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Grupo Ouro Verde Florestal se Estabelece como Referência no Setor com Soluções Sustentáveis do Plantio à Colheita

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O Grupo Ouro Verde Florestal, com sede em Minas Gerais, consolida-se como um dos principais players do setor florestal brasileiro, oferecendo soluções completas e inovadoras que abrangem todas as etapas da cadeia produtiva, do plantio à colheita. Com 5 mil hectares dedicados ao cultivo de eucalipto, o grupo tem como foco a produção de carvão vegetal para a siderurgia, além de fornecer madeira para diversos processos, como biomassa e celulose. Em 2024, o grupo alcançou a produção de 240.000 m³ de carvão e forneceu 100.000 m³ de madeira para biomassa, utilizando 100% de matéria-prima de origem plantada, o que reflete seu compromisso com a sustentabilidade e a preservação ambiental.

Estrutura e Atuação Estratégica no Mercado Florestal

Com uma base sólida e estratégica em Minas Gerais, o grupo se destaca em um estado que lidera a produção de aço e possui a maior área de floresta cultivada do Brasil. Além disso, o grupo é responsável por 400 colaboradores, incluindo tanto efetivos quanto terceirizados, que atuam em unidades de produção distribuídas por diversos municípios do estado.

O sócio Cleuton Oliveira Teodoro enfatiza que, ao longo dos anos, o Grupo Ouro Verde Florestal se aprimorou no desenvolvimento de soluções inovadoras e sustentáveis, sempre buscando agregar valor ao setor. Ele também destaca a importância da colaboração entre os membros da sociedade, formada por Roniclei Teixeira Duarte, Volnei José Soares, Ricardo Steinmetz Vilela e Douglas Italo Fonseca, que, com mais de 20 anos de experiência no setor, uniram suas expertises para consolidar o grupo.

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Compromisso com a Sustentabilidade e Inovação

Desde sua fundação, em 2010, a Ouro Verde Florestal tem como prioridade a produção responsável e o respeito ao meio ambiente. Investindo constantemente em tecnologia e equipamentos de última geração, o grupo busca aumentar a eficiência de suas operações, tanto no plantio quanto na colheita e carbonização do eucalipto. Com unidades produtivas localizadas em diversas regiões de Minas Gerais, o grupo tem a capacidade de produzir até 20.000 m³ de carvão vegetal por mês, além de fornecer madeira para diferentes processos industriais.

“A atuação ao longo de toda a cadeia florestal, desde a produção da muda até a colheita e carbonização, nos permite controlar cada etapa do processo e garantir a máxima qualidade e eficiência”, afirma Volnei José Soares, sócio do grupo.

Benefícios dos Ativos Florestais para a Economia e o Meio Ambiente

Os ativos florestais desempenham um papel crucial para a economia, a sociedade e o meio ambiente. O Grupo Ouro Verde Florestal busca não apenas ser uma referência em termos de rentabilidade, mas também contribuir de maneira significativa para a preservação das florestas nativas. Como destaca o sócio Ricardo Steinmetz Vilela, as florestas plantadas são fundamentais para proteger as áreas nativas e desempenham um papel essencial no desenvolvimento socioeconômico das regiões em que estão inseridas, gerando empregos e melhorando os indicadores de qualidade de vida.

“A produção de carvão vegetal a partir de florestas plantadas é uma forma de garantir que a siderurgia utilize uma matéria-prima com impacto ambiental reduzido, em comparação com a produção tradicional de aço”, complementa Ricardo.

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Perspectivas de Crescimento: Expansão e Novos Investimentos

O Grupo Ouro Verde Florestal projeta um futuro promissor, com foco na ampliação de suas operações e na prestação de serviços de colheita florestal. Com a aquisição de um segundo módulo de colheita no sistema full tree, o grupo aumentará sua capacidade de produção, passando a colher até 50.000 m³ por mês. O sócio Douglas Italo Fonseca destaca que, embora a produção de carvão vegetal possa ter uma leve redução em 2025, a expansão na prestação de serviços de colheita florestal deve compensar essa queda e melhorar os resultados gerais.

“Estamos confiantes no setor florestal, especialmente na crescente demanda por madeira. Nosso investimento em tecnologia, em ativos florestais e em equipamentos de ponta nos permitirá continuar a oferecer soluções de alta qualidade e com impacto positivo para o meio ambiente e a sociedade”, afirma Douglas.

O Caminho para a Sustentabilidade no Setor Florestal

Com um olhar voltado para o futuro e um forte compromisso com a inovação e a sustentabilidade, o Grupo Ouro Verde Florestal se posiciona como uma referência no mercado florestal, não apenas pela eficiência em suas operações, mas também pelo impacto positivo que gera no meio ambiente e nas comunidades locais. Ao investir em tecnologia, gestão responsável e práticas sustentáveis, o grupo continua a consolidar seu papel como protagonista do setor, com grandes expectativas para os próximos anos.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Soja brasileira caminha para safra recorde de 182 milhões de toneladas e reforça liderança global em 2026

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A soja brasileira segue consolidando sua posição como principal protagonista do agronegócio mundial. De acordo com o relatório AgroInfo Junho 2026, divulgado pelo Rabobank, o Brasil deverá colher uma safra histórica de 182 milhões de toneladas na temporada 2025/26, volume que representa um acréscimo de 10 milhões de toneladas em comparação ao ciclo anterior.

O resultado reflete a combinação entre expansão moderada da área cultivada e condições climáticas favoráveis ao desenvolvimento das lavouras, fortalecendo ainda mais a competitividade do país no mercado internacional.

Produção recorde fortalece oferta brasileira

Segundo a análise do RaboResearch Food & Agribusiness, o desempenho da safra brasileira confirma o elevado potencial produtivo do setor, mesmo em um ambiente global marcado por incertezas geopolíticas e oscilações nos preços das commodities.

Além do crescimento da produção, a demanda pela oleaginosa continua apresentando sinais robustos, sustentando perspectivas positivas para toda a cadeia produtiva.

Exportações seguem em ritmo acelerado

As exportações brasileiras de soja mantêm forte desempenho em 2026. Dados compilados pelo Rabobank mostram que os embarques entre janeiro e maio registraram crescimento de 8% em relação ao mesmo período do ano passado.

A expectativa é que o Brasil exporte aproximadamente 113 milhões de toneladas ao longo do ano, estabelecendo um novo recorde e ampliando em cerca de 5 milhões de toneladas o volume embarcado em comparação a 2025.

Mesmo diante da valorização do real frente ao dólar e do aumento dos custos logísticos internos, a soja brasileira continua altamente competitiva no mercado global, especialmente em relação aos principais concorrentes internacionais.

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Mercado internacional influencia preços

Durante o primeiro semestre de 2026, os preços da soja foram fortemente impactados pelo cenário geopolítico internacional.

A expectativa de exportações expressivas dos Estados Unidos para a China ajudou a sustentar as cotações na Bolsa de Chicago (CBOT), enquanto o conflito envolvendo Estados Unidos e Irã impulsionou os preços do petróleo e dos óleos vegetais, incluindo o óleo de soja.

Esse movimento levou os contratos da oleaginosa a alcançarem níveis próximos de US$ 12,20 por bushel em março. Entretanto, a valorização observada em Chicago não se refletiu integralmente nos preços recebidos pelos produtores brasileiros.

A combinação entre prêmios mais baixos nos portos e a valorização do real limitou os ganhos no mercado interno, mantendo as cotações em reais relativamente estáveis ao longo do período.

Esmagamento cresce com margens mais atrativas

Outro destaque do relatório é o fortalecimento da indústria de processamento.

Mesmo com o adiamento do aumento da mistura obrigatória de biodiesel ao diesel, as margens de esmagamento foram beneficiadas pela valorização do óleo de soja.

No primeiro trimestre de 2026, o volume processado atingiu 14,3 milhões de toneladas, crescimento de 10% em relação ao mesmo período de 2025.

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A tendência é que a demanda por derivados continue sustentando o avanço do esmagamento ao longo do ano.

Clima nos Estados Unidos e El Niño entram no radar

Nas últimas semanas, os fundamentos de mercado voltaram a assumir protagonismo na formação dos preços globais.

O avanço do plantio e as boas condições das lavouras norte-americanas pressionaram as cotações da soja em Chicago, que registraram queda próxima de 5% durante junho.

Segundo o Rabobank, caso o clima continue favorável nos Estados Unidos, os preços poderão sofrer novas correções no curto prazo.

Por outro lado, após o início da colheita norte-americana, a atenção dos investidores deverá migrar para a América do Sul, especialmente para os possíveis impactos do fenômeno El Niño sobre a safra brasileira 2026/27.

Perspectivas para o produtor

Apesar da volatilidade dos mercados internacionais e das incertezas climáticas para a próxima temporada, o cenário para a soja brasileira permanece amplamente favorável.

A combinação entre safra recorde, crescimento das exportações, aumento do esmagamento e forte demanda global reforça o papel estratégico da cultura para o agronegócio nacional.

No entanto, produtores devem acompanhar atentamente fatores como o comportamento do clima, a evolução da demanda chinesa, os custos logísticos e os movimentos do câmbio, que continuarão exercendo influência direta sobre a rentabilidade do setor nos próximos meses.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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