutura permanente para organizar e fortalecer a produção e a sistematização de informações científicas utilizadas na avaliação dos estoques. Nesse contexto, destaca-se que conhecer o estado dos estoques é condição para qualificar a gestão pesqueira e orientar o uso sustentável dos recursos, reforçando a relevância de mecanismos permanentes de produção para subsidiar a tomada de decisões e o ordenamento da atividade pesqueira.

Matheus Silveira
Ministério da Pesca e Aquicultura
[email protected]

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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