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Indústria ativa impulsiona preços da carne suína no Brasil em agosto

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O mês de agosto foi marcado por forte valorização no mercado da suinocultura brasileira. De acordo com Allan Maia, analista e consultor da Safras & Mercado, a postura ativa da indústria na compra de animais vivos, aliada a uma oferta equilibrada, contribuiu para a valorização dos preços.

Na primeira quinzena, o consumo foi impulsionado pelo aumento da capitalização das famílias e pelas compras relacionadas ao Dia dos Pais. Além disso, o desempenho das exportações de carne suína ajudou a reduzir a disponibilidade do produto, criando ambiente favorável para preços mais altos no interior do país.

Nutrição animal favorece margens

Outro fator positivo, segundo Maia, foi a acomodação dos custos com nutrição animal, que permitiu um aumento das margens de lucro para os produtores.

Preços do suíno vivo e cortes

Segundo levantamento da Safras & Mercado, os preços do suíno vivo no Centro-Sul do país subiram 11,99% em agosto, passando de R$ 7,37 para R$ 8,26 por quilo. O pernil no atacado teve valorização de 9,12%, de R$ 13,01 para R$ 14,19, enquanto a carcaça registrou alta de 13,99%, de R$ 11,79 para R$ 13,44.

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Na arroba suína em São Paulo, o preço subiu de R$ 152,00 para R$ 176,00. No Rio Grande do Sul, o quilo vivo na integração passou de R$ 6,60 para R$ 6,75, e no interior do estado de R$ 7,60 para R$ 8,65. Em Santa Catarina, a integração registrou R$ 6,60 para R$ 6,70 e o interior R$ 7,50 para R$ 8,70.

No Paraná, o quilo vivo cresceu de R$ 7,60 para R$ 8,80 no mercado livre e de R$ 6,65 para R$ 6,90 na integração. Em Mato Grosso do Sul, a cotação em Campo Grande subiu de R$ 7,25 para R$ 8,45, e na integração de R$ 6,60 para R$ 6,70. Em Goiânia, os preços passaram de R$ 7,50 para R$ 8,80. No interior de Minas Gerais, houve alta de R$ 8,10 para R$ 9,20, e no mercado independente de R$ 8,20 para R$ 9,40. Em Mato Grosso, Rondonópolis registrou valorização de R$ 7,30 para R$ 8,60 e a integração do estado passou de R$ 7,05 para R$ 7,20.

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Exportações brasileiras continuam em alta

As exportações de carne suína “in natura” do Brasil renderam US$ 221,859 milhões em agosto (16 dias úteis), com média diária de US$ 13,866 milhões. O volume total exportado foi de 85,951 mil toneladas, média diária de 5,372 mil toneladas, com preço médio de US$ 2,581,2 por quilo.

Em comparação com agosto de 2024, houve crescimento de 17% no valor médio diário, aumento de 11,5% na quantidade média diária e elevação de 4,9% no preço médio, segundo dados divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Há quantos pescadores registrados na Amazônia Legal?

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O Painel Unificado do Registro Geral da Atividade Pesqueira (RGP) reúne informações sobre as seguintes categorias de registro: Pescador e Pescadora Profissional Artesanal, Pescador e Pescadora Profissional Industrial, Embarcação de Pesca, Armador de Pesca, Empresa Pesqueira e Aquicultor e Aquicultora. São informações públicas destinadas ao monitoramento e à transparência dos dados do setor pesqueiro.

Foto: Kelmer Passos
Foto: Kelmer Passos

Na Amazônia Legal, há 1.016.237 pescadores e pescadoras artesanais registrados. A disposição é a seguinte:

 

  • Acre (21.343);
  • Amapá (28.757);
  • Amazonas (147.295);
  • Mato Grosso (17.909);
  • Pará (432.353);
  • Rondônia (12.195);
  • Roraima (9.888);
  • Tocantins (9.453) e 
  • Maranhão (337.044).

 

ASCOM 

Ministério da Pesca e Aquicultura 

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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