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FPA quer mais dinheiro para o seguro rural por causa das intempéries climáticas

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A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) propôs um conjunto de emendas ao projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2024 para salvaguardar a produção do setor agropecuário. Os deputados solicitam a inclusão de quatro emendas fundamentais na legislação que irá estabelecer o orçamento do próximo ano.

Um dos principais pontos propostos pela bancada é o aumento do montante orçamentário destinado ao Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR). Este seguro visa minimizar as perdas dos produtores rurais decorrentes de eventos climáticos adversos e auxiliar na recuperação do capital investido nas plantações em casos de danos.

Nos últimos meses, o país foi afetado por uma série de eventos climáticos, incluindo ciclones no Sul e ondas de calor em diversas regiões do Brasil. De acordo com a argumentação da FPA, os custos para a concessão do prêmio aumentaram devido à intensificação e frequência desses eventos, como a seca histórica na Amazônia e as enchentes que devastaram cidades no Sul do país. Diante disso, os recursos públicos destinados ao auxílio dos agricultores precisam ser ampliados.

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Os autores das emendas são os deputados Sérgio Souza (MDB-PR), Pedro Lupion (PP-PR), que também é o presidente da bancada, e o deputado Alceu Moreira (MDB-RS).

Já a Comissão de Agricultura e Reforma Agrária do Senado Federal (CRA) aprovou emendas apresentadas em um relatório elaborado pelo senador Jaime Bagatolli (PL-RO), as quais abordam incentivos à produção rural. Este relatório também será analisado pela Comissão Mista de Orçamento (CMO).

Segundo o gabinete do presidente da frente ruralista, Pedro Lupion, a emenda solicita a eliminação de limitações para os recursos destinados ao seguro. Isso significa que, mesmo que a receita não alcance o previsto, os recursos destinados ao seguro devem ser garantidos.

Fonte: Pensar Agro

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Dólar opera próximo de R$ 5,21 e mercado acompanha payroll dos EUA; Ibovespa busca recuperação nesta quinta-feira

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O mercado financeiro iniciou esta quinta-feira (2) com investidores concentrando as atenções na divulgação do relatório oficial de empregos dos Estados Unidos (Payroll), considerado um dos indicadores mais importantes para as decisões de política monetária do Federal Reserve (Fed).

Após encerrar a quarta-feira em alta de 0,90%, cotado a R$ 5,2094, o dólar comercial apresenta oscilações próximas desse patamar nas primeiras negociações do dia, refletindo a cautela dos investidores antes da divulgação dos dados do mercado de trabalho norte-americano. No mercado internacional, a moeda americana permanece relativamente fortalecida diante da expectativa de manutenção dos juros elevados por mais tempo, caso o emprego continue aquecido.

Já o Ibovespa, principal índice da Bolsa brasileira, tenta recuperar parte das perdas registradas na sessão anterior, quando fechou em 171.689 pontos, com queda de 0,20%. O desempenho da bolsa continua sendo influenciado tanto pelo cenário externo quanto pelo comportamento das commodities, especialmente minério de ferro e petróleo, além das expectativas para os juros no Brasil e nos Estados Unidos.

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Payroll é o principal evento do dia

O relatório de emprego dos Estados Unidos pode alterar significativamente o comportamento dos mercados globais.

Caso os números venham acima das expectativas, aumenta a percepção de que o Federal Reserve poderá manter uma postura mais restritiva em relação aos juros, fortalecendo o dólar frente às principais moedas e pressionando mercados emergentes como o Brasil.

Por outro lado, um resultado mais fraco tende a ampliar as apostas de cortes de juros nos próximos meses, favorecendo ativos de maior risco, incluindo ações brasileiras, commodities e moedas de países emergentes.

Mercado brasileiro acompanha cenário externo

Além do Payroll, investidores seguem atentos aos indicadores econômicos domésticos e ao ambiente fiscal brasileiro. O comportamento do câmbio continua sendo um dos principais fatores acompanhados pelo agronegócio, já que influencia diretamente a competitividade das exportações de soja, milho, café, carnes, açúcar, algodão e celulose.

Um dólar mais valorizado tende a favorecer as receitas dos exportadores brasileiros, enquanto a queda da moeda americana reduz custos de importação de fertilizantes, defensivos agrícolas, máquinas e outros insumos utilizados pelo setor.

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Fechamento da última sessão
  • Dólar Comercial
    • Fechamento: R$ 5,2094
    • Variação diária: +0,90%
    • Acumulado da semana: +0,82%
    • Acumulado do mês: +0,90%
    • Acumulado de 2026: -5,09%
  • Ibovespa
    • Fechamento: 171.689 pontos
    • Variação diária: -0,20%
    • Acumulado da semana: -0,93%
    • Acumulado do mês: -0,20%
    • Acumulado de 2026: +6,56%
Perspectivas para o dia

Os mercados devem permanecer voláteis ao longo desta quinta-feira, principalmente após a divulgação do Payroll americano. A combinação entre os dados de emprego, as expectativas para os juros nos Estados Unidos e o comportamento das commodities continuará determinando o rumo do dólar, da Bolsa brasileira e dos ativos ligados ao agronegócio nas próximas sessões.

Fonte: Portal do Agronegócio

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