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Embaixador André Aranha é nomeado presidente da 30ª COP30

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O governo anunciou a nomeação do embaixador André Aranha Corrêa do Lago como presidente da 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP30), prevista para novembro em Belém, Pará.

Corrêa do Lago, atual secretário de Clima, Energia e Meio Ambiente do Ministério das Relações Exteriores, possui vasta experiência em negociações climáticas desde 2001.

Ana Toni, secretária nacional de Mudança do Clima do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima, foi designada como diretora-executiva da COP30.

Economista com doutorado em ciência política, Toni tem ampla experiência em políticas públicas, meio ambiente e mudanças climáticas, além de ter atuado como diretora da Fundação Ford no Brasil e presidente do Greenpeace Internacional.

A escolha de Belém como sede da COP30 destaca a importância da Amazônia nas discussões climáticas globais. O evento reunirá líderes mundiais para definir metas de redução de emissões de gases de efeito estufa, em um momento em que as temperaturas médias globais têm superado consistentemente 1,5°C, ressaltando a urgência de ações efetivas contra as mudanças climáticas.

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Para o setor agropecuário brasileiro, a liderança de Corrêa do Lago e Ana Toni na COP30 representa uma oportunidade de alinhar práticas agrícolas sustentáveis com as metas climáticas globais. A experiência diplomática de Corrêa do Lago e o histórico de Toni em políticas públicas podem facilitar diálogos que promovam o desenvolvimento sustentável, beneficiando tanto o meio ambiente quanto a economia agrícola do país.

Entidades da sociedade civil manifestaram apoio à liderança de Corrêa do Lago, reconhecendo sua expertise diplomática como fundamental para o sucesso das negociações. No entanto, há preocupações quanto à infraestrutura de Belém para sediar um evento de tal magnitude e sobre o nível de engajamento do presidente Luiz Inácio Lula da Silva no evento.

A COP30 será uma plataforma crucial para o Brasil demonstrar seu compromisso com a sustentabilidade e o combate às mudanças climáticas, reforçando a posição do país como líder em práticas agrícolas responsáveis e na preservação ambiental.

Fonte: Pensar Agro

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Da rodada de negócios ao primeiro embarque: caqui brasileiro estreia na Costa Rica

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A Costa Rica recebeu o primeiro embarque comercial de caqui brasileiro, consolidando uma oportunidade de negócios identificada durante rodada de negócios promovida pela Embaixada do Brasil em San José, em fevereiro deste ano. A operação marca a entrada da fruta brasileira no mercado costa-riquenho e reforça o potencial da atuação integrada entre promoção comercial e negociação sanitária para ampliar o acesso de produtos agropecuários brasileiros ao exterior.

A oportunidade teve origem em uma rodada promovida pela adidância agrícola do Brasil e pelo Setor de Promoção Comercial na Costa Rica. Na ocasião, a Associação Brasileira dos Produtores Exportadores de Frutas e Derivados (Abrafrutas) apresentou o potencial da fruticultura nacional, despertando o interesse de um importador costa-riquenho na aquisição de caqui brasileiro.

A partir da demanda identificada, foram iniciadas tratativas com as autoridades fitossanitárias da Costa Rica para definição dos requisitos necessários à importação da fruta. Em 11 de maio de 2026, o governo costa-riquenho publicou, por meio de notificação à Organização Mundial do Comércio (OMC), os requisitos fitossanitários para a entrada do produto, viabilizando o início das operações comerciais.

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Para a adida agrícola do Brasil na Costa Rica, Priscila Rech Moser, o embarque demonstra a capacidade de transformar oportunidades comerciais em resultados concretos para o setor.

A abertura do mercado ocorre em um cenário de crescimento das exportações brasileiras de caqui. Segundo dados da Abrafrutas, o valor exportado pelo Brasil passou de US$ 995 mil, em 2024, para US$ 1,83 milhão, em 2025, aumento de 83,5%. No mesmo período, o volume embarcado cresceu 95,6%, passando de 459,8 mil para 899,6 mil quilos.

A chegada do caqui brasileiro à Costa Rica integra a estratégia de diversificação de mercados para a fruticultura nacional. Desde 2023, o Brasil conquistou 34 novas oportunidades de exportação para frutas, resultado das negociações sanitárias e fitossanitárias conduzidas pelo governo brasileiro em parceria com o setor produtivo.

“O primeiro embarque de caqui brasileiro para a Costa Rica reforça a importância da aproximação entre exportadores brasileiros e compradores internacionais, com apoio da promoção comercial e do diálogo técnico entre autoridades sanitárias. A operação amplia a presença da fruticultura brasileira na América Central e abre espaço para novos negócios no mercado costa-riquenho”, afirmou o secretário de Comércio e Relações Internacionais do Ministério da Agricultura e Pecuária, Luís Rua.

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Informações à imprensa
[email protected]

Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária

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