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Fortgreen lança linha Special Dry para maximizar produtividade e equilíbrio nutricional das culturas

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O aumento expressivo da produtividade agrícola nas últimas décadas criou novos desafios para o manejo nutricional das culturas. Enquanto a soja de alto rendimento do passado alcançava 60 sacas por hectare, hoje é comum atingir 90 a 100 sacas por hectare, elevando a exigência por nutrientes em volume e proporção.

Para atender a essas demandas, a Fortgreen lançou a Linha Special Dry, composta por cinco fertilizantes especiais: FGPhotonSD, PlenonSD, MaxxionSD, SyncronSD e SelênionSD.

Segundo João Vidotto, gerente de produtos da Fortgreen, os produtos foram desenvolvidos com base em três pilares centrais: alta concentração de nutrientes, excelente solubilidade e ampla compatibilidade em misturas de tanque. “A linha nasceu da necessidade de entregar soluções específicas e eficientes, respeitando as fases de desenvolvimento das culturas e suas relações nutricionais”, afirma.

Produtos ajustados às fases de desenvolvimento das culturas

Cada produto da linha atende a momentos distintos do ciclo das plantas:

  • FGPhotonSD: indicado para o início do ciclo de soja e milho, equilibrando manganês e zinco (1:1), garantindo o arranque inicial sem penalizar o desenvolvimento juvenil.
  • PlenonSD: atua na fase reprodutiva da soja, quando a planta exige 2,6 partes de manganês para 1 de zinco. No milho, é complementado pelo MaxxionSD, que aumenta a concentração de zinco após o estádio V8.
  • SyncronSD: combina cobalto, molibdênio e níquel, elementos fundamentais para potencializar o metabolismo do nitrogênio, somados a boro, enxofre, magnésio, fósforo e nitrogênio, fortalecendo o crescimento e a produtividade.
  • SelênionSD: desenvolvido para a fase de enchimento de grãos, combina potássio, enxofre, magnésio, boro e selênio, proporcionando até 30% mais eficiência na adubação complementar, além de oferecer efeito antioxidante, aumentando a resiliência das plantas em situações de estresse.
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Linha Special Dry atende múltiplas culturas

A linha atende não apenas soja e milho, mas também trigo, café, cana, citros e algodão, alinhando soluções inovadoras às demandas reais do campo. Para Vidotto, “o grande diferencial da Special Dry é oferecer ferramentas seguras, práticas e eficientes, que geram retorno e sustentam altas produtividades”.

Compromisso com inovação e sustentabilidade

Com a linha Special Dry, a Fortgreen reforça seu compromisso de fornecer tecnologias avançadas, que permitem aos produtores maximizar a produtividade, equilibrar a nutrição das culturas e enfrentar os desafios do agronegócio moderno de forma eficiente e sustentável.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Déficit de armazenagem de grãos no Brasil exige R$ 148 bilhões em investimentos e acende alerta logístico para safra 2025/26

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O Brasil precisará investir cerca de R$ 148 bilhões para zerar o déficit de armazenagem de grãos na safra 2025/26, segundo estimativa da Kepler Weber, referência na América Latina em soluções de pós-colheita. O gargalo estrutural ameaça a eficiência logística do agronegócio e amplia os custos ao longo de toda a cadeia produtiva.

De acordo com dados da consultoria Cogo Inteligência de Mercado, a produção brasileira deve alcançar 357 milhões de toneladas de grãos na temporada 2025/26. No entanto, a capacidade estática de armazenagem no país está estimada em apenas 223 milhões de toneladas, gerando um déficit expressivo de aproximadamente 135 milhões de toneladas.

Gargalo histórico impacta competitividade

O CEO da Kepler Weber, Bernardo Nogueira, destaca que o problema é estrutural e já se tornou um dos principais entraves do agronegócio brasileiro.

Segundo ele, o volume que o país não consegue armazenar se aproxima da produção total de grãos da Argentina, evidenciando a dimensão do desafio. Apesar da alta eficiência produtiva dentro das propriedades rurais, o déficit no pós-colheita reduz a competitividade e gera perdas financeiras relevantes.

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Crescimento da produção supera expansão da armazenagem

Outro ponto crítico é o descompasso entre o avanço da produção e a expansão da infraestrutura. Enquanto a capacidade estática cresce cerca de 2,4% ao ano, a produção de grãos avança em ritmo superior, na casa de 4,4% ao ano.

Esse cenário agrava o déficit ao longo do tempo, principalmente em regiões estratégicas como o Mato Grosso, maior produtor de grãos do país e que concentra o maior número de unidades armazenadoras.

Armazenagem nas fazendas ainda é limitada

O levantamento também aponta a baixa participação das estruturas dentro das propriedades rurais. Atualmente, apenas 16% da capacidade de armazenagem brasileira está localizada nas fazendas, segundo dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

Em comparação, nos Estados Unidos esse percentual chega a cerca de 65%, o que garante maior autonomia ao produtor, melhora a gestão da comercialização e reduz a pressão sobre a logística.

Custos logísticos aumentam e pressionam o sistema

A falta de armazenagem adequada faz com que alternativas improvisadas sejam adotadas, como o uso de caminhões e estruturas temporárias. Na prática, isso transforma o transporte em extensão da armazenagem, elevando custos com frete, pressionando portos e comprometendo a eficiência operacional.

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Especialistas alertam que, sem um avanço consistente nos investimentos em infraestrutura de armazenagem — especialmente dentro das propriedades — o Brasil continuará enfrentando perdas, gargalos logísticos e redução de competitividade no mercado global de grãos.

Perspectiva para o setor

O cenário reforça a necessidade de políticas públicas, crédito direcionado e maior participação da iniciativa privada para ampliar a capacidade estática no país. A modernização do sistema de armazenagem é vista como etapa fundamental para sustentar o crescimento da produção agrícola brasileira nos próximos anos e garantir maior rentabilidade ao produtor rural.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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