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Inteligência Artificial revoluciona manejo de plantas daninhas na Integração Lavoura-Pecuária

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A aplicação de inteligência artificial (IA) no campo avança como ferramenta estratégica para o manejo agrícola. Um estudo inédito desenvolvido pela Embrapa Milho e Sorgo em parceria com a Universidade do Vale do Itajaí (Univali) analisou o uso de algoritmos de aprendizado de máquina na dinâmica de plantas daninhas em sistemas de Integração Lavoura-Pecuária (ILP), com resultados considerados altamente promissores.

A pesquisa amplia o conhecimento sobre o comportamento dessas espécies em ambientes produtivos integrados e pode subsidiar estratégias mais eficientes de controle preventivo, com potencial redução do uso de herbicidas.

IA aplicada ao campo melhora entendimento do ecossistema agrícola

O estudo utilizou ferramentas de IA preditiva para compreender como fatores climáticos, características do solo e tipos de cultivo influenciam a ocorrência de plantas daninhas.

A base de dados foi estruturada em três frentes principais:

  • registros quantitativos de espécies de plantas daninhas;
  • características do solo e sistemas de cultivo;
  • dados climáticos da região analisada.

O objetivo foi identificar correlações capazes de apoiar decisões mais precisas no manejo agrícola dentro de sistemas ILP.

Algoritmos alcançam até 99% de precisão na previsão

Foram testados diferentes modelos de aprendizado de máquina, incluindo Support Vector Machine, Decision Tree, Random Forest e K-Nearest Neighbors.

Os melhores desempenhos foram registrados pelos modelos Decision Tree e Random Forest, que alcançaram até 99% de precisão na previsão de áreas mais suscetíveis ao surgimento de plantas daninhas.

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Segundo a pesquisadora Ana Letícia Becker Gomes Luz, doutora em Matemática e Ciência de Dados, os resultados indicam alta confiabilidade do método. Já o pesquisador Maurílio Fernandes de Oliveira, da Embrapa Milho e Sorgo, destacou que a abordagem é tecnicamente viável e eficaz para apoio à tomada de decisão.

Tecnologia pode reduzir uso de herbicidas e ampliar sustentabilidade

De acordo com os pesquisadores, a IA permite identificar com maior precisão os fatores que influenciam a dinâmica das plantas daninhas, contribuindo para escolhas mais assertivas no campo.

Na prática, a tecnologia pode auxiliar na definição de:

  • herbicidas mais adequados para cada área;
  • doses específicas de aplicação;
  • momento ideal de controle;
  • estratégias preventivas mais eficientes.

O estudo também reforça o potencial de redução do uso de defensivos agrícolas, alinhando-se às demandas da economia verde e da sustentabilidade no campo.

ILP apresenta menor incidência de plantas daninhas

Os pesquisadores observaram que sistemas de Integração Lavoura-Pecuária tendem a apresentar menor incidência de plantas daninhas em comparação a sistemas convencionais.

Esse resultado está associado principalmente à presença de forrageiras, como a braquiária, que atuam como cobertura vegetal e ajudam a suprimir o desenvolvimento dessas espécies.

Segundo o pesquisador Ramon Costa Alvarenga, da Embrapa Milho e Sorgo, o desafio atual é avançar do manejo reativo para o manejo preditivo, reduzindo a ocorrência antes mesmo da emergência das plantas invasoras.

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Estudo foi conduzido no Cerrado mineiro

A pesquisa foi realizada no bioma Cerrado, em Sete Lagoas (MG), na área experimental da Embrapa Milho e Sorgo. Os sistemas avaliados incluíram milho consorciado com braquiária, sorgo com braquiária, soja e pastagem de braquiária.

Os dados foram coletados em diferentes fases do ciclo produtivo, incluindo colheita, entressafra, pré-dessecação e períodos pós-emergência.

Pesquisa integra projetos nacionais de inovação em IA

O estudo faz parte de duas iniciativas de pesquisa:

  • o projeto “Soluções recomendativas e generativas baseadas em IA para aumento da eficiência, qualidade e resiliência produtiva” (SORaIA), liderado pela Embrapa;
  • o projeto “Plataforma para o monitoramento da dinâmica e recomendações de controle de populações de plantas daninhas”, vinculado ao Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

As iniciativas reforçam o avanço da agricultura digital no Brasil e a integração entre pesquisa científica e tecnologias emergentes.

Perspectiva: agricultura mais precisa e sustentável

Para os pesquisadores, o uso de IA no manejo de plantas daninhas representa um avanço importante rumo à agricultura de precisão. A tendência é que, com o uso de modelos preditivos, o setor consiga reduzir custos, otimizar o uso de insumos e aumentar a eficiência produtiva de forma sustentável.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Aprenda a fazer tambaqui assado

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Aprenda a preparar um delicioso tambaqui assado no forno com temperos simples e um modo de preparo fácil.

 

Ingredientes 

1 tambaqui limpo 

Suco de 2 limões 

4 dentes de alho amassados 

Sal e pimenta a gosto 

1 cebola em rodelas 

1 pimentão em tiras (opcional) 

Azeite a gosto 

Papel alumínio 

 

Modo de Preparo 

Preparação do Peixe: 

Limpe bem o tambaqui, abrindo pela barriga e fazendo cortes transversais em ambos os lados para que o tempero penetre melhor 

Lave o peixe com água e suco de 2 limões para eliminar odores 

 

Tempero: 

Em um refratário, misture o suco de limão, alho, sal e pimenta. Deixe o tambaqui marinar nessa mistura por pelo menos 2 horas, ou de um dia para o outro, se possível 

Após a marinada, coloque o peixe em uma assadeira e recheie com cebola e pimentão 

 

Assar: 

Regue o peixe com azeite e embrulhe-o em papel alumínio, fechando bem para não escapar o vapor.  

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Leve ao forno pré-aquecido a 180°C por cerca de 20 minutos 

Após esse tempo, retire o papel alumínio, vire o peixe e asse até que fique bem dourado, o que pode levar mais 20 a 30 minutos 

 

Servir: 

Sirva o tambaqui assado acompanhado de purê de batata, arroz ou salada, conforme sua preferência 

Para um sabor ainda mais intenso, você pode adicionar ervas como salsinha ou coentro ao tempero 

O tambaqui é um peixe muito versátil e pode ser preparado de várias maneiras, incluindo grelhado ou frito 

 

 

Produção pesqueira 

 No cultivo nacional de pescado, o tambaqui mantém-se como a segunda espécie mais produzida, ficando atrás somente da tilápia. Em 2024, a produção de tambaqui no país totalizou 113 mil toneladas, o que representa um aumento de 3,92% em relação a 2023.  

O peixe amazônico é criado majoritariamente em fazendas na região Norte do país. O estado de Rondônia é o maior produtor, com 52,93 mil toneladas em 2024, seguido de Roraima, com 12,93 mil toneladas, e Maranhão, no Nordeste, com 11,7 mil toneladas. 

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 O Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) atua no fomento, ordenamento e pesquisa do tambaqui. As principais ações incluem parcerias com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) no projeto BRS Aqua, o zoneamento e a liberação de parques aquícolas para cultivo em grande escala, e o incentivo a pesquisas de melhoramento genético.  

 Bom apetite! Essa receita é perfeita para impressionar em um almoço ou jantar especial. Se você gostou, experimente também outras variações, como o tambaqui recheado! 

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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