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Manejo regenerativo: Sementes Com Vigor destaca-se por sustentabilidade e inovação no campo

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Agricultura regenerativa e plantio direto com rotação de culturas

O diferencial da SCV está na adoção do Plantio Direto com Rotação de Culturas, uma técnica fundamental da agricultura regenerativa. Essa prática melhora a fertilidade do solo, reduz a dependência de insumos químicos e posiciona a empresa como um modelo nacional em manejo sustentável. “A sustentabilidade é nossa prioridade. Trabalhamos para preservar os recursos naturais enquanto garantimos alta produtividade”, destaca Pedro Basso.

Investimento em tecnologia para maior eficiência

A empresa investe no desenvolvimento e produção de sementes de alta tecnologia, que aumentam a produtividade e a resistência das lavouras. Aliada à Agricultura de Precisão, essa abordagem permite otimizar recursos naturais e maximizar a eficiência no campo. Estudos do setor agro indicam que manejos sustentáveis podem elevar a produtividade em até 30%, evidenciando o potencial das estratégias regenerativas no futuro do agronegócio.

Benefícios econômicos e sustentabilidade

Além das vantagens ambientais, a adoção de práticas sustentáveis traz impactos econômicos positivos. A redução dos custos com insumos, somada à qualidade das sementes, gera maior rentabilidade para os produtores. “Nossa missão vai além de fornecer sementes. Queremos fortalecer a agricultura com soluções práticas que garantam rentabilidade e longevidade”, afirma Basso.

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Compromisso com ESG e responsabilidade no agronegócio

Com valores alinhados aos princípios ESG, a Sementes Com Vigor é reconhecida por clientes, parceiros e fornecedores como um exemplo de inovação e responsabilidade ambiental. O compromisso da empresa reforça a importância de investimentos em manejos sustentáveis que promovam um futuro agrícola mais equilibrado, resiliente e produtivo.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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CNA alerta para falta de vacinas na pecuária e cobra medidas emergenciais do governo

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A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil solicitou ao Ministério da Agricultura e Pecuária a adoção de medidas emergenciais para enfrentar o desabastecimento de vacinas essenciais para a pecuária brasileira. O pedido foi formalizado por meio de ofício encaminhado ao ministro André de Paula na última quarta-feira (6).

Segundo a CNA, produtores rurais de diferentes regiões do país enfrentam dificuldades para encontrar imunizantes utilizados na prevenção de doenças que afetam bovinos, equinos e outros animais de produção.

Entre as vacinas em falta estão produtos voltados ao combate de clostridioses, influenza equina, encefalomielite, herpesvírus, tétano e leptospirose, enfermidades que representam riscos sanitários e econômicos para a atividade pecuária.

CNA relata risco sanitário e mortes de animais

No documento enviado ao governo federal, o presidente da CNA, João Martins, afirma que a escassez dos imunizantes já provoca impactos em algumas regiões produtoras.

De acordo com a entidade, a indisponibilidade das vacinas eleva o risco sanitário dos rebanhos e já há registros de mortalidade de animais em determinados estados brasileiros.

A CNA informou ainda que recebeu relatos das Federações de Agricultura e Pecuária de todas as regiões do país apontando dificuldades no abastecimento e preocupação crescente entre os produtores.

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Saída de farmacêutica agravou desabastecimento

Segundo informações repassadas pelo Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Saúde Animal à CNA, a redução da oferta está relacionada, entre outros fatores, à saída do mercado brasileiro, em 2025, de uma das principais empresas farmacêuticas do setor veterinário.

Embora exista expectativa de aumento da produção a partir de maio, o abastecimento ainda não foi normalizado, mantendo o cenário de insegurança para a cadeia pecuária.

O setor avalia que a situação exige resposta rápida para evitar prejuízos sanitários e econômicos, especialmente em regiões com elevada concentração de rebanhos.

CNA pede articulação para ampliar oferta de vacinas

No ofício enviado ao Mapa, a CNA solicita esclarecimentos sobre as ações adotadas pelo governo federal para orientar a distribuição das doses remanescentes entre os estados e garantir prioridade às regiões mais afetadas.

A entidade também pede medidas emergenciais para acelerar a retomada da produção e restabelecer o abastecimento dos imunobiológicos no país.

Além disso, a Confederação defende maior articulação institucional para agilizar registros sanitários e facilitar a entrada de novos fornecedores e produtos no mercado brasileiro.

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Segundo a CNA, o objetivo é ampliar a disponibilidade de vacinas e reduzir os riscos à sanidade animal.

Debate ganhou força durante a Expozebu

A preocupação com a falta de vacinas também esteve em pauta durante reunião da Comissão Nacional de Bovinocultura de Corte realizada na Expozebu.

Na ocasião, representantes do setor discutiram alternativas para acelerar o reabastecimento dos imunizantes e minimizar impactos sobre a produção pecuária nacional.

A CNA afirmou ainda que está à disposição do Ministério da Agricultura para colaborar tecnicamente na construção de soluções voltadas à proteção sanitária e à sustentabilidade da pecuária brasileira.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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