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Farmtech apresenta solução de crédito digital exclusiva para cerealistas durante congresso da ACEBRA

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Farmtech e ACEBRA lançam solução de crédito durante congresso nacional

A Farmtech, hub de tecnologia e fintech especializada em soluções financeiras para o agronegócio, apresentou durante o 3º Congresso Cerealista Brasileiro — realizado de 26 a 28 de novembro no Hotel Malai Manso, na Chapada dos Guimarães (MT) — uma nova solução de crédito exclusiva para os associados da ACEBRA (Associação das Empresas Cerealistas do Brasil).

Batizada de CerealCred, a ferramenta foi desenvolvida para atender às necessidades específicas de capital de giro e financiamento de insumos dos cerealistas associados, com processos 100% digitais e personalizados.

CerealCred: crédito ágil e desenhado sob medida para o cerealista

O CerealCred é resultado da união entre o conhecimento técnico da ACEBRA sobre o setor cerealista e a expertise da Farmtech em tecnologia e crédito rural. A solução oferece recursos financeiros de forma rápida, prática e desburocratizada, garantindo acesso eficiente a um dos principais insumos da produção agrícola: o crédito.

“Temos a combinação do grande know-how da ACEBRA e nossa experiência em desenvolver soluções financeiras e tecnológicas para o agro. Essa parceria garante crédito ágil e adequado às necessidades do setor”, destaca Ricardo Bento Alves, cofundador e diretor comercial da Farmtech.

Como funciona a nova linha de crédito para associados

Os cerealistas associados à ACEBRA passam por uma análise de crédito automatizada, realizada por um motor tecnológico desenvolvido pela Farmtech, que determina o limite operacional disponível na plataforma CerealCred.

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Esse limite pode ser utilizado tanto para capital de giro quanto para financiamento de insumos agrícolas, facilitando a comercialização e o crescimento das vendas dos associados.

“Nossa parceria é exclusiva. Isso nos permite criar produtos e serviços customizados para os cerealistas, com atendimento dedicado e soluções financeiras alinhadas à realidade do setor”, explica Alves.

Plataforma 100% digital e sem burocracia

Com a tecnologia da Farmtech, o processo de crédito é totalmente digital e simplificado, permitindo que os associados operem diretamente na plataforma CerealCred, sem necessidade de intermediários físicos.

“Nosso propósito é resolver gargalos de financiamento dentro da cadeia cerealista e apoiar o setor em um momento de crédito mais restrito. A digitalização traz agilidade e eficiência para o processo, permitindo que o recurso chegue na hora certa”, ressalta Alves.

Parceria fortalece o setor cerealista nacional

Para o presidente da ACEBRA, Jerônimo Goergen, o CerealCred representa um avanço estratégico para o fortalecimento do setor cerealista, ao oferecer acesso facilitado a crédito com tecnologia e agilidade.

“O CerealCred é um importante passo para o fortalecimento do setor. A parceria com a Farmtech garante um crédito novo, ágil e desburocratizado, capaz de atender às demandas da produção na velocidade necessária”, afirma Goergen.

Fonte: Portal do Agronegócio

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Fonte: Portal do Agronegócio

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Café robusta cresce no Brasil, dobra produção em 9 anos e reduz distância para o arábica

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Produção de robusta deve chegar a 22,1 milhões de sacas em 2026, enquanto arábica segue liderança com 44,1 milhões; cenário indica diversificação e reconfiguração da cafeicultura brasileira.

Café robusta deixa de ser coadjuvante e avança na produção nacional

O café robusta, também conhecido como conilon ou canéfora, vem ganhando protagonismo na cafeicultura brasileira e ampliando sua participação na produção nacional.

Em nove anos, a produção praticamente dobrou: passou de 10,4 milhões de sacas em 2016 para 20,8 milhões de sacas no ano passado, segundo dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). O volume representa recorde histórico da variedade.

Para 2026, a expectativa é de novo crescimento, com projeção de 22,1 milhões de sacas, alta de 6,4% em relação ao ano anterior e possibilidade de novo recorde.

Arábica mantém liderança, mas crescimento do robusta muda equilíbrio do setor

Apesar da expansão do robusta, o café arábica segue como principal variedade produzida no país.

Em 2024, a produção foi de 35,7 milhões de sacas, abaixo das 43 milhões registradas em 2016. Para 2026, a Conab projeta recuperação, com 44,1 milhões de sacas.

Segundo o head da Ascenza Brasil, Hugo Centurion, o cenário não representa substituição entre as variedades, mas sim uma mudança estrutural na cafeicultura brasileira.

“O robusta não está tomando o lugar do arábica, mas o Brasil vive um movimento de diversificação da cafeicultura nacional”, afirma.

Robusta já responde por mais de um terço da produção brasileira

Na safra mais recente, a produção total de café no Brasil foi de 56,5 milhões de sacas. Desse volume, o robusta respondeu por 37%, participação considerada histórica.

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O avanço é explicado por fatores como:

  • Alta produtividade por hectare
  • Maior resistência ao calor e à seca
  • Menor custo de produção
  • Crescente demanda industrial

“O arábica continua muito importante, especialmente nas exportações, mas o robusta ganha espaço pela sua estabilidade produtiva”, destaca Centurion.

Produtividade do robusta supera em mais de 100% a do arábica

Os dados de produtividade reforçam a vantagem competitiva do robusta no campo.

  • Robusta: 400 mil hectares → 20,8 milhões de sacas (52 sacas/ha)
  • Arábica: 1,5 milhão de hectares → 35,7 milhões de sacas (24 sacas/ha)

Ou seja, o robusta apresenta produtividade mais que o dobro da registrada no arábica, com menor área cultivada.

Nova configuração da cafeicultura brasileira

Especialistas avaliam que o crescimento do robusta reflete uma mudança estrutural no setor, com maior foco em eficiência, previsibilidade e redução de riscos climáticos.

Segundo Centurion, o movimento não substitui o arábica, mas amplia a competitividade do Brasil.

“O que estamos vendo é uma reconfiguração da cafeicultura, com o robusta assumindo papel estratégico, sustentado por produtividade e pela demanda global por cafés industriais”, explica.

Expansão do robusta abre novas fronteiras agrícolas

O mapa da produção de café no Brasil também está em transformação.

O arábica se concentra principalmente em:

  • Minas Gerais (Sul de Minas, Cerrado Mineiro e Zona da Mata)
  • São Paulo
  • Paraná
  • Bahia (Chapada Diamantina e Oeste)
  • Já o robusta tem forte presença em:
  • Espírito Santo (maior produtor nacional)
  • Rondônia
  • Expansão na Bahia e Mato Grosso
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Enquanto o arábica exige clima ameno e altitude, o robusta avança em regiões mais quentes e de menor altitude, abrindo novas fronteiras agrícolas.

Café robusta atende demanda crescente da indústria global

O crescimento do robusta também está ligado ao aumento da demanda por cafés industriais, como:

  • Café solúvel
  • Cápsulas
  • Blends comerciais

Além disso, o robusta possui maior teor de cafeína e perfil mais intenso, sendo amplamente utilizado em formulações industriais e misturas com arábica.

Mudanças no consumo global reforçam importância da variedade

No mercado internacional, o arábica ainda lidera com cerca de dois terços do consumo global, enquanto o robusta representa pouco mais de um terço.

Segundo a Conab, o Brasil exportou cerca de 40 milhões de sacas de café no último ano. Deste total:

  • 75% a 80% foram de arábica
  • 20% a 25% foram de robusta

Os principais compradores incluem Estados Unidos, Alemanha, Itália, Japão e Bélgica.

Robusta ganha papel estratégico na competitividade do café brasileiro

Além de ampliar a oferta para a indústria, o robusta também contribui para estabilizar preços no mercado interno, especialmente em momentos de alta do arábica.

Com maior produtividade e menor custo, a variedade ajuda a sustentar a cadeia produtiva e manter o café mais acessível ao consumidor final.

“O robusta funciona como elemento de equilíbrio do setor e contribui para a competitividade do café brasileiro”, conclui Centurion.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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