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Em busca de oportunidades no mercado do sudeste asiático, Brasil marca presença na WOFEX Drinks & Bakes

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Representantes do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) estreitaram relações com as Filipinas e países do sudeste asiático durante participação na feira WOFEX Drinks & Bakes, realizada em Manila entre os dias 27 e 29 de março. A ação foi promovida pelo Mapa em parceria com a embaixada do Brasil nas Filipinas, reforçando o papel estratégico do agronegócio brasileiro no cenário internacional.

Destinada a profissionais dos setores de bebidas, panificação e confeitaria, a feira ofereceu uma ampla programação com seminários técnicos, competições especializadas e espaços de networking, conectando produtores, compradores e representantes comerciais de diversos países.

O Estande Brasil foi inaugurado pelo secretário de Comércio e Relações Internacionais do Mapa, Luís Rua, o embaixador do Brasil nas Filipinas, Gilberto de Moura e a adida agrícola Virginia Carpi, e trouxe destaque para a diversidade e qualidade dos produtos nacionais. Empresas brasileiras apresentaram um portfólio variado que incluiu açaí, café, erva-mate, chás, aguardente de cacau, além de ovos líquidos pasteurizados e ovos em pó, voltados especialmente para a indústria de confeitaria.

Durante os dias do evento, o espaço brasileiro registrou alto fluxo de visitantes, sinalizando o crescente interesse internacional pelos produtos do agro brasileiro e abrindo novas perspectivas de negócios e expansão comercial na região.

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A participação do Brasil na WOFEX Drinks & Bakes integra a estratégia do governo federal de diversificar mercados e fortalecer a presença nacional em feiras internacionais.

Informações à imprensa
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Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária

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Crédito rural e renegociação de dívidas ganham destaque com juros elevados e linhas a partir de 2% ao ano

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A elevação da taxa Selic para 15% pelo Comitê de Política Monetária (Copom) reforça o cenário de juros elevados no Brasil e amplia o impacto sobre o crédito rural e o endividamento no agronegócio. Com isso, o país passa a ocupar a vice-liderança global em juros reais, atrás apenas da Argentina, segundo levantamento do Portal MoneYou.

A decisão do Banco Central tem como objetivo conter a inflação por meio do encarecimento do crédito e da redução da demanda na economia. No entanto, o movimento também afeta diretamente produtores rurais que contrataram financiamentos nos últimos anos para custeio de safra, aquisição de máquinas, implementos e expansão de áreas produtivas.

Selic elevada encarece crédito e pressiona produtores rurais

Com a taxa básica de juros em patamar elevado, empréstimos e financiamentos tendem a ficar mais caros. Em alguns casos, operações de crédito rural já contratadas podem sofrer reajustes, especialmente aquelas indexadas a taxas variáveis.

O aumento dos juros, apesar de contribuir para o controle inflacionário, também reduz o ritmo de investimentos no setor produtivo, já que encarece o capital e impacta diretamente a capacidade de expansão dos negócios no campo.

Nesse cenário, produtores rurais passam a avaliar alternativas como renegociação, alongamento de prazos e quitação antecipada de dívidas, dependendo das condições financeiras e da estrutura de cada operação.

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Mercado privado amplia opções de crédito rural

Além das linhas oficiais, o produtor rural conta com soluções do mercado financeiro privado, que vêm ganhando espaço como alternativa ao crédito tradicional.

A ConsulttAgro, empresa especializada em captação de recursos para o agronegócio, atua com taxas a partir de 2% ao ano e prazos de até 20 anos para pagamento, voltados à aquisição de terras, maquinários e expansão produtiva.

A empresa mantém parceria com mais de 20 instituições financeiras, incluindo bancos, administradoras de crédito e fundos de investimento, com foco na estruturação de operações personalizadas para diferentes perfis de produtores.

Segundo representantes da consultoria, o processo de análise considera fatores como garantias, faturamento e necessidade do cliente, buscando adequar taxa, prazo e custo total da operação ao perfil de cada produtor rural.

Garantias e perfil do produtor definem condições de crédito

Especialistas do setor destacam que a estrutura de garantias é um dos principais fatores para a obtenção de melhores condições de financiamento. Dependendo da linha de crédito, podem ser exigidas garantias proporcionais ao valor financiado, variando conforme o risco da operação.

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A recomendação é que o produtor apresente informações claras e organizadas desde o início da negociação, o que contribui para maior agilidade na análise e melhores condições de contratação.

Crédito rural privado cresce com demanda por alternativas

O aumento da demanda por crédito estruturado tem impulsionado empresas especializadas no setor. Em 2024, operações privadas voltadas ao agronegócio movimentaram R$ 1,6 bilhão, com valores que variam de R$ 150 mil a R$ 150 milhões por operação.

Além de aquisição de áreas rurais, essas linhas também atendem investimentos em infraestrutura, máquinas e expansão produtiva, ampliando o acesso a capital fora do sistema bancário tradicional.

Gestão financeira se torna estratégica no agronegócio

Com juros elevados e maior pressão sobre o custo do crédito, a gestão financeira ganha papel central na sustentabilidade das propriedades rurais. A escolha entre renegociar dívidas, alongar prazos ou buscar novas linhas de financiamento depende diretamente do planejamento de cada produtor.

Em um cenário de Selic elevada e crédito mais restrito, a busca por alternativas mais competitivas se torna uma estratégia essencial para manter a competitividade e garantir a continuidade dos investimentos no campo.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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