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Mapa realiza missão em Angola para reforço da cooperação bilateral

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De 5 a 10 de maio uma comitiva brasileira liderada pelo ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, cumpre agendas governamentais e visitas técnicas a propriedades rurais de Angola.

Em dezembro do ano passado, foi assinada a Carta de Intenções entre o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e o Ministério da Agricultura e Florestas da República de Angola (Minagrif) para a Promoção do Comércio e dos Investimentos Agropecuários. O instrumento visa o fortalecimento das relações bilaterais no setor agropecuário e agroindustrial, estabelecendo um marco para a identificação, elaboração e estruturação de projetos estratégicos no setor agropecuário. Como parte do compromisso firmado entre os países, a comitiva do Mapa e de empresários do setor avaliará o ambiente de negócios para a produção agropecuária e as possibilidades de investimento brasileiro, bem como as oportunidades de cooperação técnica para o fortalecimento da segurança alimentar do planeta.

Em Luanda, o ministro Carlos Fávaro se reúne com representantes governamentais e do setor privado. Já as visitas de campo serão realizadas nas províncias de Malanje e Cuanza-Norte.

As visitas técnicas passarão por propriedades dedicadas à produção de grãos e pecuária de corte, à Companhia de Bioenergia de Angola (Biocom) e ao Polo Agroindustrial de Capanda (PAC).

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Também integram a comitiva do Mapa o assessor especial do ministro, Carlos Ernesto Augustin, e o diretor de Promoção e Investimentos Estrangeiros do Mapa, André Okubo. A missão empresarial conta com cerca de 30 representantes de empresas agropecuárias de diferentes regiões do país.
Fávaro destaca que Angola é um grande parceiro do Brasil. “É determinação do presidente Lula para que a gente se faça mais presente para que o nosso fluxo comercial aumente”, comentou.

De acordo com o ministro, o país tem potencial para a produção de fertilizantes e nitrogenados que pode beneficiar o Brasil por meio das parcerias comerciais, assim como estudos e tecnologias desenvolvidos pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) podem ajudar no crescimento da agropecuária do país africano.

Ainda neste mês de maio, o presidente de Angola, João Lourenço, retorna ao Brasil. O governo angolano também participa do encontro de Ministros da Agricultura da África que será realizado em Brasília de 20 a 22 de maio.

Informação à imprensa
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Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária

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Pulverização localizada em cana-de-açúcar reduz uso de herbicidas em até 90% e amplia eficiência no campo

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A adoção da tecnologia de pulverização localizada Weed-it, desenvolvida pela Zait.ag, tem transformado o manejo de plantas daninhas na cultura da cana-de-açúcar no Brasil. Dados operacionais da Usina Ester, localizada em Cosmópolis (SP), apontam uma redução média de 90,5% no consumo de herbicidas entre novembro de 2025 e janeiro de 2026, evidenciando ganhos expressivos de eficiência e sustentabilidade no campo.

O sistema vem sendo utilizado como alternativa para otimizar o uso de insumos agrícolas, reduzir desperdícios e aumentar a precisão das aplicações, em um cenário de crescente pressão por redução de custos e maior responsabilidade ambiental no setor sucroenergético.

Aplicação seletiva reduz drasticamente o uso de herbicidas

A tecnologia Weed-it funciona por meio de sensores instalados nas barras de pulverização, capazes de identificar em tempo real a presença de plantas daninhas. A partir dessa leitura, o sistema aciona válvulas de alta velocidade apenas nos pontos onde há necessidade de aplicação, garantindo precisão e reduzindo significativamente o uso de defensivos.

No levantamento realizado pela Usina Ester, foram manejados 589,1 hectares no período analisado. Desse total, apenas 55,95 hectares receberam aplicação efetiva de herbicidas, demonstrando a eficiência do sistema seletivo.

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Em determinadas operações, a economia ultrapassou 99% do volume aplicado, especialmente em áreas de reforma de canaviais, pós-colheita e manejo localizado de infestação de plantas daninhas.

Tecnologia já consolidada em outras culturas avança na cana

De acordo com a Zait.ag, a tecnologia já está presente em aproximadamente 2 milhões de hectares no Brasil, com ampla utilização em culturas como grãos e algodão. Agora, o sistema avança de forma consistente para o setor sucroenergético, que busca soluções para aumentar a eficiência operacional e reduzir custos de produção.

O diretor comercial da empresa, Marcos Ferraz, destaca que o desempenho da ferramenta na cana-de-açúcar reforça sua versatilidade e potencial de expansão.

Segundo ele, os resultados observados demonstram que a tecnologia mantém alta eficiência também em culturas semiperenes, com impacto direto na redução do uso de insumos agrícolas.

Sustentabilidade e redução de custos no centro da estratégia

Além da expressiva economia de herbicidas, a pulverização localizada contribui para a diminuição do impacto ambiental das atividades agrícolas, ao reduzir o volume de defensivos aplicados no campo.

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A tecnologia também favorece a preservação do solo e melhora a eficiência das operações de manejo, alinhando-se às demandas crescentes por sustentabilidade na produção agrícola.

Outro ponto destacado pela empresa é a facilidade de operação do sistema, que não exige calibrações complexas e apresenta resultados imediatos após a aplicação, facilitando a adoção pelas equipes de campo.

Eficiência operacional impulsiona adoção no setor sucroenergético

Com o avanço da mecanização e da agricultura de precisão, o setor sucroenergético tem buscado tecnologias capazes de aumentar a eficiência produtiva sem comprometer a sustentabilidade.

Nesse cenário, soluções como o Weed-it ganham espaço por aliarem redução de custos operacionais, otimização do uso de insumos e ganhos ambientais relevantes.

A tendência é que a adoção de tecnologias de aplicação localizada se intensifique nos próximos anos, impulsionada pela necessidade de maior competitividade e pela busca por práticas agrícolas mais sustentáveis na produção de cana-de-açúcar no Brasil.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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