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FMC apresenta soluções inovadoras para a citricultura na 50ª Expocitros, com destaque para o lançamento do fungicida Onsuva®
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A FMC, empresa global de ciências para agricultura, estará presente na 50ª edição da Expocitros, um dos mais importantes eventos da citricultura nacional, que acontece de 3 a 6 de junho, em Cordeirópolis (SP). A feira, que celebra meio século de tradição no setor, será palco para o lançamento do fungicida Onsuva® e para a apresentação de tecnologias e serviços que integram o portfólio robusto da companhia.
Lançamento do Onsuva®: nova solução no combate à pinta preta
A grande novidade da FMC na Expocitros será o lançamento do fungicida Onsuva®, desenvolvido com uma formulação inédita à base da molécula fluindapir. Em fase de registro para as principais culturas cítricas, o produto representa um avanço expressivo no controle de doenças fúngicas, com destaque para a pinta preta (Guignardia citricarpa), um dos principais desafios fitossanitários da citricultura.
O Onsuva®, que já é referência no manejo de doenças fúngicas em soja, milho e algodão, chega para elevar o nível de proteção também nos pomares de citros, segundo o gerente de marketing regional da FMC, Maurício Oliveira.
Portfólio completo com foco em controle de pragas e alta performance
Durante o evento, a empresa também destacará produtos já consolidados no manejo de pragas e doenças dos citros:
- Benevia®: inseticida sustentável com ação sistêmica e translaminar, eficaz contra pragas como psilídeo, mosca-minadora, bicho-furão, tripes e lagartas, sendo seletivo para inimigos naturais. Estudos apontam controle de até 100% das ninfas em 21 dias, quando usado em conjunto com outros defensivos da FMC, como Talstar®, Malathion® e Mustang®.
- Premio® Star: proteção para 50 pragas em mais de 50 culturas, com duplo modo de ação, efeito de choque e residual, além de ser resistente à lavagem pela chuva. É o único produto do mercado com controle simultâneo de psilídeo e bicho-furão, proporcionando maior praticidade ao produtor.
- Malathion®: indicado para controle imediato de pragas como psilídeo, tripes e mosca-das-frutas. Possui ação rápida e efeito desalojante, sendo eficaz por contato e ingestão. Segundo Luís Grandeza, gerente da cultura de citros da FMC, o uso combinado com Benevia® proporciona um manejo integrado mais eficaz, com reflexo direto na qualidade final da colheita.
- Dimexion®: inseticida de ação de contato, com controle superior a 90% para pragas como psilídeo, pulgão-preto e mosca-branca-dos-citros. Sua performance adulticida e ovicida o torna ideal para rotação de grupos químicos, ajudando a evitar resistência nas lavouras.
Arc™ Farm Intelligence: tecnologia digital a serviço do campo
Além dos defensivos, a FMC apresentará a plataforma digital Arc™ farm intelligence, uma tecnologia exclusiva de monitoramento e previsão da pressão de pragas, agora com capacidade de prever também a pressão do psilídeo, vetor do greening.
Com precisão acima de 80%, a plataforma permite identificar imediatamente quais pragas estão presentes nas armadilhas, oferecendo ao produtor dados históricos e análises preditivas para decisões mais assertivas no manejo regional.
Compromisso com o produtor e com a sustentabilidade
Para os representantes da FMC, a participação na Expocitros 2025 reforça a proximidade com os produtores rurais e reafirma o compromisso da empresa com a produtividade sustentável e a inovação no campo.
“A Expocitros é um evento referência para a citricultura e, em sua edição histórica de 50 anos, é uma grande oportunidade para estarmos ainda mais próximos dos produtores, oferecendo soluções integradas que aliam proteção, tecnologia e inteligência”, destacam os gerentes da companhia.
A presença da FMC na feira fortalece sua atuação como parceira estratégica da citricultura brasileira, promovendo práticas sustentáveis, modernas e alinhadas às demandas da produção agrícola nacional.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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Reino Unido amplia pressão e setor do agro brasileiro reage a novas restrições à carne
O agronegócio brasileiro enfrenta um novo cenário de pressão no comércio internacional após a decisão da União Europeia (UE) de suspender, a partir de setembro, as exportações de carne brasileira, somada ao anúncio de que o Reino Unido também avalia impor restrições adicionais ao produto nacional.
O movimento conjunto dos mercados mais exigentes do mundo acende um alerta no setor pecuário e reforça a necessidade de adequação às regras sanitárias internacionais, especialmente no que se refere à rastreabilidade, uso de antimicrobianos e comprovação de conformidade produtiva.
Pressão internacional exige maior comprovação sanitária do Brasil
Especialistas avaliam que o principal desafio do Brasil não está apenas no cumprimento formal das normas, mas na capacidade de demonstrar, de forma auditável e contínua, que toda a cadeia produtiva atende aos padrões exigidos por mercados como o europeu e o britânico.
De acordo com a coordenadora de contratos e agronegócios do CSA Advogados, Ieda Queiroz, a União Europeia adota critérios rigorosos baseados em evidências verificáveis.
“A UE não trabalha com presunção de conformidade; ela exige evidências. Sem demonstrar, de forma verificável, o uso adequado de antimicrobianos e a rastreabilidade animal, o impacto será duradouro — e afeta a credibilidade global do país”, afirma.
A especialista ressalta que o avanço das restrições britânicas reforça que o tema não é pontual, mas sistêmico dentro do comércio internacional de proteínas animais.
“Quando outro mercado de alta exigência sanitária sinaliza restrições, fica claro que a governança sanitária brasileira está sob escrutínio internacional”, acrescenta.
MAPA articula resposta técnica para evitar ampliação das restrições
Diante do cenário, o Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) trabalha na consolidação de relatórios técnicos para responder às exigências das autoridades europeias e buscar a reversão das medidas anunciadas.
A estratégia do governo envolve a apresentação de dados sobre controle sanitário, práticas de produção e sistemas de fiscalização adotados no país.
No entanto, especialistas destacam que a reabertura ou manutenção de mercados dependerá diretamente da capacidade de comprovação prática de conformidade ao longo de toda a cadeia produtiva da carne bovina.
Rastreamento e uso de antibióticos seguem no centro do debate
Embora o Brasil possua regulamentação que proíbe o uso de antibióticos como promotores de crescimento na pecuária, esse fator, isoladamente, não é suficiente para atender às exigências dos mercados europeu e britânico.
As autoridades internacionais também demandam rastreabilidade individual dos animais, auditorias independentes e documentação completa de todas as etapas do processo produtivo, desde a origem até o abate e processamento.
Segundo especialistas, a diferença entre a legislação vigente e a implementação prática desses controles ainda representa um dos principais entraves para o acesso pleno a mercados mais rigorosos.
“A distância entre norma e prática ainda é grande”, avalia Ieda Queiroz.
Competitividade da carne brasileira pode ser impactada
O aumento das exigências internacionais ocorre em um momento em que o Brasil ocupa posição de destaque no comércio global de proteínas animais, com forte participação em mercados da Ásia, Oriente Médio e Europa.
No entanto, a ampliação das barreiras sanitárias pode impactar diretamente a competitividade do setor, caso o país não consiga comprovar com robustez a conformidade de seus sistemas produtivos.
Especialistas alertam que a manutenção e expansão da presença brasileira no mercado internacional dependerá cada vez mais de transparência, rastreabilidade e alinhamento com padrões globais de governança sanitária.
Setor agropecuário entra em fase de adaptação e resposta
O cenário reforça a necessidade de adaptação estrutural do setor agropecuário brasileiro, especialmente na pecuária de corte, que depende fortemente do mercado externo.
A tendência é de maior pressão por sistemas integrados de controle, digitalização de processos e fortalecimento de auditorias independentes, com foco na comprovação de origem e conformidade sanitária.
Com a União Europeia avançando em restrições e o Reino Unido sinalizando medidas semelhantes, o Brasil enfrenta um momento decisivo para consolidar sua reputação como fornecedor global de carne dentro dos padrões exigidos pelos mercados mais rigorosos do mundo.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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