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Kepler Weber registra crescimento de 13,8% na carteira de pedidos e alcança maior volume de equipamentos faturados em 10 anos

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Crescimento na carteira contratada de pedidos

A Kepler Weber (KEPL3) finalizou o segundo trimestre de 2025 com uma carteira contratada de pedidos 13,8% maior em comparação ao mesmo período de 2024, reforçando a expectativa de bons resultados nos próximos ciclos operacionais.

Receita líquida e segmentos em destaque

A receita líquida totalizou R$ 311,1 milhões, impulsionada pela diversificação dos negócios. Os segmentos de Agroindústrias e Reposição & Serviços apresentaram crescimento de 9,2% e 8,4%, respectivamente. A área de Negócios Internacionais manteve receita estável, com R$ 30,9 milhões no trimestre.

Expansão no mercado internacional

No primeiro semestre, a Argentina respondeu por 30% das vendas internacionais, consolidando-se como um destino estratégico nas exportações da empresa. O segmento internacional cresceu 2,9% no semestre, com avanços em países como Paraguai, Uruguai, Panamá, Peru, Angola e Equador.

Controle de custos e eficiência operacional

As despesas gerais e administrativas somaram R$ 24,1 milhões no trimestre, queda de 3% em relação a 2024. No semestre, a redução foi de 4,8%, mesmo diante de pressões inflacionárias, demonstrando disciplina na gestão orçamentária e foco em eficiência.

Indicadores financeiros e desempenho operacional

O lucro líquido do trimestre foi de R$ 14,4 milhões, com margem líquida de 4,6%, representando queda de 6,7 pontos percentuais em relação ao ano anterior. O EBITDA atingiu R$ 37,9 milhões, com margem de 12,2%. Junho foi responsável por 56% do EBITDA trimestral, sinalizando retomada no ritmo de vendas e entregas.

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Volume recorde de embarques no semestre

A Kepler Weber alcançou, no primeiro semestre de 2025, o maior volume de embarques dos últimos dez anos, com crescimento de 4% em relação a 2024, evidenciando a resiliência operacional da companhia em cenário desafiador.

Desempenho por segmentos de negócio
  • Reposição e Serviços (R&S): Receita líquida de R$ 62,5 milhões no trimestre, alta de 8,4%. O número de clientes faturados cresceu 10,2%, impulsionado por ações comerciais regionais e internacionais. No acumulado de 2025, a receita chegou a R$ 135,7 milhões, avanço de 18,4% na comparação anual.
  • Agroindústrias: Receita líquida de R$ 107,2 milhões, crescimento de 9,2% sobre o 2T24. Houve expansão de 77,1% na base de clientes faturados, resultado da estratégia de ampliar atuação em polos industriais estratégicos. No semestre, a receita somou R$ 208 milhões, alta de 1,9%. Projetos relevantes foram contratados no Paraná, Goiás e Mato Grosso, totalizando R$ 58,2 milhões, com início das entregas previsto para 2025.
  • Negócios Internacionais: Crescimento de 2,9% no semestre, impulsionado por entregas no Paraguai, Uruguai e outros mercados estratégicos. Foram firmados contratos de aproximadamente R$ 42,4 milhões no trimestre, fortalecendo a presença global da empresa.
  • Fazendas: Receita líquida de R$ 95,8 milhões, queda de 7,5% em relação ao 2T24, impactada por juros elevados e preços baixos das commodities. Apesar disso, a base de clientes faturados cresceu 32,9%. No semestre, a receita recuou 3,4%, totalizando R$ 227,5 milhões. Dez novos projetos foram contratados no trimestre, somando R$ 73 milhões, com entregas previstas para os próximos meses.
  • Portos & Terminais: Receita líquida de R$ 14,7 milhões, retração de 60,8% frente ao 2T24, devido a uma base comparativa elevada no ano anterior. Mesmo com menor volume, o segmento melhorou sua margem bruta para 36,4% e ampliou o número de clientes faturados em 20%. No semestre, a receita foi de R$ 25,3 milhões, queda de 69,9%. Projetos em execução somam cerca de R$ 80 milhões, com foco em cadeias de etanol e grãos.
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Perspectivas para o segundo semestre

A Kepler Weber espera acelerar o ritmo operacional no segundo semestre, sustentada por uma carteira contratada robusta, maior previsibilidade nas entregas e sinais de recuperação gradual da demanda. Além disso, a empresa participa de processos competitivos importantes que podem resultar em novos contratos e maior geração de valor.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Ministro André de Paula recebe propostas da CNA para o Plano Safra 2026/2027

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O ministro da Agricultura e Pecuária, André de Paula, participou, nesta terça-feira (28), de reunião na sede da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), em Brasília (DF), com o presidente da entidade, João Martins. Na ocasião, o ministro recebeu as dez propostas da Confederação para o Plano Agrícola e Pecuário (PAP) 2026/2027.

Durante o encontro, o ministro destacou a importância do diálogo permanente entre o governo federal e as entidades representativas do setor agropecuário. “Quero marcar minha passagem como um ministro que buscou compreender, dialogar e contribuir para o fortalecimento do setor. Essa é uma parceria permanente, orgânica e necessária, e me coloco à disposição para avançarmos juntos”, afirmou.

O presidente da Confederação, João Martins, ressaltou a relevância da atuação conjunta entre o setor produtivo e o governo federal. “A CNA e o Senar sempre estiveram abertos à parceria em benefício do produtor rural. Precisamos trabalhar em conjunto, propor soluções e buscar ações que realmente sejam impactantes. Este é um momento importante, de deixar uma marca”, disse.

Na ocasião, foram apresentadas as propostas da entidade para o Plano Safra 2026/2027. O documento foi elaborado com base em reuniões regionais realizadas com produtores, federações, associações e instituições financeiras nas cinco regiões do país. A edição adota formato plurianual, medida que busca ampliar a racionalidade, a previsibilidade e a capacidade de planejamento da política agrícola brasileira.

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Entre os pontos prioritários apresentados pela CNA estão a previsibilidade orçamentária, o planejamento plurianual, o fortalecimento da saúde financeira do produtor rural, o aprimoramento dos instrumentos de renegociação de dívidas, a ampliação do acesso ao crédito e o reforço de recursos para o seguro rural.

As propostas têm como objetivo contribuir para a sustentabilidade econômica do setor e para a manutenção do papel estratégico do Brasil como um dos principais produtores e fornecedores de alimentos do mundo.

Além disso, representantes e presidentes de federações de agricultura presentes à reunião apresentaram temas considerados prioritários para o setor, como securitização, fundo fitossanitário para a fruticultura, defesa agropecuária, sustentabilidade e sequestro de carbono, cadeia produtiva do arroz e o Programa de Monitoramento do Desmatamento por Satélite (Prodes).

Informações à imprensa
[email protected]

Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária

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