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Mapa, Embrapa e Instituto 17 promovem debates sobre manejo de dejetos da suinocultura e produção de biogás
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O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), em parceria com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e o Instituto 17, promoveu workshops sobre o tema “Panorama Atual do Manejo de Dejetos na Suinocultura, Emissões de Metano e Potencial de Biogás” nos estados do Rio Grande do Sul e Mato Grosso do Sul. A iniciativa reuniu integrantes dos Grupos Gestores Estaduais do Plano ABC+, pesquisadores, técnicos e lideranças ligadas à produção animal e à sustentabilidade.
Os encontros tiveram como objetivo apresentar dados atualizados sobre o manejo de resíduos da suinocultura, com foco nos impactos relacionados às emissões de metano e nas oportunidades de aproveitamento energético por meio da produção de biogás. As informações debatidas devem contribuir para a construção e o aprimoramento das metas estaduais do Plano ABC+, fortalecendo o monitoramento e a adoção de tecnologias sustentáveis e apoiando a redução das emissões de gases de efeito estufa na agropecuária.
A programação incluiu a apresentação de estudos sobre o potencial da cadeia produtiva da suinocultura nos dois estados, além de debates e troca de experiências entre os participantes. Casos de sucesso relacionados ao aproveitamento de dejetos animais para geração de energia e iniciativas voltadas ao desenvolvimento de soluções sustentáveis para o setor também integraram a agenda dos eventos.
Os resultados apresentados reforçaram a importância de informações técnicas qualificadas para orientar a formulação de políticas públicas e o acompanhamento das ações previstas no Plano ABC+. O material deverá subsidiar o monitoramento das metas estaduais e fortalecer a agenda de sustentabilidade da agropecuária brasileira.
A realização dos workshops integra os esforços do Plano ABC+ para ampliar a adoção de práticas produtivas sustentáveis e incentivar soluções que promovam ganhos ambientais, econômicos e sociais para o setor agropecuário.
Informações à imprensa
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El Niño: dados do Observatório da Torre Alta da Amazônia para planejamento no setor da pesca e aquicultura
O boletim de monitoramento do Observatório de Torre Alta da Amazônia (ATTO, sigla em inglês) também é uma das formas de preparação dos gestores de municípios em relação aos impactos do El Niño no setor pesqueiro e aquícola. O responsável pelo monitoramento é o pesquisador Cléo Quaresma, do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), vinculado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). O Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) reforça que gestores e trabalhadores do setor também observem as análises.
Segundo dados divulgados pelo MCTI, a precipitação reduziu 73% em julho, quando choveu somente 21 mm, comparado com a média de 92 mm. Em agosto, a chuva se manteve em 21 mm, uma redução de 36,6% em relação à média histórica de 58 mm. Em setembro, até o momento, foram apenas 2 mm de chuva, uma redução de quase 66%.
O que é precipitação?
Considera-se precipitação todas as formas de água, líquida ou sólida, que caem das nuvens alcançando o solo: garoa, garoa gelada, chuva fria, granizo, cristais de gelo, bolas de gelo, chuva, neve, bolas de neve e partículas de neve. Seu volume é expresso geralmente em polegadas, referindo-se ao estado da água – se líquida ou sólida – que cai sobre uma determinada região e por um determinado período de tempo.
Indicadores
Entre os indicadores para acompanhamento estão: precipitação, temperatura e umidade do ar, e temperatura e teor de água no solo. Estes dados são fundamentais para entender os efeitos do El Niño na região.
A torre possui 325 metros de altura e está situada a cerca de 150 km de Manaus (AM), na área da Reserva de Desenvolvimento Sustentável do Uatumã. A influência do efeito climático na Amazônia, onde está instalado o Observatório, foi monitorada em outros momentos, como 2015-2016 e 2023-2024.
Acesse aqui as orientações do Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA), visando à preparação dos municípios em relação aos impactos do El Niño no setor.
Ana Célia Costa
Ministério da Pesca e Aquicultura



