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Flutuações no Mercado do Milho nos Estados Brasileiros: Condições de Oferta e Demanda Impulsionam os Preços
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O mercado do milho continua apresentando oscilações nos estados brasileiros, com as condições de oferta e demanda variando conforme a localidade. No Rio Grande do Sul, a escassez do cereal é um desafio. Segundo a TF Agroeconômica, a limitação na oferta é atribuída ao foco dos produtores e armazenadores na safra de soja, resultando em preços definidos pelos vendedores. Mais de 55% da colheita já foi comercializada no estado. No interior, os preços variam entre R$ 75,00 e R$ 80,00 por saca para abril, enquanto em Panambi, os valores permanecem em R$ 69,00.
Em Santa Catarina, os preços são mais elevados, com cooperativas locais pagando R$ 70,00 em Campo Alegre, R$ 69,00 em Papanduva, R$ 71,00 no oeste e também na região serrana. Nos portos, os preços para entrega em agosto variam entre R$ 72,00 (com pagamento em 30 de setembro) e R$ 73,00 para entrega em outubro (com pagamento em 28 de novembro), conforme o relatório da consultoria.
No Paraná, a precificação do milho permanece estável ou registra leve queda com o avanço da colheita. As ofertas para o milho spot giram em torno de R$ 72,00 por saca no interior. Para a safrinha, os compradores no Porto de Paranaguá estão oferecendo R$ 69,50 para entrega em agosto (pagamento em 30 de setembro), R$ 70,50 para setembro (com pagamento em 30 de outubro), R$ 71,50 para outubro (com pagamento em 30 de novembro) e R$ 72,30 para novembro (com quitação em 30 de dezembro).
No Mato Grosso do Sul, os preços oscilaram durante a semana. As cotações se mantiveram estáveis em Campo Grande e Maracaju, enquanto em Chapadão houve uma queda de 3,14%, com o milho cotado a R$ 73,61. Em Dourados, o cereal subiu 2,70%, atingindo R$ 77,84. A análise aponta que o mercado tem registrado apenas negociações pontuais, sem uma forte pressão da indústria por novas altas.
Mercado Futuro do Milho Registra Volatilidade, com Chicago Sustentada por Demanda dos EUA
B3 enfrenta oscilações significativas enquanto o mercado norte-americano segue estável
No mercado futuro de milho da Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3), a semana começou com forte volatilidade, encerrando com queda nos preços, conforme a análise da TF Agroeconômica. Os ajustes ocorreram pontualmente em um pregão marcado por oscilações expressivas, com os produtores mais inclinados a negociar novos lotes, enquanto os compradores limitaram ofertas mais agressivas. As cotações futuras variaram ao longo do dia: o vencimento de maio/25 fechou a R$ 79,34, com queda de R$ 0,27 no dia e uma desvalorização acumulada de R$ 2,73 na semana; julho/25 registrou leve alta de R$ 0,03 no dia, fechando a R$ 72,81, mas ainda acumulando queda semanal de R$ 1,17; já setembro/25 caiu R$ 1,56 no dia, encerrando a R$ 71,99, mantendo a mesma perda na semana.
Na Bolsa de Chicago, o mercado de milho teve comportamento misto, sustentado pela demanda sólida dos Estados Unidos. O contrato de maio, referente à safra de verão brasileira, subiu 0,05%, fechando a US$ 464,50 por bushel, enquanto o contrato de julho teve alta de 0,11%, fechando a US$ 472,00 por bushel.
Apesar da queda de 13% nos embarques semanais de milho, a demanda robusta pelos produtos norte-americanos continua a sustentar os preços. O Departamento de Agricultura dos EUA (USDA) projeta um aumento de 1 milhão de toneladas nas exportações mexicanas para esta safra, o que manteria um volume sólido de exportações também para 2025/26. No entanto, as tarifas comerciais programadas para 2 de abril podem afetar esse cenário, já que México e Canadá são dois dos maiores compradores do cereal e seus derivados.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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Torneio em Fortaleza promove pesca esportiva e sustentabilidade
O Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) participou do I Torneio 12 Horas de Pesca de Praia, realizado na Beira-Mar de Fortaleza (CE). O evento reuniu pescadores esportivos, representantes de entidades do setor e entusiastas da pesca recreativa em uma iniciativa voltada à promoção da prática responsável e sustentável da atividade.
Durante o torneio, além do suporte técnico, a equipe do MPA realizou ações de divulgação dos principais instrumentos e políticas públicas voltados à pesca amadora e esportiva. Assim, foram apresentados o Plano Nacional para o Desenvolvimento Sustentável da Pesca Amadora e Esportiva (PNPAE), o Panorama da Pesca Amadora e Esportiva no Brasil, o Painel do Pescador Amador e Esportivo e materiais educativos sobre boas práticas na atividade.
De acordo com a chefe de serviço do Desenvolvimento da Pesca Industrial, Amadora e Esportiva, Giovana Curcio, “essas iniciativas integram os esforços do Ministério para ampliar o conhecimento sobre o setor, apoiar a formulação de políticas públicas e incentivar o desenvolvimento sustentável da pesca esportiva em todo o país”.
Ela acrescenta que a participação do Ministério no evento reforça seu compromisso com o desenvolvimento sustentável da pesca amadora e esportiva, reconhecendo a atividade como importante ferramenta de lazer, turismo, geração de renda e conservação dos recursos pesqueiros. “O MPA segue trabalhando para ampliar o acesso à informação, fortalecer a governança do setor e incentivar práticas que conciliem o esporte, a educação ambiental e a sustentabilidade”, concluiu.
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