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Criatividade e Inovação: Chaves para Superar a Crise do Cacau e Garantir uma Páscoa Rentável

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A Páscoa de 2025 chega carregada de desafios inéditos para consumidores e empreendedores do setor de chocolate. Nos últimos 12 meses, o preço do cacau aumentou 189%, um reflexo das mudanças climáticas e de um surto de vírus que afetou as lavouras no Brasil e nas principais regiões produtoras da África Ocidental. Como resultado, os preços dos chocolates nas prateleiras subiram mais de 16%, e a produção de ovos de Páscoa sofreu uma queda de 22% em relação ao ano anterior.

Embora a crise tenha impactado significativamente o mercado, a Páscoa, uma data profundamente marcada pela memória afetiva dos brasileiros, não pode passar em branco. Para os pequenos empreendedores, a adaptação e a inovação são fundamentais para manter a data como uma oportunidade de lucro. Além de ajustarem suas formas de produção, os empresários precisam também olhar para novas parcerias e fortalecer as chocolaterias artesanais, que oferecem alternativas mais acessíveis e personalizadas, ao contrário das grandes marcas.

De acordo com Gabriela Muniz, gerente de marketing da rede Estrela do Lar, “alternativas criativas podem ajudar a driblar os altos custos do cacau e manter as vendas aquecidas. Uma tendência é que as cascas dos ovos sejam mais finas e os recheios incluam sobremesas como mousses, bolos e pudins, por exemplo.” Ela destaca que a criatividade é essencial para manter os tradicionais ovos de Páscoa sem comprometer a qualidade, oferecendo, ao mesmo tempo, uma experiência gastronômica diferenciada.

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Uma outra estratégia vantajosa é a busca por chocolates de produtores menores, que frequentemente conseguem preços mais competitivos do que as grandes indústrias. O crescimento das chocolaterias artesanais no Brasil tem sido notável, oferecendo qualidade sem impactar tanto a margem de lucro. Além disso, o mercado está se adaptando ao uso de ingredientes alternativos, como cacau 100% nacional, que permanece competitivo, além de opções sem chocolate, como ovos de colher recheados com brigadeiro de frutas, ovos de gelatina coloridos e caixas personalizadas com biscoitos artesanais decorados.

Muniz ressalta que “a forma como os produtos são apresentados pode fazer toda a diferença no poder de venda. O conceito de exclusividade e sofisticação tornou-se decisivo para as compras, e empreendedores que souberem apostar em uma apresentação diferenciada podem garantir uma margem de lucro maior, mesmo com a alta dos preços.”

Neste contexto, a Estrela do Lar se destaca como um parceiro importante para quem deseja transformar a criatividade em oportunidade. A empresa oferece uma linha completa de embalagens sofisticadas, formas para ovos e acessórios que permitem a criação de doces únicos com um acabamento profissional. Modelos em acetato com detalhes requintados, laços de cetim, caixinhas personalizadas e suportes especiais conferem aos produtos um toque memorável, ajudando os confeiteiros a se destacarem no mercado.

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A gerente de marketing da rede, Gabriela Muniz, antecipa que “a expectativa para este período é um crescimento de 27% nas vendas em relação ao ano passado. A demanda tem se mostrado positiva, e esperamos que nossos produtos especializados atendam cada vez mais empreendedores que buscam se destacar neste mercado.”

Por fim, Muniz destaca que “investir em personalização e estratégias de valor agregado pode ser a chave para o sucesso nesta Páscoa. Cestas personalizadas, kits temáticos e até workshops de confeitaria são opções para conquistar clientes e aumentar a percepção de exclusividade. Parcerias com outros pequenos negócios também podem fortalecer as vendas, reunindo diferentes produtos em combos que ofereçam uma experiência completa de Páscoa. Adaptar-se ao novo momento pode ser a grande oportunidade para consolidar um negócio e fidelizar clientes em busca de algo especial para celebrar a data.”

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações brasileiras de grãos ganham ritmo em 2026, com recorde na soja e avanço logístico global

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O comércio exterior brasileiro de grãos iniciou 2026 com forte desempenho nas exportações de soja e sinais mistos para o milho, segundo o Informativo Mensal da Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (ANEC). O relatório também destaca recordes de embarques, desafios logísticos globais e avanços na agenda de descarbonização do transporte marítimo.

Soja lidera exportações com recorde mensal em 2026

A soja manteve protagonismo no agronegócio brasileiro. Em abril de 2026, o país registrou embarque recorde de 16,1 milhões de toneladas, reforçando a posição do Brasil como principal exportador global da oleaginosa.

No acumulado do primeiro quadrimestre, as exportações somaram 43,2 milhões de toneladas, acima das 40,1 milhões de toneladas registradas no mesmo período de 2025. Para maio, o line-up aponta embarques de aproximadamente 14,1 milhões de toneladas.

A colheita da safra 2025/26 avançou até 94,7% da área, levemente abaixo do ritmo do ano anterior (97,7%), com conclusão já registrada em estados como Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e São Paulo.

Segundo a ANEC, o desempenho reforça a projeção de exportações totais próximas de 110 milhões de toneladas em 2026, consolidando o Brasil como referência global no fornecimento da oleaginosa.

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Milho tem ritmo sazonal mais lento, mas mantém projeção elevada de produção

No mercado de milho, o escoamento seguiu o padrão sazonal mais lento em abril, com embarques de 268 mil toneladas, enquanto o line-up de maio indica cerca de 188 mil toneladas.

Apesar do ritmo moderado nas exportações recentes, a produção da segunda safra segue robusta. A CONAB estima produção total de 139,6 milhões de toneladas, em área de 22,5 milhões de hectares, ligeiramente abaixo do ciclo anterior (141,2 milhões de toneladas), refletindo expectativa de produtividade menor após uma safra anterior excepcional.

Geopolítica no Oriente Médio pressiona custos logísticos globais

O relatório da ANEC também chama atenção para o impacto das tensões no Estreito de Ormuz sobre o comércio internacional. As restrições operacionais na região aumentam a incerteza no transporte marítimo global.

Entre os principais efeitos estão:

  • Alta expressiva nos fretes marítimos
  • Aumento dos prêmios de seguro
  • Elevação do custo da tonelada exportada
  • Impactos indiretos em rotas fora da região do estreito

O cenário reforça a volatilidade do comércio global e pressiona margens do setor exportador brasileiro.

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Etanol de milho ganha espaço no transporte marítimo e avança na agenda verde

Um dos destaques do relatório é o reconhecimento do etanol de milho como biocombustível compatível com o transporte marítimo, com metodologia de intensidade de carbono aprovada pela Organização Marítima Internacional (IMO).

A medida integra esforços globais de descarbonização de um setor responsável por cerca de 2% a 3% das emissões globais de gases de efeito estufa.

Segundo a ANEC, o avanço abre novas oportunidades para o Brasil no mercado internacional de energia, ampliando o papel do milho não apenas como commodity alimentar, mas também como vetor estratégico da transição energética global.

Exportações seguem fortes e consolidam papel do Brasil no agronegócio global

O balanço da ANEC reforça o desempenho consistente do Brasil no comércio internacional de grãos, especialmente da soja, e evidencia a crescente importância da logística e da geopolítica no desempenho do setor.

Ao mesmo tempo, o avanço de biocombustíveis e a ampliação da demanda global mantêm o país em posição estratégica na segurança alimentar e energética mundial.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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