AGRONEGOCIOS
Emater-MG entrega notebooks a jovens rurais para fortalecer gestão em propriedades de café e leite
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Entrega de notebooks para jovens do campo em Minas Gerais
A Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural de Minas Gerais (Emater-MG) iniciou a entrega de notebooks a 121 jovens participantes do programa Futuro no Campo, em diversas regiões do estado. A iniciativa faz parte dos projetos Jovens do Café e Jovens do Leite, que integram o programa voltado para incentivar a sucessão familiar no meio rural, oferecendo capacitação, assistência técnica e ferramentas de gestão.
Tecnologia a serviço da gestão agrícola
Os notebooks serão utilizados pelos jovens para organizar e controlar as atividades das propriedades, por meio de planilhas e sistemas específicos para as cadeias produtivas do café e do leite. Além disso, os equipamentos facilitam o acesso a plataformas de ensino e conteúdos técnicos, fundamentais para a aplicação dos conhecimentos adquiridos durante o programa.
Capacitação antes da entrega dos equipamentos
Antes de receberem os notebooks, os jovens passam por uma capacitação on-line de quatro horas e treinamentos presenciais com carga horária de 16 horas. Os cursos abordam temas relacionados à cafeicultura e bovinocultura de leite, foram elaborados por especialistas da Emater-MG e aplicados com o apoio dos técnicos locais.
Impacto na sucessão familiar e empreendedorismo
Luziane Dias de Oliveira, coordenadora estadual do programa, destaca que a entrega dos notebooks cria condições para que os jovens possam empreender, aumentar a renda familiar e permanecer no meio rural com perspectivas de futuro. “Eles poderão fazer toda a gestão com as ferramentas e planilhas oferecidas pela Emater-MG, além de contar com acompanhamento técnico”, explica.
Exemplo prático: sucessão na queijaria familiar
Mateus Correia Queiroz, de 17 anos, jovem selecionado para o projeto na área de pecuária leiteira, reside em Materlândia, no Vale do Rio Doce. Ele ajuda a família no trabalho diário da Queijaria Queiroz e Filhos e afirma que o notebook facilitará seus estudos e o apoio à gestão dos negócios familiares. “Antes, eu só tinha o celular para assistir às aulas, o que dificultava. Agora, com o computador, tenho mais flexibilidade para estudar, pesquisar e ajudar na gestão da propriedade”, conta.
Ampliação do programa e outras ações
A chamada pública do Futuro no Campo recebeu mais de 1,4 mil inscrições, com 506 jovens selecionados entre 16 e 29 anos em todas as regiões de Minas Gerais. Além dos projetos Jovens do Café e Jovens do Leite, o programa inclui o Jovem Empreendedor Rural, que atua em áreas como avicultura de postura, apicultura, fruticultura e olericultura.
Para os participantes do Jovem Empreendedor Rural, a entrega dos kits de fomento — que incluem ração, ferramentas, sementes, mudas, colmeias e sistemas de irrigação — está prevista para breve.
Investimento e perspectivas futuras
O programa Futuro no Campo conta com investimento inicial de R$ 1,9 milhão, recursos próprios da Emater-MG, e a expectativa é ampliar as ações com parcerias públicas e privadas, fortalecendo o desenvolvimento sustentável e a permanência dos jovens no meio rural.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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Mercado de algodão opera com cautela no Brasil diante de incertezas externas e custos em alta
O mercado brasileiro de algodão apresentou um ritmo mais moderado na última semana, refletindo a cautela de compradores e vendedores diante das incertezas no cenário externo. Apesar do ambiente mais conservador, houve registro de negócios no mercado disponível e também interesse antecipado para a safra 2025/26, conforme levantamento da Safras & Mercado.
Preço do algodão registra leve alta no mercado interno
Na quinta-feira (16), a cotação do algodão no CIF São Paulo girava em torno de R$ 3,95 por libra-peso, representando uma alta semanal de 0,51% em relação aos R$ 3,93 por libra-peso registrados na semana anterior.
No interior, em Rondonópolis (MT), o preço da pluma foi cotado a R$ 122,93 por arroba, equivalente a R$ 3,72 por libra-peso. O valor representa um avanço de R$ 0,56 por arroba na comparação com a semana anterior.
Comercialização avança no Mato Grosso, principal produtor nacional
De acordo com dados do Imea, a comercialização da safra 2024/25 em Mato Grosso atingiu 92,10% até o dia 13 de abril.
O resultado representa avanço em relação ao mês anterior, quando o índice estava em 87,06%, e se aproxima do desempenho registrado no mesmo período do ano passado, que foi de 92,65%.
Para a safra 2025/26, a comercialização já alcança 65,60%, acima dos 58,57% registrados em março e também superior ao índice de 56,83% observado no mesmo período do ano anterior.
Já para a temporada 2026/27, os negócios atingem 13,93%, mostrando evolução frente aos 7,43% registrados no mês anterior, embora ainda próximos do patamar de 14,67% observado no mesmo período do ano passado.
Custos de produção do algodão seguem em alta no estado
Além da dinâmica de mercado, os produtores também enfrentam pressão nos custos de produção. Segundo relatório mensal do Imea, referente a março, o custo para a safra 2026/27 em Mato Grosso foi estimado em R$ 19.027,27 por hectare.
O valor representa aumento em relação a fevereiro, quando os custos estavam em R$ 18.276,36 por hectare, reforçando a necessidade de planejamento financeiro e gestão eficiente nas propriedades.
Incertezas externas mantêm agentes do mercado cautelosos
O cenário internacional ainda é um fator determinante para o comportamento do mercado de algodão. As incertezas externas têm levado compradores e vendedores a adotarem uma postura mais prudente, reduzindo o ritmo das negociações.
Mesmo assim, o mercado segue ativo, com negócios pontuais no curto prazo e interesse antecipado nas próximas safras, indicando continuidade da demanda, ainda que com maior seletividade.
Produtor acompanha mercado com foco em estratégia
Diante desse cenário, o produtor brasileiro mantém atenção redobrada sobre o mercado, equilibrando oportunidades de comercialização com os custos crescentes e a volatilidade externa.
A tendência é de um mercado sustentado, porém com negociações cautelosas, exigindo decisões estratégicas para garantir rentabilidade ao longo das próximas safras.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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