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Exportações de soja do Brasil devem atingir 15,87 milhões de toneladas em março, projeta Anec

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A exportação de soja do Brasil foi revisada para 15,87 milhões de toneladas em março, segundo projeção divulgada nesta terça-feira (24) pela Anec. O volume representa uma redução de 450 mil toneladas em relação à estimativa da semana anterior.

Revisão semanal reduz expectativa de embarques

Na semana passada, a Anec projetava exportações de 16,32 milhões de toneladas. A atualização reflete ajustes nas programações de embarque ao longo do mês, mantendo o acompanhamento contínuo do fluxo logístico e da demanda internacional.

Volume ainda pode marcar recorde histórico

Apesar da revisão para baixo, o volume estimado ainda indica a possibilidade de um novo recorde para o mês de março. Caso confirmado, o desempenho superará levemente o registrado no mesmo período do ano passado, quando o país exportou cerca de 15,7 milhões de toneladas de soja.

O resultado reforça a forte demanda internacional pelo grão brasileiro, especialmente em um cenário de competitividade elevada no mercado global.

Embarques de farelo de soja também são ajustados

A Anec também revisou a projeção para as exportações de farelo de soja, que agora devem totalizar 2,44 milhões de toneladas em março.

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O número representa uma redução de aproximadamente 200 mil toneladas em relação à estimativa anterior. Ainda assim, o volume segue acima do registrado no mesmo mês de 2025, quando os embarques somaram cerca de 2,2 milhões de toneladas.

Demanda externa sustenta ritmo das exportações

Mesmo com os ajustes nas projeções, o desempenho das exportações brasileiras de soja e derivados continua sendo sustentado pela demanda internacional aquecida, consolidando o país como um dos principais fornecedores globais do complexo soja.

A evolução dos embarques ao longo das próximas semanas seguirá sendo acompanhada pelo mercado, especialmente diante de fatores logísticos e da dinâmica do comércio exterior.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Cota de arrasto de praia da tainha é ampliada para 430 toneladas em Santa Catarina

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Foi publicado hoje (11), em edição extra do Diário Oficial da União, a portaria que amplia as cotas da tainha na modalidade de arrasto de praia em Santa Catarina para 430 toneladas. Essas cotas foram ampliadas após um processo de escuta da sociedade, por meio do Grupo de Trabalho de Acompanhamento da Safra, e com base em dados científicos.

Após o relato dos pescadores do estado de que, apesar do peixe ter sido abundante em algumas regiões, em outras a tainha não havia chegado devido às condições oceanográficas, o MPA realizou uma análise comparando a produção de tainha, neste ano, com dados históricos de produção.

Nessa avaliação, observou-se que dos 25 municípios costeiros, apenas três haviam atingido a produção de anos anteriores. Ou seja, os dados mostraram o que a população de Santa Catarina trazia nos relatos: muitos pescadores não conseguiram pescar.

Neste contexto, o Litoral Norte do estado foi o mais prejudicado, sem qualquer registro de produção de pescado em 12 municípios, dos 14 da região neste ano.

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Por conta disso, a partir da média entre as diferenças de produção atuais e dos dados históricos e, além disso, considerando o Rendimento Máximo Sustentável estabelecido na avaliação de estoque, foi estipulado o valor de cota adicional de:

230 toneladas de cotas de captura para o litoral centro norte de Santa Catarina, abrangendo os municípios de Araquari, Balneário Barra do Sul, Balneário Camboriú, Balneário Piçarras, Barra Velha, Bombinhas, Governador Celso Ramos, Itajaí, Itapema, Itapoá, Joinville, Navegantes, Penha, Porto Belo e São Francisco do Sul.

200 toneladas de cotas de captura para o litoral centro norte de Santa Catarina, abrangendo os municípios de Biguaçu, Florianópolis, Palhoça, Paulo Lopes, Garopaba, Imbituba, Laguna, Jaguaruna, Balneário Rincão, Araranguá, Balneário Arroio do Silva, Balneário Gaivota e Passo de Torres.

Essa medida estabelece uma cota compartimentada para a região centro-norte e centro-sul de Santa Catarina, com o objetivo que garantir uma distribuição justa do recurso, com cotas maiores para aqueles que não pescaram, além de cotas para aqueles que ainda não atingiram uma produção suficiente neste ano.

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“Devido às condições climáticas, a tainha não chegou à mesa de muitos catarinenses. O Governo do presidente Lula tem compromisso com a participação social, com a escuta. Por isso, o governo tomou a decisão de ampliar as cotas. Vale reforçar que não se trata de uma medida politica. A nova cota foi baseada em informações técnicas.
Agora, para termos uma pesca sustentável, precisamos da colaboração de todos”, destacou o ministro da Pesca e Aquicultura, Edipo Araujo.

Este ano, a quantidade pescada em algumas regiões foi tão grande que o mercado sentiu os impactos: os preços caíram e houve relatos de desperdício.

Por conta disso é importante a sensibilização dos pescadores e pescadoras para que pesquem com responsabilidade e que aqueles que já capturaram permitam que a safra também seja farta para os outros profissionais.

O Ministério da Pesca e Aquicultura segue trabalhando para garantir a sustentabilidade da pescaria, a justiça social e o respeito a tradição da pesca da tainha no estado.

ASCOM
Ministério da Pesca e Aquicultura

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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