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Floração precoce do pêssego preocupa produtores gaúchos por risco de geadas
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Avanço da floração nas cultivares precoces gera alerta
O Informativo Conjuntural divulgado nesta quinta-feira (10) pela Emater/RS-Ascar destaca que os produtores de pêssego na região de Caxias do Sul estão atentos ao avanço da floração em variedades precoces, como PS do Cedo, Rubinel e Kampai. Nesses pomares, já foram realizadas práticas importantes, como a poda seca e o arqueamento das pernadas em plantas jovens, visando o manejo adequado para a safra.
Risco de geadas pode causar perdas significativas
Segundo o boletim da Emater, a floração antecipada em cultivares precoces e intermediárias traz preocupação aos agricultores. A possibilidade de geadas severas pode comprometer a produção, provocando queima das flores ou dos frutos em estágio inicial de desenvolvimento. Este cenário preocupa especialmente pela vulnerabilidade das plantas neste momento delicado.
Variedades de ciclo médio e tardio ainda em dormência
Enquanto isso, as cultivares de ciclo médio e tardio permanecem em dormência, beneficiadas pelas baixas temperaturas recentes. Esse período seco e com sol contribuiu para que os produtores avançassem nos tratos culturais. Entre as práticas realizadas estão a intensificação da poda de frutificação e a aplicação de tratamentos de inverno, como a calda sulfocálcica, que ajudam a preparar os pomares para a safra.
Região de Pelotas mantém plantas em dormência e prepara novos plantios
Na região de Pelotas, o clima frio também mantém as plantas em estado de dormência, o que é positivo para o controle de pragas e doenças. Os produtores seguem com manejos culturais essenciais e a preparação dos pomares para a próxima safra. Além disso, já está em andamento o plantio de cultivares tardias, como a Eldorado, alinhado à demanda do mercado.
Resumo
A Emater/RS-Ascar reforça que o acompanhamento climático é fundamental para o sucesso da safra de pêssego no Rio Grande do Sul. O avanço da floração em cultivares precoces traz riscos diante das condições de frio, mas as ações preventivas e o manejo adequado são essenciais para minimizar prejuízos e garantir a qualidade da produção.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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Massari Fértil e Morro Verde investem R$ 20 milhões e triplicam produção de fosfato natural em Pratápolis (MG)
Expansão reforça indústria nacional de fertilizantes
A Massari Fértil e a Morro Verde, após a fusão anunciada em janeiro de 2026, consolidaram posição entre as principais empresas brasileiras de fertilizantes naturais. O grupo alcança faturamento estimado de R$ 500 milhões e capacidade produtiva superior a 3 milhões de toneladas por ano.
Como parte do plano de expansão, a companhia concluiu um investimento de R$ 20 milhões na unidade de fosfato localizada em Pratápolis (MG), voltado à ampliação da produção de Fosfato Natural Reativo (FNR).
Produção de FNR é triplicada com modernização da planta
Com o aporte, a capacidade produtiva da unidade passou de aproximadamente 400 mil toneladas para 1,2 milhão de toneladas anuais, representando um crescimento expressivo e consolidando a empresa entre os principais fornecedores nacionais de fosfatos naturais para o agronegócio.
O projeto foi iniciado em 2025 e faz parte da estratégia de expansão da companhia, com foco em aumentar a competitividade da indústria brasileira de fertilizantes e reduzir a dependência de insumos importados.
Investimento gera impacto econômico em Minas Gerais
Além dos ganhos industriais, a expansão deve gerar impactos diretos na economia regional. A expectativa é de criação de empregos diretos e indiretos, fortalecimento da cadeia de fornecedores e aumento da movimentação econômica em Pratápolis e municípios do entorno.
A iniciativa também contribui para o desenvolvimento do setor mineral e industrial ligado à cadeia de fertilizantes, considerado estratégico para o agronegócio brasileiro.
Estratégia busca maior autonomia do agronegócio brasileiro
Segundo o CEO da Massari Fértil e Morro Verde, Sérgio Ailton Saurin, o investimento reforça a preparação da companhia para um novo ciclo de crescimento.
“Estruturamos uma operação mais robusta e eficiente, preparada para sustentar nosso crescimento nos próximos anos e atender às necessidades do mercado interno com mais competitividade”, afirmou.
O executivo destaca ainda a importância estratégica do setor de fertilizantes para o país.
“O Brasil ocupa uma posição estratégica no agronegócio global e precisa avançar continuamente em autonomia e eficiência no fornecimento de insumos. Investimentos como este fortalecem a indústria nacional, geram valor para o produtor rural e impulsionam o desenvolvimento econômico das regiões onde atuamos”, completou.
Fertilizantes ganham papel central no agro brasileiro
A ampliação da produção de Fosfato Natural Reativo reforça o movimento de fortalecimento da indústria nacional de fertilizantes, um dos pilares estratégicos para a sustentabilidade e competitividade do agronegócio brasileiro.
Com maior capacidade produtiva interna, o setor busca reduzir gargalos de oferta e ampliar a segurança no abastecimento de insumos essenciais para a produção agrícola.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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