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Marcos Morés abordará Artrites Infecciosas no 25º Simpósio Brasil Sul de Avicultura (SBSA)

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O Núcleo Oeste de Médicos Veterinários e Zootecnistas (Nucleovet) realizará, entre os dias 8 e 10 de abril, o 25º Simpósio Brasil Sul de Avicultura (SBSA) e a 16ª Poultry Fair, no Centro de Cultura e Eventos Plínio Arlindo de Nes, em Chapecó (SC). Reconhecido como o maior evento de avicultura do sul do Brasil, o simpósio contará com 16 palestras de renomados especialistas, além de oportunidades para networking e troca de experiências.

A programação científica do evento incluirá a palestra do Dr. Marcos Antônio Zanella Morés, que abordará um tema de grande relevância para a avicultura: “Artrites infecciosas: ações de campo”. O especialista discutirá a importância da prevenção, diagnóstico precoce, controle dos agentes infecciosos, manejo, vacinação e tratamentos adequados para a artrite, uma das doenças mais comuns na avicultura. A presidente da comissão científica do evento, Daiane Albuquerque, convida os participantes para essa importante discussão, destacando que a palestra ocorrerá na quinta-feira, dia 10 de abril, a partir das 9h.

O Dr. Marcos Morés, médico veterinário formado pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), é especialista em Sanidade Animal pela Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc) e mestre em Ciências Veterinárias pela Universidade Federal do Paraná (UFPR). Com vasta experiência na área de medicina veterinária, Morés tem 15 anos de atuação em agroindústrias, especialmente no diagnóstico laboratorial e na patologia de aves e suínos. Atualmente, é especialista em gestão de laboratório de diagnóstico e pesquisa na Embrapa Suínos e Aves desde 2011, além de ter atuado na Cedisa como patologista de aves e suínos.

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Inscrições e informações

As inscrições para o 25º Simpósio Brasil Sul de Avicultura estão abertas, com valores de R$ 720 para profissionais e R$ 450 para estudantes. Aqueles que desejam acessar apenas a 16ª Poultry Fair podem adquirir ingressos por R$ 100. Para compras de pacotes com dez ou mais inscrições, serão concedidos códigos-convites bonificados. Associados do Nucleovet, profissionais de agroindústrias, órgãos públicos e universidades têm condições diferenciadas. A programação completa do evento e as inscrições podem ser realizadas no site oficial do Nucleovet: nucleovet.com.br.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Brasil endurece controle sanitário para evitar bloqueio de exportações de carne à UE

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O Ministério da Agricultura iniciou a aplicação de novos procedimentos de inspeção na produção de carnes e derivados para adequar o setor às exigências da União Europeia sobre o uso de antimicrobianos. A medida, detalhada em ofício do Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal (Dipoa), torna obrigatória a comprovação documental de que nenhum insumo proibido foi utilizado ao longo de todo o ciclo de vida dos animais destinados ao bloco europeu.

As normas entram em vigor para a certificação de cargas a partir de 3 de setembro. A partir desta data, a emissão do certificado sanitário internacional será exclusiva para produtos que atestem conformidade total com a legislação europeia, que veda o uso de uma série de antibióticos, antivirais e antiprotozoários reservados ao tratamento de infecções humanas.

O impacto econômico é significativo. No caso da carne bovina, a necessidade de rastreabilidade completa e segregação dos animais deve suspender a maior parte das vendas ao mercado europeu por, pelo menos, dois anos — tempo necessário para que o gado nascido sob os novos protocolos de controle chegue ao abate. A estimativa de impacto nas exportações chega a cerca de R$ 5,21 bilhões anuais.

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Para as cadeias de aves, ovos, mel e aquicultura, a expectativa é de adaptação mais rápida devido ao ciclo de vida mais curto dos animais. Nesses setores, as novas diretrizes obrigam os produtores a qualificar e monitorar rigorosamente os fabricantes de ração, garantindo que insumos proibidos não sejam integrados à dieta dos animais.

A fiscalização brasileira será ampliada. O Ministério da Agricultura orientou que os auditores fiscais verifiquem não apenas os documentos, mas a efetividade dos controles internos dos frigoríficos. Em casos de suspeita fundamentada de uso de substâncias proibidas, as unidades serão obrigadas a bloquear os lotes e fornecer a rastreabilidade detalhada de toda a cadeia produtiva, do nascimento do animal até o abate.

Sobre o Reino Unido, que sinalizou a intenção de seguir diretrizes similares às europeias, o ofício esclarece que, no momento, não há exigências adicionais de certificação. Os controles atuais permanecem vigentes enquanto se aguarda uma manifestação conclusiva das autoridades britânicas.

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Fonte: Pensar Agro

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