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Friboi é hexacampeã em carnes e bicampeã em churrasco no Top of Mind 2025

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A Friboi, líder no setor de carne bovina no Brasil, celebra mais um marco em sua trajetória: pela sexta vez, e quinta consecutiva, a marca é eleita a mais lembrada pelos brasileiros na categoria carnes. Além disso, conquistou o bicampeonato na categoria churrasco, segundo a edição 2025 da pesquisa Top of Mind, uma das mais respeitadas do país em lembrança de marca.

Estratégia de segmentação e especialização em consumo

O reconhecimento reforça a estratégia da Friboi de se posicionar como referência não apenas em qualidade e procedência, mas também como especialista em diferentes ocasiões de consumo. A quinta vitória consecutiva na categoria principal confirma a credibilidade da marca junto aos consumidores, enquanto o bicampeonato em churrasco evidencia a excelência de seus produtos voltados a essa ocasião específica.

Renato Costa, CEO da Friboi, afirma:

“A Friboi é especialista em carne e segmenta suas marcas por ocasião de consumo. Maturatta Friboi é a marca do churrasco, com cortes maturados especiais que garantem maciez e sabor. Ano após ano, investimos em qualidade, tecnologia e inovação para consolidar nossa posição no mercado de carne bovina.”

Churrasco: paixão nacional e pilar da marca

O churrasco, tradição no Brasil, é um dos principais pontos de conexão da marca com o consumidor. Para Anne Napoli, diretora de Marketing da Friboi:

“O brasileiro ama carne, e o sinônimo de uma boa carne é o churrasco, que une alegria, prazer, sabor e suculência. Esses reconhecimentos comprovam nosso compromisso contínuo com a excelência, desde a fazenda até a mesa do consumidor.”

A Friboi oferece um portfólio completo, atendendo tanto o consumo diário quanto momentos especiais de celebração, reforçando a versatilidade e a qualidade de seus produtos.

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Sobre a pesquisa Top of Mind

O Top of Mind é baseado em entrevistas presenciais individuais, com metodologia quantitativa que abrange cerca de 8.000 pessoas em todo o Brasil. Os resultados refletem os hábitos de consumo atuais e apontam as marcas e serviços mais presentes no dia a dia dos brasileiros.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Com custos em alta, eficiência passa a definir competitividade no agro

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A combinação de juros elevados, custos de produção pressionados, instabilidade geopolítica e preços mais baixos das commodities tem imposto desafios adicionais ao agronegócio brasileiro em 2026. Na Bahia, porém, produtores apostam em ganhos de produtividade, tecnologia e gestão para atravessar um dos cenários mais complexos dos últimos anos sem comprometer a expansão da atividade. A estratégia ganha relevância às vésperas da Bahia Farm Show, principal feira agrícola do Norte e Nordeste, que começa nesta semana em Luís Eduardo Magalhães.

O desafio não é pequeno. O aumento dos custos dos fertilizantes, impulsionado pelas tensões no Oriente Médio e pela valorização do petróleo, se soma ao crédito rural mais caro e às incertezas sobre o comportamento do clima na próxima safra. Ao mesmo tempo, produtores convivem com margens mais apertadas diante da acomodação dos preços internacionais da soja, do milho e do algodão.

Mesmo assim, o agro baiano chega ao novo ciclo sustentado por um diferencial que tem chamado a atenção do setor: o avanço consistente da produtividade. No Oeste da Bahia, principal fronteira agrícola do estado, a produção de soja registrou recordes sucessivos de rendimento nos últimos anos, resultado da adoção de novas tecnologias, melhor manejo agronômico e investimentos em genética e agricultura de precisão.

Os números ajudam a explicar o otimismo cauteloso dos produtores. Em 2025, a Bahia colheu uma safra recorde superior a 12,8 milhões de toneladas de grãos, com crescimento de 12,8% sobre o ano anterior. A soja alcançou 8,6 milhões de toneladas, avanço de 14,3%, enquanto o milho cresceu 18,2%. O algodão, uma das principais culturas de exportação do estado, também ampliou sua produção.

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Para a safra 2025/26, as projeções apontam um novo avanço. Levantamentos do setor indicam que a produção baiana de grãos e fibras poderá superar 14 milhões de toneladas, consolidando a liderança do estado dentro da região do Matopiba, considerada a principal fronteira de expansão agrícola do país.

O desempenho do campo já vem refletindo diretamente na economia estadual. Dados da Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia mostram que a agropecuária cresceu 12,4% no quarto trimestre de 2025, desempenho muito superior ao avanço de 2,3% registrado pelo Produto Interno Bruto (PIB) da Bahia no mesmo período. O Valor Bruto da Produção agropecuária alcançou R$ 4,9 bilhões no trimestre, confirmando o papel do setor como principal motor da economia baiana.

Além das lavouras de grãos, outras cadeias vêm reforçando a diversificação do agro estadual. A produção de café avançou 5,1% em 2025, enquanto a cacauicultura registrou crescimento de 7%, beneficiada pela forte demanda internacional e pelos elevados preços da commodity. Na pecuária, o aumento dos abates e da produção de leite também contribuiu para sustentar a renda no interior do estado.

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O principal desafio agora é manter a competitividade diante da escalada dos custos. Lideranças do setor avaliam que o produtor precisará ser ainda mais eficiente na gestão financeira, antecipando compras de insumos, reduzindo desperdícios e utilizando ferramentas de comercialização capazes de proteger margens. A palavra de ordem passou a ser planejamento.

Ao mesmo tempo, cresce a preocupação com fatores que escapam ao controle das fazendas. O comportamento do clima, a volatilidade dos mercados internacionais e possíveis interrupções nas cadeias globais de fertilizantes continuam no radar dos produtores. Para especialistas, a capacidade de combinar produtividade elevada com gestão de risco será decisiva para determinar quem conseguirá atravessar o atual ciclo de incertezas.

Se há um consenso entre lideranças do setor, é que a Bahia deixou de competir apenas pela expansão de área. O avanço do agro estadual passa cada vez mais pela capacidade de produzir mais por hectare, com maior eficiência e menor custo. Em um ambiente de margens pressionadas, a produtividade deixou de ser apenas um diferencial competitivo para se tornar uma condição de sobrevivência

Fonte: Pensar Agro

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