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Custo de produção do leite cai, mas preço ao produtor continua em queda no RS

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O custo de produção do leite apresentou redução em setembro, segundo o relatório dos Índices de Inflação do Agronegócio do Rio Grande do Sul, divulgado pela Federação da Agricultura do Estado do Rio Grande do Sul (Farsul) nesta quarta-feira (22). O Índice de Inflação dos Custos de Produção (IICP) registrou queda de 0,28% em relação a agosto.

A entidade explicou que a retração foi favorecida pela queda de 1,4% na taxa de câmbio, que contribuiu para reduzir os preços dos insumos importados, representando uma parcela significativa dos custos operacionais das lavouras.

No acumulado de 12 meses, o IICP apresenta inflação de 0,87%. Apesar da redução em setembro, os fertilizantes mantêm alta média de 12% no período. Já os custos com tributos de comercialização recuaram devido ao menor volume de negociações sazonais.

Preço do leite ao produtor recua

Embora os custos tenham diminuído, o preço recebido pelo produtor também caiu. O Índice de Inflação dos Preços Recebidos pelos Produtores Rurais (IIPR) registrou deflação de 1,60% em setembro, puxada pela redução no preço do litro do leite e da saca de arroz, ambos impactados pelo aumento da oferta no ciclo atual.

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No acumulado de 12 meses, o IIPR apresenta deflação de 11,44%, contrastando com a alta de 6,61% do IPCA Alimentos no mesmo período. O relatório da Farsul destaca que “o descompasso evidencia que as recentes pressões inflacionárias do IPCA decorrem de outros fatores ao longo da cadeia de produção e comercialização, e não do preço recebido pelo produtor”.

Perspectiva para o setor leiteiro

A combinação de custos menores com preços ao produtor em queda mantém desafios para a rentabilidade da atividade leiteira. Especialistas apontam que a redução nos custos de insumos importados ajuda a aliviar parte da pressão, mas o mercado ainda depende do equilíbrio entre oferta, demanda e condições climáticas para que os preços do leite possam se recuperar.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Modalidade de arrasto de praia supera 80% da cota de captura da tainha

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O Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) informa que, neste sábado (6/06), a modalidade de arrasto de praia superou 80% da cota de captura da tainha (Mugil liza) estabelecida para a temporada de pesca de 2026.

Para essa modalidade, o limite total de captura foi fixado em 1.332 toneladas, conforme previsto no art. 4º, inciso IV, da Portaria Interministerial MPA/MMA nº 51, de 27 de fevereiro de 2026.

De acordo com a regulamentação vigente, a atividade será encerrada quando a captura alcançar 90% da cota estabelecida.

A medida faz parte das ações de ordenamento e gestão sustentável da pesca da tainha, com o objetivo de garantir a conservação do estoque pesqueiro e a manutenção da atividade econômica para as comunidades que dependem da espécie.

As informações são atualizadas diariamente por meio do Painel de Monitoramento da Temporada, plataforma oficial do Governo Federal destinada ao acompanhamento das capturas. Novos comunicados serão divulgados conforme a evolução dos dados de monitoramento.

ASCOM
Ministério da Pesca e Aquicultura

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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