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Crioulaço Agrária Nutrição Animal oferece recorde de prêmios e inaugura circuito em Guaíba (RS)

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Com mais de R$ 10 mil em prêmios, o Crioulaço Agrária Nutrição Animal promete agitar a região da Costa Doce com a maior premiação já registrada em uma competição de laço Crioulo. O evento será realizado na quinta-feira, 22 de janeiro, e integra a programação da 10ª edição do rodeio “Vem Pra Guaíba Tchê”, em Guaíba (RS).

A disputa marca também a abertura oficial do Circuito Agrária Nutrição Animal e será sediada no Piquete de Laçadores Vem Pra Guaíba Tchê, localizado na Estrada do Petim, nº 1687.

Premiação recorde valoriza a tradição campeira

O torneio será dividido em três categorias principais — Força A, Força B e Força C — com prêmios que somam valores em dinheiro, produtos e brindes oferecidos por patrocinadores.

  • Força A: R$ 2 mil em dinheiro, 30 caixas de cerveja (12 unidades cada) da Cervejaria Alcapone e 30 sacos de ração Passeio Floc fornecidos pela Agrária Nutrição Animal.
  • Força B: R$ 2 mil em dinheiro, 20 caixas de cerveja e 20 sacos de ração.
  • Força C: R$ 2 mil em dinheiro, 10 caixas de cerveja e 10 sacos de ração.
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O montante reforça o compromisso do Núcleo de Criadores de Cavalos Crioulos da Costa Doce (NCCC) com o fortalecimento das modalidades campeiras e a valorização da cultura tradicionalista gaúcha.

Núcleo busca fortalecer a raça Crioula e atrair novo público

Segundo o presidente do NCCC, Tiago Sangiogo, o evento é mais do que uma competição — é uma celebração da cultura do cavalo Crioulo e um esforço contínuo para aproximar criadores, competidores e o público.

“O Núcleo vem se desafiando constantemente a promover eventos que ampliem a visibilidade da raça Crioula e de todos aqueles que fazem desse esporte uma tradição cultural. Esperamos receber e encantar um grande público”, destaca Sangiogo.

Ele reforça ainda que o Crioulaço Agrária Nutrição Animal faz parte de uma agenda anual de iniciativas que buscam estimular o esporte campeiro, valorizar os criadores locais e fortalecer as tradições do Rio Grande do Sul.

Inscrições abertas para competidores

As inscrições para o Crioulaço estão abertas e custam R$ 250 por conjunto. Os interessados podem se inscrever diretamente com Jairo Lima, pelo telefone (51) 99614-9335.

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O evento é uma oportunidade para laçadores de diferentes regiões demonstrarem habilidade,

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Corrida global por terras raras leva Senado a discutir estratégia para minerais críticos

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O avanço da disputa internacional por minerais críticos e terras raras mobilizou a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), que participou nesta semana de um debate no Senado sobre os caminhos para ampliar a presença do Brasil nas etapas de maior valor agregado da cadeia mineral.

A discussão ocorre em um cenário de crescente competição global por recursos considerados estratégicos para a produção de baterias, veículos elétricos, equipamentos eletrônicos, inteligência artificial, sistemas de defesa e geração de energia renovável. Nos últimos anos, Estados Unidos, China e União Europeia intensificaram políticas voltadas à segurança das cadeias de suprimentos e à redução da dependência externa desses insumos.

O Brasil aparece nesse cenário como um dos países com maior potencial geológico do mundo. Além de reservas de nióbio, grafita e lítio, o país possui importantes ocorrências de terras raras, grupo de minerais utilizados em equipamentos de alta tecnologia e considerados estratégicos pelas principais economias globais.

Durante audiência pública realizada pela Comissão de Relações Exteriores do Senado, integrantes da FPA defenderam a construção de uma política nacional voltada não apenas à extração mineral, mas também ao processamento industrial e à agregação de valor dentro do país. A avaliação apresentada durante o debate é que o Brasil corre o risco de repetir o modelo histórico de exportação de matéria-prima caso não avance em tecnologia, industrialização e segurança jurídica.

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INTERESSE MUNDIAL – Para o presidente do Instituto do Agronegócio, engenheiro agrônomo Isan Rezende, os minerais críticos e as terras raras deixaram de ser apenas uma questão mineral para se tornarem um tema de soberania econômica.

“O mundo vive uma corrida por recursos essenciais para a produção de baterias, semicondutores, inteligência artificial, sistemas de defesa e transição energética. O Brasil possui algumas das maiores reservas do planeta e precisa decidir se continuará exportando matéria-prima ou se avançará para ocupar posições mais estratégicas nessa cadeia.”

“O que preocupa é que as principais economias do mundo estão adotando políticas cada vez mais agressivas para garantir acesso a esses minerais. Os Estados Unidos ampliam sua pressão por acordos de fornecimento, a China mantém forte controle sobre etapas de processamento e diversos países passaram a restringir exportações para proteger suas próprias indústrias. O Brasil não pode assistir a esse movimento apenas como fornecedor de recursos naturais. É necessário construir uma política nacional que estimule pesquisa, industrialização, inovação e geração de valor dentro do país.”

“A discussão conduzida pela Frente Parlamentar da Agropecuária vai além da mineração. Estamos falando de desenvolvimento regional, atração de investimentos, geração de empregos qualificados e fortalecimento da competitividade brasileira. O país reúne reservas minerais, conhecimento técnico e capacidade produtiva para se tornar um protagonista global nesse mercado. Mas isso exige segurança jurídica, previsibilidade regulatória e uma estratégia de longo prazo que transforme riqueza geológica em riqueza econômica para os brasileiros.”

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Os Estados Unidos ampliaram programas de incentivo à produção doméstica e à diversificação de fornecedores, enquanto a China mantém posição dominante em etapas estratégicas do processamento de terras raras. Outros países produtores também passaram a restringir exportações de matérias-primas para estimular investimentos industriais locais.

No Senado, a discussão abordou ainda o Projeto de Lei 4.443/2025, que cria a Política Nacional de Minerais Críticos e Estratégicos. A proposta busca estabelecer diretrizes para pesquisa, exploração, industrialização e atração de investimentos para o setor.

Entre os pontos destacados pelos participantes estão a necessidade de ampliar o conhecimento geológico do território brasileiro, fortalecer a pesquisa científica, estimular o desenvolvimento tecnológico e criar um ambiente regulatório capaz de atrair investimentos de longo prazo.

Para a FPA, o debate ultrapassa a questão mineral e passa a integrar uma agenda estratégica relacionada à competitividade da economia brasileira, à segurança das cadeias produtivas e ao posicionamento do país em um mercado que deve ganhar relevância crescente nas próximas décadas.

Fonte: Pensar Agro

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