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Feijão: Colheita Avançada Pressiona Preços para Baixo, Aponta Cepea

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O mercado de feijão apresentou ritmo mais lento de negócios ao longo da última semana, com uma queda nos preços registrada em quase todas as praças monitoradas pelo Cepea. De acordo com o Centro de Pesquisas, o avanço da colheita, aliado à postura mais conservadora da indústria, foi determinante para a queda das cotações do feijão, especialmente do tipo carioca.

Pressão da Colheita e Estoques de Menor Qualidade

Mesmo com a oferta ainda restrita dos grãos de melhor qualidade, a colheita avançada em diversas regiões do país exerceu pressão sobre os preços. No caso específico do feijão carioca, o comportamento da indústria, que tem adotado uma postura mais cautelosa, impactou diretamente nas negociações.

Embora alguns produtores tentem manter seus lotes de feijão armazenados, especialmente aqueles em câmaras frias, a necessidade de liquidar os lotes de grãos de qualidade inferior prevaleceu nas transações, resultando em preços mais baixos na média.

Avanço da Colheita e Expectativas

Segundo dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), até o dia 5 de abril, 77,1% da área destinada à primeira safra 2024/25 do feijão já havia sido colhida no Brasil. Este avanço da colheita continua a influenciar o mercado, com a oferta crescente de grãos impactando diretamente as cotações, pressionando para baixo os preços em várias praças do território nacional.

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A continuidade da colheita e a necessidade dos produtores de movimentar o estoque de grãos de menor qualidade deverão seguir influenciando o mercado nas próximas semanas.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Safra de algodão em Mato Grosso pode atingir 6,27 milhões de toneladas após revisão positiva da produtividade

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A produção de algodão em Mato Grosso deverá ser maior do que o previsto inicialmente na safra 2025/26. A nova estimativa divulgada pelo Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea) aponta crescimento no potencial produtivo das lavouras, impulsionado pelas condições favoráveis registradas nos primeiros meses de desenvolvimento da cultura.

Apesar da redução na área cultivada, a revisão para cima da produtividade elevou a projeção da safra estadual para 6,27 milhões de toneladas de algodão em caroço, reforçando a posição de Mato Grosso como principal produtor da fibra no Brasil.

Área plantada recua diante de preços menos atrativos

De acordo com o levantamento de junho de 2026, a área destinada ao cultivo de algodão permanece estimada em 1,38 milhão de hectares. O número representa uma retração de 11,11% em relação ao ciclo anterior.

Segundo o Imea, a redução está diretamente relacionada ao cenário de mercado enfrentado pelos cotonicultores. Os preços da fibra considerados menos atrativos e os elevados custos de produção influenciaram a decisão dos produtores, resultando em menor expansão da cultura nesta temporada.

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Produtividade surpreende e impulsiona projeção da safra

Mesmo com a diminuição da área cultivada, as perspectivas de rendimento melhoraram significativamente. O instituto revisou a produtividade média do algodão em caroço para 304,02 arrobas por hectare, aumento de 6,32 arrobas por hectare em comparação com a estimativa divulgada em maio.

O avanço reflete o bom desempenho das lavouras durante os primeiros estágios de desenvolvimento, favorecido por condições climáticas adequadas e bom estabelecimento das plantas no campo.

Segundo a análise do Imea, o cenário observado até o momento contribuiu para elevar o potencial produtivo das áreas cultivadas e compensar parte da redução na superfície plantada.

Produção é revisada para 6,27 milhões de toneladas

Com o ajuste na produtividade, a estimativa para a produção total de algodão em caroço em Mato Grosso foi elevada para 6,27 milhões de toneladas. O volume representa crescimento de 2,12% em relação à projeção anterior divulgada pelo instituto.

A nova previsão reforça a expectativa de uma safra robusta, mesmo diante dos desafios econômicos enfrentados pelo setor ao longo do planejamento da temporada.

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Clima seguirá determinando o resultado final da safra

Embora os números atuais sejam positivos, o Imea destaca que a consolidação do potencial produtivo ainda dependerá das condições climáticas ao longo dos próximos meses.

Fatores como regime de chuvas, temperatura e sanidade das lavouras continuarão sendo determinantes para confirmar o rendimento projetado e garantir o alcance da produção estimada.

Com uma das maiores áreas de algodão do mundo concentradas no estado, Mato Grosso segue como protagonista da cotonicultura nacional, setor que desempenha papel estratégico nas exportações brasileiras e no abastecimento da indústria têxtil global.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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