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Gestão inteligente e tecnologia impulsionam nova era da pecuária de corte no Brasil

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A pecuária de corte brasileira está entrando em um novo ciclo de eficiência e rentabilidade, impulsionado pelo uso estratégico de dados e tecnologia. Na 4ª edição do JetBov Day, realizada em São Paulo, especialistas e produtores discutiram como a gestão inteligente vem redefinindo o setor, priorizando tomada de decisão assertiva, controle de custos e maximização da lucratividade sem necessariamente aumentar a escala de produção.

O CEO da JetBov, Xisto Alves, destacou que “a lucratividade não vem apenas de produzir mais, mas de produzir com inteligência, combinando eficiência e estratégia para decisões mais assertivas”. Segundo ele, a aplicação consistente de conceitos de eficiência (fazer bem-feito com menos recursos) e eficácia (atingir os objetivos) é fundamental para o sucesso do pecuarista moderno.

Diagnóstico de maturidade e soluções digitais

Entre as ferramentas apresentadas, o Diagnóstico de Maturidade em Pecuária 5.0, baseado em inteligência artificial, se destacou por identificar o estágio de gestão da fazenda e sugerir ações estratégicas de melhoria. A ferramenta transforma respostas simples em relatórios personalizados, permitindo que produtores visualizem oportunidades de otimização e reforcem o papel da tecnologia como aliada estratégica.

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Expansão regional e proximidade com o produtor

A proximidade com o produtor é outro pilar da estratégia da JetBov. A coordenadora de canais, Ariane Silva, explicou como as franquias funcionam como pontos de conexão, gerando valor, relacionamento e suporte técnico.

Atualmente, a empresa conta com bases em Maringá (PR), Nova Andradina (MS), Vilhena (RO), Boa Vista (RR), Marabá (PA) e Goiânia (GO). Em setembro, a JetBov captou R$ 1,6 milhão via EqSeed, que será investido na expansão das franquias, fortalecendo a capilaridade e qualidade no atendimento.

Inovação tecnológica e automação no campo

A tecnologia teve papel central no evento. O CTO, Sérgio Hilton Berlotto Junior, apresentou novidades da plataforma JetBov para 2025, incluindo:

  • Aplicativo JetBov do Gestor: usa inteligência artificial para relatórios estratégicos e atuação analítica.
  • Integração via API: amplia autonomia do usuário e personalização da análise de dados.
  • JetBov de Curral: atualização do antigo JetBov de Campo, com maior desempenho e compatibilidade com balanças e bastões.

Segundo Berlotto, a missão da empresa é simplificar a gestão rural e ajudar o pecuarista a alcançar seu melhor desempenho, alinhando tecnologia às necessidades de cada fazenda.

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Casos práticos e decisões baseadas em dados

Três cases de sucesso evidenciaram o impacto da gestão orientada por dados:

  • Diógenes Cardoso, da Base JetBov de Boa Vista (RR), mostrou como a integração entre consultoria e sistema de gestão ampliou resultados.
  • Guilherme Galan, da Base de Maringá (PR), destacou estratégias em fazendas de alta performance com foco em inteligência de dados.
  • Amália Sechis, fundadora da Beef Passion, relatou como a gestão estratégica consolidou seu modelo premium de produção de carne.

O debate final, mediado por Xisto Alves, tratou da tomada de decisão na era da automação, reforçando que o uso de dados já é realidade nas fazendas mais competitivas do país.

1ª Convenção das Bases: alinhamento e reconhecimento

Na véspera do evento, a JetBov promoveu a 1ª Convenção das Bases, exclusiva para franqueados, com o objetivo de alinhamento estratégico, fortalecimento da cultura da marca e reconhecimento dos parceiros. Xisto Alves reforçou que “quem se adapta com inteligência, gestão e tecnologia lidera a nova era da pecuária brasileira”.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Volatilidade do diesel expõe custos ocultos na logística e pressiona gestão de frotas no Brasil

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A instabilidade no preço do petróleo no mercado internacional e seus reflexos diretos sobre o diesel têm ampliado a pressão sobre empresas de transporte e logística em todo o Brasil. Em um setor altamente dependente do combustível, qualquer variação impacta de forma imediata os custos operacionais e a competitividade das operações.

Diesel pode representar até um terço dos custos do transporte

O diesel é um dos principais componentes da estrutura de custos do transporte rodoviário, podendo responder por cerca de um terço das despesas totais de uma operação. Nesse contexto, oscilações de preço são um desafio constante para gestores logísticos.

No entanto, especialistas destacam que o impacto financeiro vai além da variação do mercado. Muitos operadores ainda enfrentam perdas internas relacionadas à falta de controle no abastecimento, o que amplia o efeito da alta dos preços.

Falhas de registro, abastecimentos fora do padrão, inconsistências de medição e desperdícios operacionais são exemplos de problemas que, apesar de muitas vezes não serem percebidos imediatamente, podem gerar prejuízos significativos ao longo do tempo.

Perdas operacionais podem ser maiores que o impacto do preço

Segundo o especialista em operações logísticas Nelson Margarido, diretor operacional da Korth, momentos de alta no diesel acabam evidenciando fragilidades já existentes nas empresas.

“Quando o diesel sobe, a atenção se volta naturalmente para o preço do combustível. Mas esse também é um momento estratégico para analisar se o consumo está alinhado à operação e se existem perdas que podem ser evitadas com mais controle e rastreabilidade”, afirma.

De acordo com ele, muitas dessas perdas não aparecem de forma clara nos indicadores financeiros tradicionais, o que dificulta a identificação de falhas e a adoção de medidas corretivas.

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Falta de controle manual amplia riscos na operação

Em operações que ainda utilizam processos manuais ou sistemas pouco integrados, pequenas divergências entre o volume abastecido e o consumo esperado podem se acumular ao longo do tempo.

Essa falta de visibilidade compromete a gestão eficiente da frota e dificulta a identificação de padrões de desperdício, impactando diretamente a rentabilidade do negócio.

Tecnologia ganha espaço na gestão de abastecimento

Diante desse cenário, cresce a adoção de soluções tecnológicas voltadas ao monitoramento do consumo de combustível e à gestão do abastecimento.

A digitalização dos processos permite o registro e a validação das informações em tempo real, reduzindo erros operacionais e aumentando a confiabilidade dos dados utilizados na tomada de decisão.

Com maior rastreabilidade, empresas conseguem identificar desvios com mais precisão e atuar de forma preventiva na redução de desperdícios.

Combustível passa a ser indicador estratégico da operação

Para especialistas do setor, o combustível deixa de ser apenas uma despesa operacional e passa a ser um indicador estratégico da eficiência da frota.

“O preço do diesel é uma variável externa. Já o controle do abastecimento é um processo interno que pode ser monitorado e aprimorado continuamente. Quanto maior a visibilidade sobre os dados, maior a capacidade de reduzir perdas e aumentar a eficiência”, destaca Margarido.

Eficiência operacional será diferencial competitivo

Em um cenário de custos elevados e margens pressionadas, a eficiência operacional tende a se tornar um dos principais diferenciais competitivos no setor de transporte e logística.

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Empresas que investem em controle, rastreabilidade e análise de dados conseguem transformar informações operacionais em inteligência estratégica, ganhando mais previsibilidade e resistência às oscilações do mercado de combustíveis.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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