AGRONEGOCIOS
Mandioca mantém alta pelo segundo mês seguido com oferta limitada e demanda firme
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Clima seco reduz o ritmo de colheita nas principais regiões produtoras
Nas regiões acompanhadas pelo Cepea, o clima seco segue predominando, principalmente no Paraná e em Mato Grosso do Sul. A falta de chuvas tem dificultado a colheita da raiz de mandioca, comprometendo o avanço dos trabalhos no campo e restringindo a oferta disponível no mercado.
Produtores desestimulados pela baixa rentabilidade
Mesmo com o aumento nos preços, muitos produtores permanecem pouco interessados na comercialização da mandioca. A baixa produtividade agrícola e a rentabilidade reduzida têm limitado as negociações, reforçando o cenário de oferta restrita nas principais regiões produtoras.
Demanda aquecida mantém preços em alta pelo segundo período consecutivo
Levantamento do Cepea indica que a combinação entre oferta limitada e demanda aquecida sustentou a valorização da raiz de mandioca na última semana, registrando a segunda alta consecutiva. O mercado segue ajustado, com consumidores e indústrias mantendo o interesse de compra diante da dificuldade de abastecimento.
Fécula e farinha seguem com mercado aquecido
No segmento de fécula, a necessidade de reposição de estoques por parte das indústrias manteve o ritmo aquecido de negociações. Já a farinha também registrou boa procura, mesmo com a aproximação do recesso de Carnaval, sinalizando estabilidade na demanda e continuidade nas operações do setor.
Fonte: Portal do Agronegócio
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Preços do etanol caem mais de 7% em São Paulo e refletem pressão de oferta e demanda retraída
Queda acentuada nos preços do etanol em São Paulo
Os preços do etanol hidratado e anidro registraram forte queda no mercado spot do estado de São Paulo na última semana, segundo dados do Cepea.
Entre os dias 13 e 17 de abril, o Indicador CEPEA/ESALQ do etanol hidratado foi cotado a R$ 2,5920 por litro (líquido de ICMS e PIS/Cofins), representando uma queda de 7,01% em relação ao período anterior.
Já o etanol anidro apresentou recuo ainda mais intenso. O indicador fechou em R$ 2,9575 por litro (sem PIS/Cofins), com retração de 7,43%. Este é o menor patamar desde 1º de agosto do ano passado, quando o combustível ficou abaixo dos R$ 3,00 por litro.
Negócios seguem limitados, apesar de leve melhora
De acordo com pesquisadores do Cepea, o ritmo de negociações apresentou uma leve melhora ao longo da semana, mas ainda permaneceu limitado.
As transações ocorreram em volumes reduzidos e de forma pontual, refletindo um mercado ainda cauteloso e com baixa liquidez.
Distribuidoras adiam compras e mantêm postura conservadora
No lado da demanda, distribuidoras continuam adotando uma estratégia de cautela, postergando ao máximo a reposição de estoques.
Esse comportamento indica um cenário de incerteza, no qual os compradores evitam assumir posições mais robustas, contribuindo para a pressão sobre os preços.
Aumento da oferta pressiona o mercado
Do lado dos vendedores, o movimento foi mais agressivo, com maior volume de etanol sendo ofertado no mercado.
Esse aumento está diretamente ligado ao início das operações de novas unidades produtoras, ampliando a disponibilidade do biocombustível e intensificando a concorrência entre ofertantes.
Incertezas com etanol de milho e açúcar preocupam o setor
Além dos fatores internos, o mercado também é impactado por incertezas externas. Segundo o Cepea, os agentes seguem apreensivos com:
- O aumento da oferta de etanol de milho na safra 2026/27
- As oscilações nas cotações internacionais do açúcar
Esses elementos podem influenciar diretamente a formação de preços e a competitividade do etanol no mercado brasileiro.
Cenário aponta continuidade da volatilidade
Com oferta crescente, demanda retraída e incertezas no horizonte, o mercado de etanol tende a permanecer volátil no curto prazo.
O comportamento das distribuidoras, o avanço da safra e o cenário internacional serão determinantes para os próximos movimentos de preços no setor.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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