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Macaé recebe Exposição Brasileira do Criador de Mangalarga Marchador até 21 de março

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Exposição Brasileira do Criador 2026 acontece em Macaé

A Exposição Brasileira do Criador 2026 ocorre até sábado, 21 de março, no Parque de Exposições Latiff Mussi Rocha, em Macaé (RJ). O evento reúne expositores e animais de 12 estados brasileiros, incluindo Alagoas, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Minas Gerais, Pernambuco, Paraná, Rio de Janeiro, Santa Catarina e São Paulo.

Na noite de quarta-feira (18/3), a cerimônia de abertura homenageou cada criador do Mangalarga Marchador, destacando sua dedicação à seleção e preservação da raça no Brasil.

Autoridades e criadores presentes

O evento contou com a participação de membros da diretoria e conselhos da ABCCMM, incluindo o presidente Dario Colares, o vice-presidente Gustavo Monteiro, e diretores de eventos e social, Sérgio Gutfreund e Cláudio Caiado, respectivamente.

Também estiveram presentes o presidente da Associação dos Criadores do Cavalo Mangalarga Marchador de Macaé, Lierte Martins, o prefeito de Macaé, Welberth Rezende, o secretário de Agricultura e Abastecimento do Rio de Janeiro, Felipe Brasil, e outras autoridades locais.

A abertura contou com a apresentação da Tropa Gironda, comandada pelo criador Júlio Avelino de Oliveira Neto e família, tradicional criatório fluminense ativo desde a década de 1940.

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Foco no futuro da raça

O presidente da ABCCMM, Dario Colares, destacou a importância do evento para o melhoramento genético:

“Em uma exposição como essa, comparamos nossos animais aos dos concorrentes e projetamos o aprimoramento do nosso criatório. É assim que evoluímos como raça e preservamos as características ideais do Mangalarga Marchador.”

Colares reforçou ainda o papel da ABCCMM em modernizar a entidade, aproximar-se dos associados e fortalecer a presença da raça no Brasil e no exterior.

Homenagens a criadores e instituições

Durante a cerimônia, foram homenageados:

  • Prefeitura de Macaé, parceira na realização do evento
  • Associação dos Criadores do Cavalo Mangalarga Marchador de Macaé, núcleo anfitrião
  • Leandro Matos Soares, do Haras Imboassica Macaé, criador com 40 anos de dedicação à raça, fundador da ACCMM Macaé e presidente de honra da entidade
Programação e infraestrutura

A Exposição oferece programação completa para toda a família, incluindo:

  • Julgamentos de marcha e morfologia
  • Provas esportivas e sociais
  • Gastronomia e comércio especializado no setor

O evento é realizado pela ABCCMM, em parceria com a ACCMM Macaé e a Prefeitura de Macaé.

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Sobre a raça Mangalarga Marchador

Originária do Sul de Minas Gerais, a raça está presente em todo o Brasil e no exterior, com 890 mil animais registrados. O Rio de Janeiro é o segundo estado com maior plantel da raça, totalizando 116.229 animais, e o quarto em número de associados ativos da ABCCMM, com 2.434 sócios, distribuídos em cinco núcleos regionais, incluindo Macaé.

Impacto econômico da equideocultura

Segundo dados preliminares do Estudo do Complexo do Agronegócio do Cavalo (ESALQ/USP), o setor movimenta cerca de R$ 38 bilhões por ano, sendo aproximadamente R$ 11,7 bilhões (31%) referentes ao Mangalarga Marchador, destacando a relevância econômica da raça para a equideocultura brasileira.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Carne suína: percepção de oferta confortável pressiona preços e trava mercado no Brasil

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O mercado brasileiro de carne suína registrou uma semana de comportamento misto entre o quilo vivo e os cortes negociados no atacado. A pressão predominante veio da percepção de que a oferta de animais segue confortável, fator que limita reajustes e mantém o setor em ritmo lento de negociações.

Segundo o analista da Safras & Mercado, Allan Maia, a indústria adotou uma postura mais reticente nas compras do suíno vivo em Minas Gerais ao longo da semana. O movimento reflete a percepção de equilíbrio — ou até excesso — na oferta disponível, o que reduz o poder de barganha dos produtores.

Ao mesmo tempo, os frigoríficos monitoram o escoamento da carne suína no mercado interno, que apresenta leve melhora, mas ainda sem força suficiente para sustentar altas mais consistentes nos preços.

Consumo pode ganhar tração na primeira quinzena de julho

De acordo com Maia, as expectativas do setor se concentram na primeira metade de julho, período tradicionalmente associado ao aumento da circulação de renda com o pagamento de salários.

Além disso, o avanço do inverno em diversas regiões do país tende a favorecer o consumo de proteínas, especialmente carnes de preparo doméstico. Outro fator de atenção é a competitividade da carne suína frente à bovina, o que pode ampliar a demanda no varejo.

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No cenário externo, as exportações seguem como principal variável positiva para o setor em 2026, funcionando como importante amortecedor para o mercado interno.

Preços do suíno vivo recuam na média nacional

Levantamento da Safras & Mercado apontou que a média do quilo do suíno vivo no Brasil recuou de R$ 5,34 para R$ 5,28 ao longo da semana.

No atacado, a média dos cortes de carcaça ficou em R$ 8,89, enquanto o pernil foi negociado a R$ 11,18.

Cotações variam entre estabilidade e ajustes regionais

No mercado paulista, a arroba suína subiu de R$ 101,00 para R$ 102,00, indicando leve reação pontual.

Em outras regiões, o comportamento foi mais heterogêneo:

  • No Rio Grande do Sul, o quilo vivo na integração caiu de R$ 5,55 para R$ 5,15, enquanto no interior avançou de R$ 5,10 para R$ 5,15
  • Em Santa Catarina, a integração recuou de R$ 5,55 para R$ 5,15, enquanto o interior subiu de R$ 5,05 para R$ 5,10
  • No Paraná, o mercado livre avançou de R$ 4,90 para R$ 5,00, e a integração manteve R$ 5,60
  • Em Mato Grosso do Sul, Campo Grande ficou estável em R$ 5,10, enquanto a integração recuou de R$ 5,55 para R$ 5,15
  • Em Goiás, os preços subiram de R$ 5,40 para R$ 5,50
  • Em Minas Gerais, o interior caiu de R$ 6,00 para R$ 5,90, enquanto o mercado independente ficou estável em R$ 6,10
  • Em Mato Grosso, Rondonópolis manteve R$ 5,50, enquanto a integração recuou de R$ 5,55 para R$ 5,15
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O cenário geral reforça um mercado fragmentado, com variações pontuais e ausência de tendência única.

Exportações seguem em queda no comparativo anual

As exportações brasileiras de carne suína in natura somaram US$ 212,827 milhões em junho, considerando 14 dias úteis, com média diária de US$ 15,202 milhões.

O volume embarcado atingiu 84,663 mil toneladas, com média diária de 6,047 mil toneladas, enquanto o preço médio ficou em US$ 2.513,8 por tonelada.

Na comparação com junho de 2025, houve:

  • queda de 5,2% no valor médio diário
  • recuo de 1% na quantidade média diária
  • redução de 4,3% no preço médio

Os dados são da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) e reforçam um cenário de leve perda de ritmo nas exportações, apesar de o setor seguir relevante para o equilíbrio da cadeia produtiva.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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