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Fungicida multissítio eleva produtividade no feijão e combate doenças significativas

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Recentes ensaios técnicos realizados em Guarda-Mor, município mineiro reconhecido pela produção de feijão, destacaram os benefícios do fungicida protetor Fezan® Gold, da Sipcam Nichino Brasil, no controle de doenças como antracnose (Colletotrichum lindemuthianum) e mancha-angular (Phaeoisariopsis griseola). Essas doenças podem causar danos significativos à lavoura, resultando em perdas que variam de 70% a 100%, conforme explicou o engenheiro agrônomo Wellington Braz Alvarenga, responsável pelo desenvolvimento de mercado na empresa.

Durante os testes, o fungicida Fezan® Gold foi comparado ao tratamento padrão utilizado pelos produtores, e os resultados mostraram um incremento na produtividade. A média de produção foi de 54,4 sacas por hectare com o uso de Fezan® Gold, superando as 51,9 sacas por hectare obtidas com o tratamento convencional. Esses dados foram coletados em uma região de alta produtividade do estado de Minas Gerais, onde as condições para o cultivo de feijão são favoráveis.

Segundo Alvarenga, o sucesso do Fezan® Gold pode ser atribuído à sua composição inovadora. “Fezan® Gold é o primeiro fungicida do mercado a combinar em uma única formulação as propriedades sistêmica e protetora com ação multissítio”, afirmou o agrônomo. Ele destacou que essa característica única torna o produto uma opção estratégica crescente para os produtores de feijão no combate às doenças fúngicas.

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Além de Fezan® Gold, o fungicida Vitene®, também da Sipcam Nichino, desempenha um papel crucial no controle das doenças. Com sua ação sistêmica e longa duração residual, Vitene® é rapidamente absorvido pela planta e resiste à ação da chuva, permitindo sua aplicação preventiva ou nos primeiros sinais de infecção. Alvarenga explicou que a combinação dos fungicidas, com alternância de ingredientes ativos, contribui para uma gestão eficaz da resistência dos fungos, essencial para o sucesso no manejo das doenças.

Vitene® é descrito pela Sipcam Nichino como um fungicida multicultura, pertencente aos grupos das estrobilurinas e triazois. Aplicado corretamente, ele penetra e se redistribui nas folhas do feijoeiro, oferecendo alta seletividade à cultura. “Os benefícios do Vitene® incluem sua formulação com azoxistrobina e difenoconazol, que garantem um controle eficiente e duradouro”, concluiu Alvarenga.

Com o uso dessas soluções inovadoras, os produtores de feijão podem esperar uma proteção mais eficaz contra as doenças e um aumento significativo na produtividade, consolidando as práticas de manejo sustentável e estratégico no campo.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Milho ganha força com demanda aquecida e exportações, mas clima segue no radar para a safra 2026/27

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O mercado brasileiro de milho vive um momento de sustentação dos preços, impulsionado pela demanda doméstica aquecida, pelo ritmo das exportações e pelas incertezas climáticas que cercam a próxima safra. A avaliação faz parte do relatório Agro Mensal, divulgado pela Consultoria Agro do Itaú BBA, que destaca um ambiente de maior atenção dos agentes do mercado diante dos desafios para o ciclo 2026/27.

Mesmo com o avanço da colheita da segunda safra, considerada uma das mais importantes para o abastecimento nacional, os preços seguem encontrando suporte na forte demanda dos setores de proteína animal, etanol de milho e exportação.

Segundo os analistas, a dinâmica do mercado indica que a disponibilidade do cereal deve aumentar nos próximos meses, mas fatores climáticos e logísticos continuarão influenciando a formação dos preços.

Demanda doméstica continua sendo principal sustentação

A indústria de carnes, especialmente os segmentos de aves e suínos, mantém elevado consumo de milho para ração. Além disso, o crescimento da produção de etanol de milho segue ampliando a participação do cereal na matriz energética brasileira.

Esse cenário contribui para absorver parte importante da oferta gerada pela safrinha, reduzindo a pressão de baixa sobre os preços mesmo em um período de maior entrada do produto no mercado.

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As exportações também permanecem como um componente relevante para o equilíbrio entre oferta e demanda, favorecidas pela competitividade do milho brasileiro no mercado internacional.

El Niño aumenta preocupação com a próxima temporada

Embora o cenário atual seja relativamente confortável para o abastecimento, o mercado já começa a monitorar os impactos do fenômeno El Niño sobre a safra 2026/27.

De acordo com o Itaú BBA, a confirmação do fenômeno climático eleva os riscos para o calendário agrícola brasileiro, especialmente em regiões do Centro-Oeste, Norte e Nordeste.

A preocupação está relacionada principalmente à possibilidade de irregularidade das chuvas e ao encurtamento da janela ideal de plantio da próxima safra, fatores que podem comprometer o potencial produtivo do cereal.

Além dos desafios climáticos, os produtores também enfrentam um ambiente de custos ainda elevados, exigindo maior planejamento e gestão de risco para a próxima temporada.

Oferta da safrinha deve ampliar disponibilidade do cereal

Com o avanço da colheita da segunda safra, a tendência é de aumento gradual da oferta física de milho no mercado interno durante os próximos meses.

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Apesar desse movimento, a expectativa é de que a demanda consistente limite quedas mais acentuadas nas cotações, especialmente em regiões com forte presença da indústria de proteína animal e das usinas de etanol de milho.

Outro fator que segue no radar é o comportamento do dólar, que influencia diretamente a competitividade das exportações brasileiras e a formação dos preços domésticos.

Mercado deve seguir atento ao clima e ao cenário global

Além das condições climáticas no Brasil, os agentes acompanham o desenvolvimento das lavouras nos Estados Unidos, principal produtor mundial do cereal. Alterações no potencial produtivo norte-americano podem gerar reflexos diretos nos preços internacionais e, consequentemente, no mercado brasileiro.

Para o Itaú BBA, o milho entra no segundo semestre com fundamentos relativamente positivos, mas em um ambiente que exige atenção redobrada ao clima, à evolução da demanda e ao comportamento das exportações.

Diante desse cenário, a gestão comercial e o monitoramento dos riscos climáticos serão determinantes para produtores e investidores do setor ao longo dos próximos meses.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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