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ETANOL/CEPEA: Vendas de hidratado em SP são as menores da temporada 22/23

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Cepea, 31/5/2022 – O volume de etanol hidratado negociado no estado de São Paulo e captado pelo Cepea ao longo da última semana foi o menor da atual safra 2022/23 – mais precisamente, o mais baixo desde a semana encerrada em 21 de janeiro deste ano. Esse cenário esteve atrelado ao ritmo de comercialização extremamente lento, com lotes reduzidos a pequenas quantidades. Segundo colaboradores do Cepea, agentes do setor atuaram de maneira cautelosa no momento da tomada de decisão (compra ou venda), visto que muitos estão na expectativa de novas quedas no preço do hidratado, fundamentados na demanda enfraquecida, no andamento das atividades de moagem (o clima seco na maior parte da região Centro-Sul do País vem favorecendo a colheita) e, sobretudo, nas incertezas relacionadas à questão tributária dos combustíveis. Em meio à baixa liquidez, os valores recuaram. De 23 a 27 de maio, o Indicador CEPEA/ESALQ do etanol hidratado fechou a R$ 3,2486/litro, recuo de 2,94% frente ao da semana anterior. No caso do etanol anidro, houve queda de 1,04% no mesmo comparativo, com o Indicador CEPEA/ESALQ fechando em R$ 3,8406/litro. Em relação ao Indicador diário posto Paulínia, a média dos valores diários do ESALQ/BM&FBovespa na última semana foi de R$ 3.323,00/m³, baixa de 3,34% frente à da semana anterior. Fonte: Cepea (www.cepea.esalq.usp.br)

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Fonte: CEPEA

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Outono no Cerrado exige atenção no campo, mas abre espaço para boas estratégias de manejo

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O outono marca uma fase de transição importante para a agricultura no Brasil, caracterizada pelo fim do período chuvoso e pela aproximação da estação seca. No Cerrado, essa mudança impacta diretamente o ritmo das lavouras, exigindo ajustes no manejo e maior atenção às condições climáticas.

Segundo a Companhia Nacional de Abastecimento, a estação deve trazer desafios como redução das precipitações, solos mais secos e aumento das temperaturas, fatores que podem dificultar o desenvolvimento das culturas, especialmente as de segunda safra.

Apesar disso, o período também abre espaço para oportunidades no campo, já que o clima mais estável favorece o avanço das operações agrícolas e a adoção de estratégias mais planejadas.

Clima mais seco favorece avanço das operações agrícolas no Cerrado

Com a diminuição das chuvas entre abril e maio nas regiões Centro-Oeste e Sudeste, o produtor rural encontra melhores condições para a execução das atividades de campo.

“A redução da umidade do solo pode ajudar o trabalho no campo a avançar. Com menos chuva em abril e maio no Centro-Oeste e Sudeste, como aponta a Conab, o produtor pode finalizar a colheita e tocar as operações com menos interrupções. Para quem está com a segunda safra, o foco agora é aproveitar melhor a umidade que ainda resta no solo”, explica Manoel Álvares.

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O cenário favorece a organização das atividades agrícolas, reduzindo paralisações e permitindo melhor aproveitamento da janela operacional.

Atraso no plantio exige ajustes no planejamento agrícola

As chuvas mais intensas durante o verão provocaram atraso no plantio em diversas regiões, o que encurtou a janela ideal para algumas culturas e obrigou produtores a reverem o planejamento.

Diante desse cenário, muitos agricultores optaram por cultivares mais adaptadas e ajustaram o manejo das lavouras. De acordo com a Companhia Nacional de Abastecimento, mesmo com redução na área plantada, culturas como milho, feijão e algodão ainda apresentam bom potencial produtivo, desde que recebam manejo adequado.

Altas temperaturas aumentam demanda por atenção ao manejo

As temperaturas mais elevadas típicas do Cerrado durante o outono também influenciam o desenvolvimento das lavouras. O aumento do calor intensifica a necessidade de atenção à disponibilidade de água no solo, ao mesmo tempo em que favorece o crescimento das plantas quando há manejo adequado.

Controle fitossanitário exige monitoramento constante

O período também demanda maior vigilância no controle de pragas. Entre os principais desafios fitossanitários estão a lagarta-do-cartucho, a mosca-branca e os percevejos, que tendem a se intensificar nesta época do ano.

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O acompanhamento constante dessas ameaças é essencial para evitar perdas de produtividade e garantir o bom desenvolvimento das culturas.

Planejamento e manejo transformam desafios em produtividade

Para especialistas do setor, o outono no Cerrado representa um momento estratégico para transformar desafios climáticos em oportunidade de melhor gestão no campo.

Segundo Manoel Álvares, mesmo com uma janela mais curta e condições mais secas, o produtor dispõe de ferramentas para tomar decisões mais planejadas.

“Mesmo em uma época mais seca e com uma janela mais curta, o produtor do Cerrado dispõe de ferramentas para tomar decisões mais planejadas. É um período que valoriza o bom manejo e traz bons resultados para quem se antecipa”, destaca o especialista.

Cenário reforça importância da gestão eficiente no campo

O avanço do outono no Cerrado reforça a importância do planejamento agrícola, da adoção de boas práticas de manejo e do uso de tecnologia para mitigar riscos climáticos.

Apesar dos desafios impostos pelo clima, o período pode ser positivo para quem consegue ajustar estratégias e otimizar o uso dos recursos disponíveis.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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