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Geopolítica e Macroeconomia: A Tensão entre EUA e China e seus Reflexos no Agronegócio – Marcos Troyjo no hsm+Agro 2025

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O impacto dessas mudanças é profundo, atingindo diretamente a economia global e, particularmente, o setor agropecuário. Para entender como esse cenário afeta o Brasil, o ex-presidente do banco do BRICS, Marcos Troyjo, vai discutir o tema no hsm+Agro 2025, um dos maiores eventos de negócios agro da América Latina, que acontecerá em 12 de agosto, em Brasília.

Geopolítica em Transformação: O Impacto das Tensões EUA-China

A tensão crescente entre os Estados Unidos e a China tem gerado importantes mudanças no equilíbrio de poder global, com reflexos diretos no comércio internacional e na economia dos países emergentes. Essa dinâmica é uma das principais fontes de volatilidade, especialmente para o agronegócio brasileiro, que depende de relações comerciais estáveis com essas potências.

Para Marcos Troyjo, entender o contexto geopolítico atual é fundamental para traçar estratégias que mitiguem os efeitos dessa instabilidade. O especialista destaca que a atual disputa comercial entre as duas maiores economias do mundo não apenas afeta o Brasil, mas também reverbera globalmente, influenciando decisões políticas e econômicas em diversas partes do planeta.

Marcos Troyjo no hsm+Agro 2025: Uma Visão Estratégica

Marcos Troyjo, um dos palestrantes confirmados para o hsm+Agro 2025, é amplamente reconhecido por sua expertise em temas internacionais. Ex-presidente do New Development Bank (NDB), o banco dos BRICS, Troyjo trará uma visão estratégica para empresários e governantes sobre como lidar com a volatilidade do cenário global.

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Com uma carreira sólida, que inclui doutorado e pós-doutorado em sociologia das relações internacionais e estudos globais, além de experiência como secretário especial de comércio exterior e assuntos internacionais do Ministério da Economia, Troyjo é uma das maiores referências em geopolítica e economia global.

hsm+Agro 2025: O Maior Evento de Negócios Agro da América Latina

O hsm+Agro 2025 é um evento inovador, que reunirá 1.000 participantes entre produtores rurais, empresários, executivos, e autoridades do setor. Com o objetivo de debater os principais desafios e oportunidades do agronegócio, o evento contará com palestras, rodadas de negócios, exposição de produtos, além de experiências imersivas e apresentações de cases de sucesso.

A palestra de Troyjo sobre “Geopolítica & Cenário Macroeconômico” será um dos destaques do evento, proporcionando uma análise aprofundada sobre os impactos das tensões internacionais e as perspectivas para o futuro da economia brasileira, especialmente para o agronegócio.

Oportunidades de Networking e Inovação no Setor Agro

Além das palestras, o hsm+Agro 2025 contará com um espaço dedicado para rodadas de negócios e networking, oferecendo aos participantes a oportunidade de conectar-se com líderes de entidades de classe, investidores e representantes do governo. O evento será uma plataforma essencial para o desenvolvimento de novas parcerias e para o fortalecimento do ecossistema agroempresarial.

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Apresentado pelo Sicredi, a maior instituição financeira cooperativa do Brasil, o evento se posiciona como um marco para o setor agropecuário, reunindo os principais players da indústria e promovendo o debate sobre os futuros desafios e tendências do setor.

Em um momento de instabilidade geopolítica e macroeconômica, o hsm+Agro 2025 se apresenta como uma oportunidade única para entender as dinâmicas globais e seus impactos no agronegócio brasileiro. Com a presença de Marcos Troyjo, o evento proporcionará insights valiosos para ajudar os profissionais do setor a tomar decisões estratégicas diante das mudanças no cenário internacional.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Chuva forte pode atrasar plantio e colheitas no Centro-Sul

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A semana começa com chuva em importantes regiões agrícolas do Brasil e efeitos distintos sobre o calendário das lavouras. A partir deste domingo (04.10), as instabilidades atingem áreas do Centro-Oeste, Sudeste e Sul, além de partes do Norte e do Nordeste. Para quem inicia a safra de verão, a água ajuda a recuperar a umidade necessária à semeadura. Onde o solo já está saturado, porém, novos episódios de chuva podem paralisar máquinas, atrasar o plantio e dificultar a retirada dos grãos ainda no campo.

Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), o início da semana terá condições para tempestades, com rajadas de vento e possibilidade de granizo em algumas áreas. A intensidade e a distribuição das precipitações variam entre as regiões, exigindo decisões conforme a situação de cada propriedade.

No Centro-Oeste, há previsão de chuva neste domingo em Mato Grosso, Goiás, Distrito Federal e Mato Grosso do Sul, com intensificação das instabilidades na segunda-feira, 5. O sul de Mato Grosso do Sul está entre as áreas sob maior atenção para temporais.

A chegada da água ocorre em momento decisivo para a soja. No acompanhamento divulgado em 28 de setembro, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) informou que as chuvas haviam permitido ampliar a semeadura em áreas de Mato Grosso que dependem das precipitações. Em Mato Grosso do Sul, a implantação também começava a avançar, enquanto Goiás registrava operações pontuais, principalmente sob irrigação.

O desafio para o produtor é aproveitar a umidade sem antecipar a entrada das máquinas em terrenos sem condições de tráfego. Chuvas concentradas podem interromper a semeadura e os tratamentos das lavouras. A persistência da água no solo, por sua vez, precisa ser observada antes de retomar as operações.

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No Sudeste, as instabilidades alcançam São Paulo, áreas de Minas Gerais e Rio de Janeiro no começo da semana. No Espírito Santo, a previsão aponta precipitações mais isoladas. A chuva pode beneficiar a implantação das culturas de verão, mas exige atenção onde ainda há colheitas.

Em São Paulo, a Conab já registrava dificuldades para a entrada de colhedoras em áreas de milho por causa do encharcamento. Também apontava danos à qualidade do trigo em maturação e colheita. Novas precipitações podem prolongar essas interrupções nas propriedades afetadas.

A situação do milho safrinha, contudo, deve ser dimensionada: 99,5% da área acompanhada pela companhia estava colhida no levantamento de 28 de setembro. Os trabalhos restantes se concentravam em São Paulo e no Paraná. Nos principais polos do Centro-Oeste, a retirada do cereal já havia terminado.

No Sul, os cuidados se dividem entre a implantação da nova safra e as lavouras de inverno. Santa Catarina e partes do Rio Grande do Sul também têm previsão de chuva e trovoadas. O excesso de umidade já havia reduzido o ritmo do plantio de milho e interrompido operações de semeadura do arroz em áreas gaúchas.

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O trigo permanece vulnerável. Além de dificultar a colheita, períodos úmidos favorecem doenças e podem comprometer a qualidade dos grãos. Em Santa Catarina, o monitoramento da Conab destacava a pressão de doenças nas lavouras; no Rio Grande do Sul, havia preocupação com os efeitos das chuvas sobre áreas em fase reprodutiva.

No Norte, as pancadas atingem áreas do Amazonas, Rondônia e Tocantins. No Nordeste, a chuva é mais localizada, com possibilidade de precipitações no oeste da Bahia e em partes do Maranhão e do Piauí, enquanto setores do interior permanecem com tempo firme.

Para a região agrícola formada por Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia, a regularidade das precipitações continua decisiva. O boletim de setembro da Conab mostrou que as primeiras chuvas haviam sido insuficientes para recompor a água no solo e permitir o plantio na maioria das áreas sem irrigação. Já o milho de terceira safra apresenta situações diferentes: no oeste baiano, áreas irrigadas tiveram bons resultados, enquanto a estiagem comprometeu lavouras no Nordeste da Bahia.

O planejamento da semana dependerá, portanto, da combinação entre previsão local, umidade do terreno e estágio da cultura. Onde falta água, a chuva pode abrir a oportunidade de plantar. Onde ela já sobra, preservar o solo e esperar condições adequadas para as máquinas será determinante para evitar novos prejuízos.

Fonte: Pensar Agro

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