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Gira Internacional Hereford 2025 reúne Brasil, Argentina e Uruguai para troca técnica sobre bovinocultura
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Entre os dias 11 e 13 de junho, a Gira Internacional Hereford 2025 reúne criadores, técnicos e profissionais da cadeia da carne em um evento que integra três países do Mercosul: Brasil, Argentina e Uruguai. A iniciativa promove visitas a propriedades selecionadas, com o objetivo de compartilhar conhecimentos sobre manejo, seleção genética e estratégias de produção da raça Hereford.
Foco no intercâmbio técnico e alinhamento de práticas
Voltado para criadores, estudantes e especialistas ligados à bovinocultura, o evento busca incentivar o intercâmbio técnico entre os países participantes. A proposta é alinhar práticas adotadas nas diferentes regiões e fortalecer a uniformidade dos critérios de avaliação e desempenho dos animais, impulsionando a qualidade da produção de carne.
Roteiro detalhado da Gira Hereford 2025
- 11 de junho (quarta-feira):
- Início na Argentina, com visita ao Estabelecimento Aguaceritos às 9h. À noite, no Brasil, acontece um jantar de confraternização às 20h.
- 12 de junho (quinta-feira):
- Visitas no Brasil, começando pela Estância São Joaquim às 8h, seguida pela Cabanha São Fernando às 10h e pela Cabanha Touro Passo às 14h30.
- 13 de junho (sexta-feira):
- Encerramento no Uruguai, com visitas à Santa María del Arapey, em Baltasar Brum, às 8h, e à propriedade Pingo Viejo às 14h.
Importância do evento para a cadeia Hereford no Mercosul
Eduardo Soares, presidente da Associação Brasileira de Hereford e Braford (ABHB), destaca o valor da gira para o setor:
“Brasil, Uruguai e Argentina estarão juntos em três dias de intensa troca técnica. É uma oportunidade para identificar boas práticas e avançar na consolidação da raça Hereford como referência na produção de carne de qualidade no Mercosul.”
Organização e objetivos do evento
A Gira Internacional Hereford é organizada em conjunto pelas entidades nacionais que representam os criadores da raça nos três países. O evento integra o calendário técnico da raça e tem como objetivo fortalecer sistemas produtivos que valorizem a adaptabilidade genética, o rendimento e a padronização racial da Hereford na região.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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Conheça a história de uma aquicultora que vive na região da pérola do Tapajós
Era apenas um passatempo em 2009, mas, aos poucos, ganhou espaço na rotina e se transformou em uma atividade que hoje envolve toda a família. Vilma Clea Oliveira da Silva, 64 anos, começou a criar peixes em uma barragem de grande porte sem pretensão comercial, para consumo próprio e para observar o desenvolvimento dos animais. Foi justamente a curiosidade do que acontecia dentro dos tanques que despertou o interesse pela aquicultura. Com o passar do tempo, a observação do dia a dia e o rendimento da criação fizeram com que ela percebesse que havia uma possibilidade de trabalho. A experiência que nasceu de maneira simples levou Vilma a buscar conhecimento e a investir cada vez mais na criação de peixes.
É olhando exatamente para as águas da Amazônia que a aquicultora enxerga uma das maiores possibilidades para o futuro. Seu sonho é que os rios da região possam ser mais bem aproveitados, sempre dentro das regras ambientais e de forma responsável. “Nós temos dois grandes rios, o Amazonas e o Tapajós”, destaca ao falar sobre o potencial que vê.
Esse olhar para o futuro também se estende à própria família. Os filhos seguem próximos da aquicultura e ajudam de maneiras diferentes. A filha, que está se formando em medicina, contribui principalmente na parte clínica e laboratorial, enquanto o filho participa das atividades práticas do dia a dia relacionadas ao cultivo nos tanques. Assim, aquilo que começou como uma experiência pessoal foi gradualmente se tornando também uma vivência compartilhada entre gerações.

- Vilma Clea Oliveira da Silva
Se a continuidade da atividade passa pela família, Vilma acredita que também depende de quem está chegando agora. Para os jovens que pensam em trabalhar com aquicultura, ela recomenda buscar conhecimento e qualificação. Há caminhos de formação ligados à área, como o curso de Engenharia de Pesca da Universidade Federal do Oeste do Pará (Ufopa) e capacitações em Aquicultura oferecidas pelo Instituto Federal do Pará (IFPA). Investir em conhecimento significa também ampliar a capacidade de quem trabalha diretamente com a criação de peixes e de quem poderá ajudar outros produtores a enfrentarem os desafios da atividade.
Aquicultura é o cultivo de organismos aquáticos com alimentação controlada, monitoramento constante e boas práticas de produção. A atividade pode ser realizada em águas marinhas e continentais. Dentro de espaços como rios, lagos, reservatórios, utilizando água destes em viveiros escavados em terra ou em aquários. Há diversas formas de cultivo e diversas espécies.
ASCOM
Ministério da Pesca e Aquicultura
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