AGRONEGOCIOS
Inscrições para 13º Prêmio Região do Cerrado Mineiro começam em 1º de agosto com nova categoria para cafés doces
AGRONEGOCIOS
A partir de 1º de agosto, produtores da Região do Cerrado Mineiro poderão inscrever seus cafés no 13º Prêmio promovido pela Federação dos Cafeicultores do Cerrado, com o apoio do Sebrae Minas. Reconhecida como uma das mais importantes do setor, a premiação destaca a excelência dos grãos produzidos com origem controlada, sustentabilidade e rastreabilidade.
Nova categoria valoriza cafés doces da safra
A edição 2025 traz uma novidade: a criação da categoria Doce Cerrado Mineiro, destinada exclusivamente a produtores cooperados que cultivam cafés naturais com perfil sensorial típico da região. Esses cafés se destacam por notas doces de chocolate, caramelo, amêndoas e acidez cítrica equilibrada.
A avaliação será feita por um júri especializado, utilizando o protocolo Coffee Value Assessment (CVA) da Specialty Coffee Association (SCA). O principal critério é o nível de doçura e a fidelidade ao perfil sensorial do Cerrado Mineiro.
Além disso, a categoria anteriormente chamada de Fermentação Induzida passa a ser oficialmente nomeada Fermentado. As categorias Café Natural e Cereja Descascado continuam mantidas.
Inscrições e regulamento
As inscrições devem ser realizadas diretamente nas cooperativas e associações integrantes da Federação, distribuídas nas cidades-polo da região. Cada produtor pode inscrever uma amostra por categoria. Mulheres cafeicultoras também são incentivadas a participar, mesmo que a propriedade esteja registrada em nome de outra pessoa, desde que comprovem vínculo familiar.
“O prêmio acompanha a evolução da produção regional. Com a categoria Doce Cerrado Mineiro, destacamos o diferencial reconhecido internacionalmente: um perfil de doçura único. Esse reconhecimento une produtores, cooperativas e mercado em um movimento de valorização conjunta”, afirma Juliano Tarabal, diretor executivo da Federação dos Cafeicultores do Cerrado.
Parcerias e abrangência regional
A iniciativa conta com a parceria das cooperativas Carmocer, Carpec, Coocacer Araguari, Coopadap, Expocacer e monteCCer, além do apoio das associações ACA, Acarpa, Amoca, Appcer, Assocafé, Assogotardo e GRE Café – Região de Araxá. Essas entidades representam produtores dos 55 municípios que compõem a Região do Cerrado Mineiro.
Além do troféu: oportunidades de mercado para os premiados
Os cafés vencedores ganham visibilidade e acesso a oportunidades exclusivas de comercialização. Os nove melhores lotes — três de cada categoria tradicional — participarão do Leilão Solidário, um evento presencial com fins sociais, e também estarão disponíveis para compradores globais no Leilão On-line, agendado para 5 de dezembro.
Os cafés da nova categoria Doce Cerrado Mineiro poderão ser comercializados em lotes especiais de 20 sacas, com espaço diferenciado no mercado.
Reconhecimento também para projetos educacionais e sustentáveis
Além da premiação dos cafés, o evento abre inscrições para o Troféu Escola de Atitude, que destaca projetos educacionais inovadores em municípios da região, e para o Troféu Atitude Sustentável, que reconhece práticas agrícolas e socioambientais adotadas pelos finalistas.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
AGRONEGOCIOS
Mercado de arroz segue travado em abril, com preços firmes e baixa liquidez no Brasil
A primeira quinzena de abril consolidou um cenário de baixa liquidez no mercado de arroz, marcado pelo desalinhamento entre a oferta potencial e a disponibilidade efetiva do produto. Segundo o analista e consultor da Safras & Mercado, Evandro Oliveira, a formação de preços segue descolada do fluxo de negociações.
De acordo com ele, o comportamento do produtor tem sido determinante nesse contexto. A retenção estratégica dos estoques, motivada por margens abaixo do custo de produção, limita a oferta no mercado e reduz o volume de negócios.
Intervalo de preços indica estabilidade artificial no mercado
Durante o período, as cotações oscilaram dentro de uma faixa entre R$ 61 e R$ 68 por saca de 50 quilos, configurando um piso no curto prazo. No entanto, essa estabilidade não reflete um mercado ativo.
Segundo o analista, trata-se de uma estabilidade artificial, com preços ofertados, mas sem efetivação de negociações, em um ambiente de baixa profundidade no mercado spot.
Indústria compra apenas para reposição imediata
Do lado da demanda, a indústria manteve uma postura cautelosa, realizando aquisições pontuais e voltadas exclusivamente à reposição de curto prazo. Esse comportamento reforça o cenário de poucos negócios e contribui para a manutenção do mercado travado.
Exportações perdem competitividade com queda do dólar
No mercado externo, a competitividade do arroz brasileiro apresentou deterioração significativa ao longo da quinzena. O principal fator foi a valorização do real frente ao dólar, com a moeda norte-americana operando abaixo de R$ 5,00.
Esse movimento reduziu as margens de exportação (FOB), tornando inviável a participação do Brasil em mercados internacionais. Como consequência, o país atingiu paridade com os Estados Unidos, eliminando o diferencial competitivo necessário para exportações nas Américas.
Queda na demanda externa reduz ritmo de embarques
Após um início de ano com volumes expressivos, superiores a 600 mil toneladas no trimestre, o mercado registrou desaceleração nas exportações. A redução da atratividade do produto brasileiro resultou em retração da demanda internacional.
Com isso, as exportações deixaram de cumprir o papel de escoamento da produção, ampliando a pressão sobre o mercado interno.
Entrada da nova safra amplia oferta e pressiona dinâmica do mercado
O período também foi marcado pela transição entre o fim da entressafra e a chegada da nova safra, com avanço da colheita e consolidação de uma produção volumosa, com boa produtividade.
Esse aumento na oferta potencial, somado à retração das exportações e à baixa liquidez interna, reforça o cenário de desequilíbrio entre produção e comercialização.
Cotação do arroz registra leve alta na semana, mas segue abaixo de 2025
No Rio Grande do Sul, principal estado produtor, a média da saca de 50 quilos (58% a 62% de grãos inteiros, pagamento à vista) foi cotada a R$ 63,14 na quinta-feira (16), registrando alta de 0,77% em relação à semana anterior.
Na comparação mensal, o avanço foi de 7,12%. No entanto, em relação ao mesmo período de 2025, o preço ainda acumula queda de 18,14%, evidenciando o cenário desafiador para o setor orizícola.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
-
AGRONEGOCIOS3 anos atrás
Agrônomo mineiro recebe a Comenda do Mérito Agronômico, a mais alta distinção da categoria
-
MATO GROSSO3 anos atrás
A Palavra Aberta
-
MATO GROSSO3 anos atrás
Mar… ia
-
MATO GROSSO3 anos atrás
A solidão humana
-
Gourmet2 anos atrás
Molho Bolonhesa
-
Gourmet2 anos atrás
Brigadeiro
-
Gourmet2 anos atrás
Picolé detox
-
Gourmet2 anos atrás
Molho rosé

