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Manutenção de cercas garante proteção das lavouras e maior produtividade na safra 2025/2026
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Safra 2025/2026 deve registrar alta na produção de grãos
Com a safra 2025/2026 em andamento, os produtores rurais de todo o país se preparam para uma temporada promissora. Segundo o levantamento mais recente da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a produção total de grãos deve alcançar 354,7 milhões de toneladas, um crescimento de 0,8% em relação ao ciclo anterior.
O resultado positivo, no entanto, depende não apenas do manejo adequado das lavouras, mas também da manutenção da infraestrutura das propriedades, especialmente no que diz respeito às cercas agrícolas, fundamentais para proteger plantações e garantir a eficiência operacional.
Cercas bem cuidadas evitam prejuízos e aumentam eficiência
A manutenção das cercas rurais é essencial para evitar prejuízos com a invasão de animais e danos às plantações. Segundo Vanessa Amorim, analista de mercado agro da Belgo Arames, a falta de cuidado com o cercamento pode causar perdas significativas na produção e aumento de custos operacionais.
“Quando as cercas não recebem a manutenção necessária, os problemas surgem rapidamente. Animais podem acessar a lavoura, pisotear plantas e comprometer a produtividade. Além disso, falhas na cerca elevam os gastos com insumos e reduzem a eficiência da fazenda”, explica Vanessa.
Inspeção e manutenção preventiva são fundamentais
Para garantir o bom funcionamento do cercamento, os produtores devem realizar inspeções periódicas e observar com atenção o estado dos arames, verificando se estão oxidando, frouxos ou rompidos.
Outros pontos que merecem atenção são o alinhamento dos postes, a estabilidade dos esticadores e travessões, além do bom funcionamento de porteiras e acessos. Também é importante observar impactos externos, como quedas de árvores, erosão ou pressão de animais.
“Manter o cercamento em boas condições é cuidar do investimento em infraestrutura. A manutenção preventiva reduz custos de reposição e aumenta a segurança da propriedade”, destaca Vanessa Amorim.
Soluções duráveis garantem maior vida útil ao cercamento
Vanessa reforça a importância do uso de materiais de alta durabilidade e tecnologia adequada para cada tipo de propriedade. A Belgo Arames, referência nacional no setor, oferece opções como as telas Belgo Javaporco® e Belgo Strada®, além dos arames lisos Belgo Z-700® e farpado Motto®, que se destacam pela resistência e longa vida útil, mesmo sob condições climáticas extremas ou uso intenso.
A analista também recomenda o uso de acessórios específicos, como grampos e esticadores de qualidade, para aumentar a durabilidade e eficiência das estruturas.
Investimento em qualidade traz retorno e valoriza a propriedade
De acordo com Vanessa, cercas bem conservadas não apenas protegem as lavouras, mas também agregam valor à propriedade rural, demonstrando profissionalismo e cuidado com o patrimônio.
“Ao investir em soluções de qualidade e realizar inspeções regulares, o produtor garante economia no longo prazo e tranquilidade para focar no que realmente importa: produzir com eficiência e sustentabilidade”, finaliza.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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Soja brasileira caminha para safra recorde de 182 milhões de toneladas e reforça liderança global em 2026
A soja brasileira segue consolidando sua posição como principal protagonista do agronegócio mundial. De acordo com o relatório AgroInfo Junho 2026, divulgado pelo Rabobank, o Brasil deverá colher uma safra histórica de 182 milhões de toneladas na temporada 2025/26, volume que representa um acréscimo de 10 milhões de toneladas em comparação ao ciclo anterior.
O resultado reflete a combinação entre expansão moderada da área cultivada e condições climáticas favoráveis ao desenvolvimento das lavouras, fortalecendo ainda mais a competitividade do país no mercado internacional.
Produção recorde fortalece oferta brasileira
Segundo a análise do RaboResearch Food & Agribusiness, o desempenho da safra brasileira confirma o elevado potencial produtivo do setor, mesmo em um ambiente global marcado por incertezas geopolíticas e oscilações nos preços das commodities.
Além do crescimento da produção, a demanda pela oleaginosa continua apresentando sinais robustos, sustentando perspectivas positivas para toda a cadeia produtiva.
Exportações seguem em ritmo acelerado
As exportações brasileiras de soja mantêm forte desempenho em 2026. Dados compilados pelo Rabobank mostram que os embarques entre janeiro e maio registraram crescimento de 8% em relação ao mesmo período do ano passado.
A expectativa é que o Brasil exporte aproximadamente 113 milhões de toneladas ao longo do ano, estabelecendo um novo recorde e ampliando em cerca de 5 milhões de toneladas o volume embarcado em comparação a 2025.
Mesmo diante da valorização do real frente ao dólar e do aumento dos custos logísticos internos, a soja brasileira continua altamente competitiva no mercado global, especialmente em relação aos principais concorrentes internacionais.
Mercado internacional influencia preços
Durante o primeiro semestre de 2026, os preços da soja foram fortemente impactados pelo cenário geopolítico internacional.
A expectativa de exportações expressivas dos Estados Unidos para a China ajudou a sustentar as cotações na Bolsa de Chicago (CBOT), enquanto o conflito envolvendo Estados Unidos e Irã impulsionou os preços do petróleo e dos óleos vegetais, incluindo o óleo de soja.
Esse movimento levou os contratos da oleaginosa a alcançarem níveis próximos de US$ 12,20 por bushel em março. Entretanto, a valorização observada em Chicago não se refletiu integralmente nos preços recebidos pelos produtores brasileiros.
A combinação entre prêmios mais baixos nos portos e a valorização do real limitou os ganhos no mercado interno, mantendo as cotações em reais relativamente estáveis ao longo do período.
Esmagamento cresce com margens mais atrativas
Outro destaque do relatório é o fortalecimento da indústria de processamento.
Mesmo com o adiamento do aumento da mistura obrigatória de biodiesel ao diesel, as margens de esmagamento foram beneficiadas pela valorização do óleo de soja.
No primeiro trimestre de 2026, o volume processado atingiu 14,3 milhões de toneladas, crescimento de 10% em relação ao mesmo período de 2025.
A tendência é que a demanda por derivados continue sustentando o avanço do esmagamento ao longo do ano.
Clima nos Estados Unidos e El Niño entram no radar
Nas últimas semanas, os fundamentos de mercado voltaram a assumir protagonismo na formação dos preços globais.
O avanço do plantio e as boas condições das lavouras norte-americanas pressionaram as cotações da soja em Chicago, que registraram queda próxima de 5% durante junho.
Segundo o Rabobank, caso o clima continue favorável nos Estados Unidos, os preços poderão sofrer novas correções no curto prazo.
Por outro lado, após o início da colheita norte-americana, a atenção dos investidores deverá migrar para a América do Sul, especialmente para os possíveis impactos do fenômeno El Niño sobre a safra brasileira 2026/27.
Perspectivas para o produtor
Apesar da volatilidade dos mercados internacionais e das incertezas climáticas para a próxima temporada, o cenário para a soja brasileira permanece amplamente favorável.
A combinação entre safra recorde, crescimento das exportações, aumento do esmagamento e forte demanda global reforça o papel estratégico da cultura para o agronegócio nacional.
No entanto, produtores devem acompanhar atentamente fatores como o comportamento do clima, a evolução da demanda chinesa, os custos logísticos e os movimentos do câmbio, que continuarão exercendo influência direta sobre a rentabilidade do setor nos próximos meses.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio


