AGRONEGOCIOS
Festival Vale dos Vinhedos 2026 celebra a Vindima com vinhos, gastronomia e cultura ao ar livre
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O Festival Vale dos Vinhedos 2026 acontece de 27 a 29 de março, com destaque para o sábado, dia 28, quando o território se abre ao público em uma grande celebração a céu aberto. O evento ocorre no Centro Histórico do Vale dos Vinhedos (Capelas das Almas – Linha 6 da Leopoldina) e reúne vinícolas, gastronomia regional, feira de produtos locais, atrações musicais e manifestações culturais. A entrada é gratuita, convidando comunidade e visitantes a vivenciar a experiência da vindima de forma completa.
Programação diversificada une vinho, arte e tradição
O público poderá explorar diferentes espaços que combinam vinho, arte, tradição e entretenimento. No Palco Principal, apresentações musicais e culturais animam o dia todo, enquanto o Mercatino do Vale apresenta pequenos produtores, agroindústrias, artesanato e produtos típicos do território.
Oficinas e atividades culturais resgatam saberes ligados à imigração italiana e à tradição do vinho, como empalhar garrafões, escultura em parreira, oficinas de dressa e jogos tradicionais da colônia, aproximando visitantes da história local.
Pisa das uvas e Cerimônia da Bênção da Safra são momentos simbólicos
Entre os destaques da programação estão a pisa das uvas, ritual tradicional da cultura do vinho, e a Cerimônia da Bênção da Safra, em que produtores e comunidade celebram coletivamente a conclusão do ciclo da vindima.
Para as crianças, o Spazio Bambini oferece recreação temática inspirada na vindima e na vida no vinhedo. Atividades como o Passaporte do Pequeno Vindimeiro permitem que cada criança participe de oficinas criativas, contação de histórias, gincanas e experiências culinárias, recebendo carimbos e prêmios ao completar o percurso.
Gastronomia regional em destaque
A gastronomia terá papel central no festival, com restaurantes e empreendimentos locais oferecendo pratos que harmonizam com os vinhos e espumantes. Risotos, massas, pizzas, hambúrgueres e chocolates artesanais poderão ser apreciados ao longo do dia, acompanhando rótulos de 19 vinícolas do Vale dos Vinhedos, território da única Denominação de Origem de vinhos e espumantes do Brasil.
União e identidade do território
Segundo o presidente da Aprovale, André Larentis, o sábado do festival simboliza a união do território:
“Estarão reunidos produtores de vinho, gastronomia, artesanato e diferentes expressões culturais, mostrando a força de um território que construiu sua identidade por meio do trabalho coletivo. É um convite para que o público viva o Vale em sua essência.”
Cerimônia de agradecimento marca encerramento da Vindima 2026
O ponto alto da programação ocorre no fim da tarde, com a Cerimônia de Agradecimento e Comemoração à Safra 2026. O ritual reúne produtores e público em torno da chegada dos vinhos em barricas, incluindo banda marcial, bênção da safra, abertura dos barris e distribuição de vinho, encerrando simbolicamente a vindima do ano.
Informações gerais e patrocínio
O festival é realizado pela Aprovale e, em caso de instabilidade climática, a organização poderá ajustar datas ou layout. Transporte para hotéis e pousadas associadas estará disponível ao final do evento.
O evento conta com patrocínio de Sicredi Icatu Coopera, Átria, Orquídea, Italesse, DCA, Tramontina, Mérica Logística, Gala, Jardins Dona Isabel, SPA do Vinho, Trianon, Verallia, Bocatti, Conceitocom Brasil, Hotel Villa Michelon, Suvalan, Essência di Fiori, Netfar, MA Silva, Santa Clara, Corticeira Paulista, Maison Forestier, Uovo, Letícia Calza, Contratil Embalagens, Vinícola Aurora, Sava, Vêneto Mercantil, Salini Turismo, Havan, Itallini, Agrovitti e Giordani Turismo, com apoio da Prefeitura de Bento Gonçalves, Consevitis – Governo do RS e UCS.
Mais informações sobre programação e ingressos podem ser consultadas em www.festivalvaledosvinhedos.com.br.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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Fim da escala 6×1 acende alerta no agro para alta de custos e impacto nos alimentos
Entidades do agronegócio intensificaram nesta semana a mobilização contra a proposta que altera o modelo de jornada de trabalho no país, incluindo o fim da escala 6×1 e a redução da carga semanal de 44 para 40 horas. O setor avalia que os impactos podem ser superiores à média da economia, com reflexos diretos sobre custos, emprego e preço dos alimentos.
Estimativa preliminar do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) indica que a mudança pode elevar os custos entre 7,8% e 8,6% em atividades como agropecuária, construção e comércio — acima da média nacional de 4,7% sobre a massa de rendimentos.
No campo, o posicionamento mais contundente partiu do Sistema Faep, que reúne a Federação da Agricultura do Estado do Paraná, o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural do Paraná (Senar-PR) e sindicatos rurais. A entidade encaminhou ofício a deputados e senadores solicitando a não aprovação da proposta, sob o argumento de que a medida compromete a eficiência produtiva e a competitividade do setor.
Segundo levantamento do Departamento Técnico e Econômico (DTE) do Sistema Faep, a redução da jornada pode gerar impacto de R$ 4,1 bilhões por ano apenas na agropecuária paranaense. A estimativa considera uma base de 645 mil postos de trabalho e uma massa salarial anual de R$ 24,8 bilhões.
O estudo também aponta a necessidade de recomposição de 16,6% da força de trabalho para cobrir o chamado “vácuo operacional”, especialmente em atividades contínuas, como produção de proteínas animais e operações industriais ligadas ao agro.
A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) também levou o tema à sua Comissão Nacional de Relações do Trabalho e Previdência Social. O debate interno reforçou a necessidade de que eventuais mudanças considerem as especificidades do campo, onde a produção segue ciclos biológicos e climáticos, muitas vezes incompatíveis com jornadas rígidas.
No segmento industrial, a Associação Brasileira da Indústria de Alimentos (ABIA) reconheceu a importância da discussão sobre qualidade de vida no trabalho, mas alertou para os efeitos econômicos de alterações abruptas. Em nota, a entidade destacou que pressões de custo ao longo da cadeia produtiva tendem a impactar diretamente o preço final dos alimentos e o acesso da população, sobretudo de menor renda.
Entre os principais pontos de preocupação do setor está a dificuldade operacional de atividades que não podem ser interrompidas. Cadeias como suinocultura, avicultura e produção de etanol exigem funcionamento contínuo, o que demandaria aumento de quadro de funcionários para manter o mesmo nível produtivo.
Na prática, isso significa elevação de custos e possível perda de competitividade, tanto no mercado interno quanto nas exportações. Há também o risco de repasse desses custos ao consumidor, pressionando os preços dos alimentos.
Outro fator destacado é a sazonalidade da produção agropecuária. Etapas como plantio, colheita e manejo animal dependem de condições climáticas e janelas operacionais específicas, o que limita a aplicação de modelos padronizados de jornada.
A proposta em discussão no Congresso — a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 221/2019 — ainda está em fase de análise, mas tem mobilizado diferentes setores da economia. No caso do agronegócio, a avaliação predominante é de que mudanças estruturais nas relações de trabalho precisam ser acompanhadas de estudos técnicos aprofundados e regras de transição que evitem desequilíbrios na produção.
O setor defende que o debate avance, mas com base em dados e na realidade operacional do campo, para que eventuais ajustes na legislação não comprometam a oferta de alimentos nem a sustentabilidade econômica das atividades rurais.
Fonte: Pensar Agro
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