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Leilões de terneiros e terneiras em Santa Catarina somam 76 eventos em 2025, mostra 10º levantamento parcial
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O 10º resultado parcial dos leilões de terneiros e terneiras realizados em Santa Catarina contabilizou 76 eventos distribuídos por cinco regiões do estado. O levantamento foi divulgado recentemente pelo Grupo de Melhoramento Genético (GMG) da Udesc, em parceria com a Federação da Agricultura e Pecuária de Santa Catarina (Faesc), que apoia a organização dos leilões.
Desempenho por regiões
- Serra Catarinense: Foram 21 leilões avaliados. A média de preços para terneiros machos foi de R$ 14,11, apresentando uma leve queda de dois centavos em relação ao levantamento anterior. Já as terneiras tiveram preço médio de R$ 13,46, com redução de cinco centavos.
- Meio-Oeste: Também com 21 eventos, a região manteve estabilidade nos preços, com médias de R$ 14,02 para machos e R$ 13,26 para fêmeas.
- Oeste: Em 22 leilões, o valor dos machos registrou leve queda de dois centavos, fechando a média em R$ 13,11. Por outro lado, as fêmeas tiveram alta de quatro centavos, com preço médio de R$ 12,34.
- Norte Catarinense: Cinco eventos contabilizados mostraram estabilidade, com médias de R$ 13,62 para machos e R$ 12,56 para fêmeas.
- Grande Florianópolis: Em quatro leilões, a média dos machos foi de R$ 12,91, enquanto as fêmeas alcançaram R$ 12,42.
Média estadual e importância do acompanhamento
Considerando o total de 76 leilões no estado, a média de preços para terneiros machos foi de R$ 13,66, com queda de dois centavos. Para as terneiras, a média ficou em R$ 12,92, uma redução de três centavos.
Representantes da Faesc, da Udesc e da Associação do Novilho Precoce de Santa Catarina reforçam a importância de pecuaristas acompanharem esses indicadores. Segundo eles, esses dados refletem o comportamento do mercado e são fundamentais para embasar decisões estratégicas de manejo e comercialização.
Onde acompanhar os dados completos
Os resultados detalhados estão disponíveis no programa “Conexão Udesc e a Produção Animal” e também podem ser acessados no perfil do Instagram @gmg_udesc.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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Novas regras para a pesca do pargo
O Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) informa que foram definidas as regras para o uso sustentável e a recuperação dos estoques da espécie pargo (Lutjanus purpureus). O normativo está na Portaria Interministerial MPA/MMA nº 66, de 27 de julho de 2026.
Entre as medidas previstas, a portaria estabelece que a captura do pargo poderá ser realizada somente por embarcações devidamente autorizadas para essa modalidade de pesca. Também foi definido o período de defeso entre 15 de dezembro e 30 de abril de cada ano, quando a captura da espécie permanece proibida para favorecer seu ciclo reprodutivo.
A portaria fixa o limite anual de captura em 2.750 toneladas. O acompanhamento desse volume será realizado por meio dos sistemas oficiais de monitoramento, com base nas informações declaradas pelas embarcações autorizadas e demais mecanismos de controle previstos na regulamentação.
As medidas integram o conjunto de instrumentos de gestão compartilhada dos recursos pesqueiros e buscam assegurar a manutenção dos estoques da espécie, contribuindo para a continuidade da atividade pesqueira de forma sustentável e em conformidade com a legislação vigente.
Acesse aqui a Portaria Interministerial MPA/MMA nº 66, de 27 de julho de 2026.
Matheus Silveira
Ministério da Pesca e Aquicultura
[email protected]


