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LongPing High-Tech apresenta híbridos de milho e sorgo no Dia de Campo da C.Vale em Palotina (PR)
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LongPing High-Tech marca presença em um dos maiores eventos agrícolas do Paraná
A LongPing High-Tech, referência mundial no desenvolvimento de híbridos de milho e sorgo, participará do Dia de Campo C.Vale, evento que acontece entre 2 e 4 de dezembro, em Palotina (PR).
Com suas marcas Morgan, Forseed e TEVO, a companhia apresentará novas soluções em sementes de alta produtividade, voltadas a diferentes condições de solo, clima e níveis de investimento.
O Paraná se mantém como uma das potências agrícolas do país. De acordo com a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a safra 2024/2025 deve alcançar 44,2 milhões de toneladas de grãos, um crescimento de 18,9% em relação ao ciclo anterior, que somou 37,17 milhões de toneladas.
Morgan destaca híbridos de alta adaptabilidade e resistência
A marca Morgan levará ao evento os híbridos MG586, MG676, MG593 e MG616, desenvolvidos para atender tanto à safrinha quanto à safra de verão.
- MG586: híbrido de ciclo precoce, reconhecido pela tolerância ao complexo de enfezamento e às viroses (CMV). Apresenta excelente sanidade foliar, estabilidade produtiva e arranque inicial vigoroso, garantindo bom desempenho mesmo sob condições adversas.
- MG676: combina alto potencial produtivo e resistência ao estresse hídrico, com espigas uniformes e boa qualidade de colmos e folhas, sendo indicado para regiões paranaenses.
- MG593: híbrido versátil, com resultados consistentes em diferentes tipos de solo e clima, oferecendo grãos de alta qualidade e bom empalhamento.
- MG616: de ciclo precoce e alto investimento, é indicado tanto para produção de grãos quanto para silagem, com elevada produtividade e ampla adaptabilidade.
Forseed reforça portfólio com foco em produtividade e resistência
A Forseed apresentará os híbridos FS470, FS552 e FS695, que vêm se consolidando no mercado por sua produtividade, sanidade e estabilidade.
- FS470: ideal para plantios de alto investimento, oferece excelente qualidade de colmo e tolerância ao estresse hídrico, garantindo produtividade elevada e segurança ao produtor.
- FS552: se destaca pela resistência ao Complexo de Molicutes e às Viroses (CMV). Possui rápido arranque inicial, boa sanidade foliar e alto teto produtivo, sendo uma opção versátil para diferentes sistemas de produção.
- FS695: híbrido de ampla adaptabilidade, indicado tanto para safra de verão quanto safrinha, com excelente desempenho em solos e climas variados.
TEVO aposta em tecnologia e estabilidade produtiva
Com foco em inovação, a TEVO levará ao Dia de Campo os híbridos T1508, T1503 e T1406, projetados para oferecer produtividade, resistência e adaptação a diversos cenários agrícolas.
- T1508: apresenta alta tolerância ao CMV e excelente adaptação a diferentes ambientes, além de resistência ao estresse hídrico, garantindo estabilidade de produção mesmo sob condições adversas.
- T1406: desenvolvido especialmente para o Sul do Brasil, combina alto potencial produtivo, ótima sanidade foliar e empalhamento de qualidade. Seu destaque é a superprecocidade, o que proporciona ampla adaptabilidade a diferentes altitudes e condições climáticas.
Compromisso com a inovação e o desempenho no campo
Com um portfólio robusto e diversificado, a LongPing High-Tech reforça seu compromisso com a inovação e o desempenho produtivo, oferecendo sementes adaptadas às necessidades dos produtores brasileiros.
A presença no Dia de Campo C.Vale reforça o papel da empresa como parceira estratégica do agricultor, unindo tecnologia, ciência e resultados em produtividade para impulsionar o agronegócio nacional.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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Fim da escala 6×1 acende alerta no agro para alta de custos e impacto nos alimentos
Entidades do agronegócio intensificaram nesta semana a mobilização contra a proposta que altera o modelo de jornada de trabalho no país, incluindo o fim da escala 6×1 e a redução da carga semanal de 44 para 40 horas. O setor avalia que os impactos podem ser superiores à média da economia, com reflexos diretos sobre custos, emprego e preço dos alimentos.
Estimativa preliminar do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) indica que a mudança pode elevar os custos entre 7,8% e 8,6% em atividades como agropecuária, construção e comércio — acima da média nacional de 4,7% sobre a massa de rendimentos.
No campo, o posicionamento mais contundente partiu do Sistema Faep, que reúne a Federação da Agricultura do Estado do Paraná, o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural do Paraná (Senar-PR) e sindicatos rurais. A entidade encaminhou ofício a deputados e senadores solicitando a não aprovação da proposta, sob o argumento de que a medida compromete a eficiência produtiva e a competitividade do setor.
Segundo levantamento do Departamento Técnico e Econômico (DTE) do Sistema Faep, a redução da jornada pode gerar impacto de R$ 4,1 bilhões por ano apenas na agropecuária paranaense. A estimativa considera uma base de 645 mil postos de trabalho e uma massa salarial anual de R$ 24,8 bilhões.
O estudo também aponta a necessidade de recomposição de 16,6% da força de trabalho para cobrir o chamado “vácuo operacional”, especialmente em atividades contínuas, como produção de proteínas animais e operações industriais ligadas ao agro.
A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) também levou o tema à sua Comissão Nacional de Relações do Trabalho e Previdência Social. O debate interno reforçou a necessidade de que eventuais mudanças considerem as especificidades do campo, onde a produção segue ciclos biológicos e climáticos, muitas vezes incompatíveis com jornadas rígidas.
No segmento industrial, a Associação Brasileira da Indústria de Alimentos (ABIA) reconheceu a importância da discussão sobre qualidade de vida no trabalho, mas alertou para os efeitos econômicos de alterações abruptas. Em nota, a entidade destacou que pressões de custo ao longo da cadeia produtiva tendem a impactar diretamente o preço final dos alimentos e o acesso da população, sobretudo de menor renda.
Entre os principais pontos de preocupação do setor está a dificuldade operacional de atividades que não podem ser interrompidas. Cadeias como suinocultura, avicultura e produção de etanol exigem funcionamento contínuo, o que demandaria aumento de quadro de funcionários para manter o mesmo nível produtivo.
Na prática, isso significa elevação de custos e possível perda de competitividade, tanto no mercado interno quanto nas exportações. Há também o risco de repasse desses custos ao consumidor, pressionando os preços dos alimentos.
Outro fator destacado é a sazonalidade da produção agropecuária. Etapas como plantio, colheita e manejo animal dependem de condições climáticas e janelas operacionais específicas, o que limita a aplicação de modelos padronizados de jornada.
A proposta em discussão no Congresso — a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 221/2019 — ainda está em fase de análise, mas tem mobilizado diferentes setores da economia. No caso do agronegócio, a avaliação predominante é de que mudanças estruturais nas relações de trabalho precisam ser acompanhadas de estudos técnicos aprofundados e regras de transição que evitem desequilíbrios na produção.
O setor defende que o debate avance, mas com base em dados e na realidade operacional do campo, para que eventuais ajustes na legislação não comprometam a oferta de alimentos nem a sustentabilidade econômica das atividades rurais.
Fonte: Pensar Agro
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