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Estado inicia amanhã campanha de atualização do estoque de rebanhos

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A partir deste sábado, 1º de novembro, o Instituto de Defesa Agropecuária de Mato Grosso (Indea) abre a campanha de atualização obrigatória do estoque de rebanhos no Estado. Criadores de bovinos, bubalinos, suínos e aves comerciais, além de outras espécies como ovinos, caprinos, equinos, muares, asininos, aves de subsistência, peixes e abelhas, devem informar ao Indea a quantidade de animais e os dados da propriedade.

A relevância da medida se reflete na força do setor: Mato Grosso mantém o maior rebanho bovino do Brasil, com 32,1 milhões de cabeças em 2025, segundo dados do IBGE. Isso representa cerca de 13,8% do efetivo nacional, que totaliza aproximadamente 234,7 milhões de animais neste ano. Os estados de Pará (10,7%), Goiás (10,1%), Minas Gerais (9,3%) e Mato Grosso do Sul (7,9%) completam o ranking nacional do setor bovino, mas nenhum supera o protagonismo mato-grossense na pecuária.​

O município de Cáceres se destaca como líder regional, com cerca de 1,4 milhão de animais, seguido de Vila Bela da Santíssima Trindade e Juara, ambos acima de 900 mil cabeças.

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A partir de 7 de novembro, quem não fizer a declaração estará sujeito a multa de R$ 6.800,00 e impedimento na emissão da Guia de Trânsito Animal (GTA), exceto para animais destinados ao abate imediato. O objetivo é fortalecer o monitoramento sanitário, facilitar o controle de doenças e garantir acesso a mercados cada vez mais exigentes em relação à rastreabilidade.

A declaração pode ser feita pelo site do Indea (clique aqui) ou presencialmente nas unidades do órgão. Para o produtor rural mato-grossense, manter o cadastro em dia é fundamental para evitar penalidades e preservar a competitividade do estado tanto no mercado brasileiro quanto nas exportações globais.

Fonte: Pensar Agro

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El Niño: dados do Observatório da Torre Alta da Amazônia para planejamento no setor da pesca e aquicultura

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O boletim de monitoramento do Observatório de Torre Alta da Amazônia (ATTO, sigla em inglês) também é uma das formas de preparação dos gestores de municípios em relação aos impactos do El Niño no setor pesqueiro e aquícola. O responsável pelo monitoramento é o pesquisador Cléo Quaresma, do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), vinculado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). O Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) reforça que gestores e trabalhadores do setor também observem as análises. 

Segundo dados divulgados pelo MCTI, a precipitação reduziu 73% em julho, quando choveu somente 21 mm, comparado com a média de 92 mm. Em agosto, a chuva se manteve em 21 mm, uma redução de 36,6% em relação à média histórica de 58 mm. Em setembro, até o momento, foram apenas 2 mm de chuva, uma redução de quase 66%.

O que é precipitação? 

Considera-se precipitação todas as formas de água, líquida ou sólida, que caem das nuvens alcançando o solo: garoa, garoa gelada, chuva fria, granizo, cristais de gelo, bolas de gelo, chuva, neve, bolas de neve e partículas de neve. Seu volume é expresso geralmente em polegadas, referindo-se ao estado da água – se líquida ou sólida – que cai sobre uma determinada região e por um determinado período de tempo.

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Indicadores 

 

Entre os indicadores para acompanhamento estão: precipitação, temperatura e umidade do ar, e temperatura e teor de água no solo. Estes dados são fundamentais para entender os efeitos do El Niño na região.

 

A torre possui 325 metros de altura e está situada a cerca de 150 km de Manaus (AM), na área da Reserva de Desenvolvimento Sustentável do Uatumã. A influência do efeito climático na Amazônia, onde está instalado o Observatório, foi monitorada em outros momentos, como 2015-2016 e 2023-2024.

 

Acesse aqui as orientações do Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA), visando à preparação dos municípios em relação aos impactos do El Niño no setor.

Ana Célia Costa

Ministério da Pesca e Aquicultura

[email protected]

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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