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Massey Ferguson apresenta portfólio completo de máquinas agrícolas na Expointer 2025

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A Massey Ferguson, referência no mercado agrícola brasileiro, participa da Expointer 2025, que ocorre de 30 de agosto a 7 de setembro em Esteio (RS), com um portfólio completo de máquinas voltadas a diferentes culturas e operações, incluindo plantio, colheita, pulverização e fenação.

Soluções para diferentes culturas e perfis de produtores

Segundo Breno Cavalcanti, diretor de marketing da Massey Ferguson, a linha apresentada na Expointer foi pensada para atender arroz, soja, milho e pecuária, com equipamentos robustos que aumentam a produtividade e a rentabilidade do produtor.

“Oferecemos soluções para todas as etapas do cultivo e fenação, com máquinas versáteis para diferentes terrenos e condições de trabalho”, afirma Cavalcanti.

Plantio eficiente com tecnologia avançada

Entre os destaques está o trator MF 8S, acoplado à plantadeira Momentum de 18 linhas, projetada para plantio uniforme mesmo em terrenos acidentados. O sistema de distribuição de fertilizantes permite reduzir o desperdício em até 50%.

  • O MF 8S possui duas opções de transmissão:
  • Dyna-7 automática com 28 marchas
  • CVT (continuamente variável) para maior eficiência e conforto
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Equipado com motor AGCO Power de 7,4 litros e seis cilindros, o trator garante potência máxima mesmo em baixas rotações, além de reduzir ruído, calor e vibração na cabine com o exclusivo design Protect-U.

A plantadeira MF 500, com versões de 8 a 17 linhas, conta com sensores que monitoram cada linha de plantio em tempo real, emitindo alertas sobre entupimentos ou falhas na distribuição de fertilizantes, garantindo plantio preciso e eficiente.

Colheita adaptada a diferentes terrenos

A colheitadeira MF 6690 HD foi desenvolvida para diferentes tipos de grãos, permitindo troca de culturas com praticidade. Sua transmissão Heavy Duty proporciona até 25% a mais de capacidade em rampas, facilitando manobras e deslocamentos em relevo acentuado, economizando combustível e aumentando o desempenho operacional.

Pulverização de precisão e sustentabilidade

No setor de pulverização, o destaque é o modelo MF 500R, equipado com transmissão AWD Smart Drive, capaz de operar em declives de até 36%.

O sistema exclusivo LiquidLogic® recupera o produto do sistema de pulverização para o tanque após cada aplicação ou troca, promovendo economia e sustentabilidade. Além disso, controles automáticos de altura de barra e sistema hidráulico, integrados à estação meteorológica MF Guide, analisam dados climáticos em tempo real, otimizando a aplicação de defensivos.

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Soluções completas em fenação

A Massey Ferguson também apresenta máquinas e tecnologias para fenação, que aumentam a eficiência operacional e garantem alto valor nutricional do alimento. Os equipamentos contribuem para a redução do tempo de trabalho no campo e maximizam o retorno financeiro das atividades pecuárias.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Inadimplência no agronegócio cresce e pressiona avanço de projeto para renegociação de dívidas rurais

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O aumento da inadimplência no agronegócio brasileiro tem reforçado a pressão por medidas de renegociação das dívidas rurais. Dados recentes da Serasa Experian e do Banco Central mostram que os índices de atraso nos pagamentos continuam avançando entre produtores de diferentes portes, em um cenário marcado por desafios climáticos, custos elevados de produção, queda de rentabilidade em algumas atividades e dificuldades de acesso ao crédito.

O crescimento do endividamento fortalece os debates em torno do Projeto de Lei nº 5.122/2023, que propõe a criação de mecanismos para renegociação de passivos rurais. Apesar do avanço da proposta no Senado, o texto enfrenta resistência do governo federal, que defende critérios mais rigorosos para concessão dos benefícios.

Inadimplência rural avança e acende sinal de alerta

Levantamento da Serasa Experian aponta que a inadimplência da população rural encerrou 2025 em 8,2%, acima dos 7,2% registrados no ano anterior.

O estudo considera dívidas vencidas há mais de 180 dias junto a instituições financeiras e empresas ligadas à cadeia agropecuária, como bancos, seguradoras, transportadoras e fornecedores de insumos.

A maior concentração de débitos continua vinculada ao sistema financeiro, demonstrando que as dificuldades de fluxo de caixa têm afetado diretamente a capacidade de pagamento dos produtores.

Arrendatários lideram ranking de inadimplência

Entre os diferentes perfis analisados, os arrendatários apresentam o maior comprometimento financeiro, com índice de inadimplência de 9,9%.

Na sequência aparecem os produtores rurais de grande porte, com 9,8%, seguidos pelos médios produtores, com 8,3%, e pelos pequenos produtores, que registraram índice de 7,8%.

Os números revelam que o problema está disseminado em toda a cadeia produtiva, atingindo desde propriedades familiares até empreendimentos de maior escala.

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Crédito rural registra um dos maiores níveis de atraso da série histórica

Os dados mais recentes do Banco Central mostram que a inadimplência nas operações de crédito rural com recursos direcionados atingiu 7,4% em abril de 2026.

O percentual representa o segundo maior nível registrado desde o início da série histórica, em 2011, evidenciando o agravamento das dificuldades financeiras enfrentadas pelo setor.

Nas operações de crédito rural contratadas com taxas de mercado, a situação é ainda mais preocupante. O índice de inadimplência alcançou 13,3%, refletindo o peso dos custos financeiros mais elevados sobre os produtores.

Já as operações com juros regulados apresentaram inadimplência de 3,1%, percentual significativamente inferior ao observado nas linhas de mercado.

Projeto de renegociação avança, mas enfrenta resistência do governo

Diante do aumento das dificuldades financeiras no campo, o Projeto de Lei 5.122/2023 ganhou força nas últimas semanas ao avançar na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado.

A proposta busca criar mecanismos de renegociação para produtores rurais endividados, utilizando recursos do Fundo Social do Pré-Sal como uma das fontes de financiamento.

No entanto, o texto aprovado pela comissão difere da proposta defendida pelo governo federal.

O Executivo defendia a exigência de uma entrada entre 10% e 20% para adesão ao programa e juros variando entre 6% e 12%. Esses pontos foram rejeitados durante a tramitação.

A versão aprovada prevê condições mais favoráveis aos produtores, sem exigência de entrada obrigatória e com taxas de juros entre 3,5% e 7,5%.

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Frente Parlamentar da Agropecuária cobra solução para o setor

A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) tem atuado para garantir a continuidade da proposta e evitar alterações consideradas prejudiciais aos produtores.

Representantes da bancada ruralista afirmam que a renegociação é necessária para preservar a capacidade produtiva do setor e evitar o agravamento da crise financeira em diversas regiões do país.

Segundo lideranças da FPA, a expectativa é que o texto aprovado no Senado seja mantido durante a tramitação na Câmara dos Deputados.

Governo avalia alternativas e pode endurecer regras

Nos bastidores, integrantes do governo já indicaram a possibilidade de adotar medidas para limitar o alcance da proposta.

Entre as alternativas discutidas estão a edição de uma Medida Provisória com regras mais restritivas para renegociação ou até mesmo a aplicação de veto presidencial caso o projeto seja aprovado pelo Congresso Nacional.

O principal ponto de divergência continua sendo o custo fiscal da operação e os critérios de acesso aos benefícios.

Endividamento será tema central do agro em 2026

Com a inadimplência em trajetória de alta e milhares de produtores enfrentando dificuldades para honrar compromissos financeiros, o debate sobre crédito rural e renegociação de dívidas tende a ocupar posição central na agenda do agronegócio brasileiro ao longo de 2026.

Especialistas avaliam que uma solução equilibrada será fundamental para garantir a continuidade dos investimentos, preservar a produção agropecuária e manter a competitividade do setor, responsável por parcela significativa do PIB, das exportações e da geração de empregos no país.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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