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Ibovespa inicia o dia em alta impulsionado por Petrobras e balanços corporativos
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O principal índice da Bolsa brasileira, o Ibovespa, abriu o pregão desta terça-feira (6) em alta, refletindo o bom desempenho das ações da Petrobras, beneficiadas pela valorização do petróleo no mercado internacional. O movimento positivo também foi influenciado por um noticiário corporativo intenso, com destaque para dados de produção da Brava Energia e balanços de companhias como Embraer e GPA.
Ações da Petrobras lideram os ganhos com alta do petróleo
A valorização dos preços do petróleo no exterior deu suporte às ações da Petrobras, que figuram entre os principais motores da alta do Ibovespa. Como a estatal tem grande peso na composição do índice, o avanço dos papéis impulsionou o desempenho geral da Bolsa.
Repercussão de resultados corporativos movimenta o mercado
Além do setor de petróleo, os investidores repercutem os resultados e atualizações de diversas empresas. Entre os destaques estão os dados operacionais da Brava Energia, além da divulgação de balanços financeiros de companhias relevantes como Embraer e GPA, que ajudam a direcionar o apetite por risco no mercado doméstico.
Desempenho do índice
Por volta das 10h14, o Ibovespa registrava alta de 0,45%, alcançando 134.091,54 pontos. Já o contrato futuro do índice, com vencimento mais próximo, previsto para 18 de junho, apresentava valorização de 0,64%, refletindo o otimismo dos investidores no início das negociações.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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Exportações de carne suína batem recorde histórico em maio e reforçam força do agronegócio brasileiro
As exportações brasileiras de carne suína atingiram um novo marco em maio de 2026. De acordo com dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), o Brasil embarcou 127,9 mil toneladas de carne suína in natura e processada, estabelecendo o maior volume já registrado para o mês desde o início da série histórica, em 1997.
O resultado confirma a forte presença do produto brasileiro no mercado internacional e reforça a competitividade da cadeia suinícola nacional, que vem ampliando sua participação em diversos destinos ao redor do mundo.
Recorde para o mês de maio
Embora o volume exportado tenha ficado 7,5% abaixo do registrado em abril, o desempenho superou em 8,8% os embarques realizados em maio de 2025, consolidando um novo recorde histórico para o período.
Segundo análises do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), o resultado demonstra a capacidade do setor de manter um fluxo consistente de vendas externas, mesmo diante das oscilações naturais da demanda global.
Exportações seguem sustentando o mercado
O Cepea destaca que os embarques brasileiros de carne suína têm apresentado desempenho sólido ao longo de 2026. Apesar de recuos pontuais em alguns meses, o volume exportado continua registrando crescimento na comparação com o ano anterior.
Esse cenário reflete os esforços da cadeia produtiva para ampliar mercados e fortalecer a presença da proteína brasileira no comércio internacional, estratégia que tem sido fundamental especialmente durante o primeiro semestre, período em que a demanda externa costuma ser mais moderada.
Competitividade brasileira impulsiona vendas
A expansão das exportações também evidencia a competitividade da suinocultura nacional, apoiada por ganhos de produtividade, avanços sanitários e diversificação dos mercados compradores.
O desempenho das vendas externas contribui para o equilíbrio do mercado interno, oferecendo maior escoamento da produção e ajudando a sustentar a rentabilidade dos produtores em um cenário de desafios relacionados aos custos de produção e às oscilações dos preços das proteínas.
Perspectivas para 2026
Com os resultados acumulados até agora, o setor mantém expectativas positivas para o restante do ano. A continuidade da abertura de mercados, o fortalecimento das relações comerciais e a crescente demanda por proteína animal em diversos países podem favorecer novos avanços nas exportações brasileiras.
Caso o ritmo de embarques seja mantido nos próximos meses, 2026 poderá consolidar-se como mais um ano de destaque para a carne suína brasileira no mercado global, ampliando a participação do país entre os principais exportadores mundiais da proteína.
Fonte: Portal do Agronegócio
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