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Embarques de Carne de Frango Registram Desaceleração na 3ª Semana de Março

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Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), divulgados na última segunda-feira (24), as exportações de carne de frango e miudezas comestíveis, tanto frescas quanto refrigeradas ou congeladas, apresentaram uma alta no acumulado até a terceira semana de março (13 dias úteis), comparado ao mesmo período do ano passado. Contudo, o volume de embarques caiu em relação à semana anterior.

Até a terceira semana de março, as exportações de carne de frango geraram uma receita de US$ 576.156.936, o que corresponde a 83,77% do total previsto para o mês de março de 2024, estimado em US$ 687.733.438. No que diz respeito ao volume embarcado, foram 323.795,884 toneladas, representando 82,86% do total esperado para março de 2024, que é de 390.744,951 toneladas.

Em relação à média diária, o faturamento até o momento foi de US$ 44.319.764, um aumento de 28,9% em comparação com o mesmo mês de 2024. No entanto, quando comparado à semana anterior, houve uma queda de 12,78%, em relação aos US$ 50.818.026 registrados na semana anterior.

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Quanto às toneladas embarcadas por média diária, foram registradas 24.907,375 toneladas, o que representa um aumento de 27,5% frente a março de 2024. No entanto, quando comparado à semana passada, observou-se uma redução de 12,51%, em relação às 28.471,016 toneladas exportadas na semana anterior.

O preço médio pago por tonelada foi de US$ 1.779,383, o que representa um aumento de 1,1% em relação ao valor registrado no mesmo mês de 2024. Em comparação com a semana anterior, houve uma ligeira queda de 0,30%, em relação aos US$ 1.784,903 registrados na semana passada.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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CMN libera crédito de capital de giro para cooperativas de leite no Pronaf e reforça apoio à agricultura familiar

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CMN autoriza crédito emergencial para cooperativas de leite

O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou a liberação de uma linha de crédito para capital de giro destinada a cooperativas da agricultura familiar que atuam na produção e processamento de leite.

A medida inclui, de forma temporária, essas cooperativas na modalidade de agroindústria do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), permitindo o acesso a recursos para enfrentar dificuldades financeiras no curto prazo.

Objetivo é manter operações e evitar impactos no campo

Segundo o Ministério da Fazenda, a iniciativa busca garantir a continuidade das operações dessas cooperativas, consideradas estratégicas para o funcionamento da cadeia leiteira.

Sem o apoio financeiro, o setor poderia enfrentar:

  • Atrasos no pagamento aos produtores
  • Redução da captação e processamento de leite
  • Interrupções nas atividades industriais
  • Perda de empregos no meio rural
Cooperativas têm papel central na renda da agricultura familiar

As cooperativas beneficiadas pela medida desempenham funções essenciais na economia rural, como:

  • Compra da produção de pequenos agricultores
  • Processamento de leite e derivados
  • Geração de renda para famílias no campo
  • Sustentação de economias locais
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Quem pode acessar a nova linha de crédito

A linha é destinada a cooperativas que:

  • Participam do Pronaf Agroindústria
  • Comprovem dificuldades financeiras de curto prazo em 2026

Estejam vinculadas a programas de gestão e fortalecimento da agricultura familiar, como os do Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar

Os financiamentos poderão ser contratados em uma ou mais instituições financeiras.

Condições de financiamento: juros, prazos e limites

A linha de crédito apresenta condições específicas para facilitar o acesso e garantir fôlego financeiro às cooperativas:

  • Prazo total: até 6 anos para pagamento
  • Carência: até 1 ano
  • Taxa de juros: 8% ao ano
  • Limite por cooperativa: até R$ 40 milhões
  • Limite por cooperado: até R$ 90 mil
  • Prazo para contratação vai até junho de 2026

A autorização para acesso à linha de capital de giro é temporária. As cooperativas poderão contratar os financiamentos até 30 de junho de 2026.

Impactos esperados no setor leiteiro

Com o reforço de caixa, a expectativa do governo é:

  • Garantir a continuidade da compra de leite dos produtores
  • Evitar interrupções nas operações industriais
  • Preservar empregos no interior
  • Manter o abastecimento de alimentos
  • Sustentar a renda de famílias da agricultura familiar
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A decisão do CMN reforça o papel do crédito rural como instrumento estratégico para estabilizar cadeias produtivas essenciais, como a do leite, assegurando a continuidade das atividades e reduzindo os impactos de curto prazo sobre produtores e cooperativas.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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