AGRONEGOCIOS
Megaleilão CFM 2025 oferecerá 600 touros Nelore com genética de ponta em Campo Grande
AGRONEGOCIOS
Qualidade genética dos touros
Os animais selecionados possuem alto valor genético, focado em precocidade sexual, fertilidade, musculosidade e ganho de peso, segundo a gerente de pecuária da CFM, Tamires Miranda Neto. Todos os touros Nelore CFM contam com o CEIP (Certificado Especial de Identificação e Produção), documento oficial do Ministério da Agricultura, que certifica os cerca de 30% melhores animais da safra. Além disso, cada touro passa por exame andrológico e avaliação genética por meio de DEPs assistidas por genômica. Esses reprodutores são criados e testados em ambientes desafiadores, garantindo desempenho e adaptabilidade em qualquer região do Brasil.
Condições comerciais facilitadas
A comercialização oferece condições especiais, incluindo pagamento parcelado em 14 vezes (2 + 2 + 10 parcelas), descontos progressivos conforme a quantidade adquirida e comissão decrescente para maiores volumes.
Frete gratuito para diversas regiões
O frete rodoviário será gratuito para qualquer quantidade de touros nos estados de São Paulo, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Minas Gerais, Goiás e Tocantins. Também há frete grátis para pontos de entrega nos municípios de Redenção e Novo Progresso (Pará), Santa Inês (Maranhão) e Correntina e Feira de Santana (Bahia). Para cargas fechadas de 16 ou 24 animais, o frete é gratuito em toda a malha rodoviária nacional.
Informações e contato
Mais detalhes sobre o 27º Megaleilão CFM podem ser consultados no site www.agrocfm.com.br ou pelo telefone (17) 99775-3618.
Megaloja no dia seguinte ao leilão
No dia 8 de agosto, a CFM realizará a Megaloja na Fazenda Lageado, em Aquidauana (MS). Neste evento, serão ofertados 150 reprodutores jovens com preço fixo, sem comissão e com as mesmas vantagens de frete do Megaleilão.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
AGRONEGOCIOS
Café robusta cresce no Brasil, dobra produção em 9 anos e reduz distância para o arábica
Produção de robusta deve chegar a 22,1 milhões de sacas em 2026, enquanto arábica segue liderança com 44,1 milhões; cenário indica diversificação e reconfiguração da cafeicultura brasileira.
Café robusta deixa de ser coadjuvante e avança na produção nacional
O café robusta, também conhecido como conilon ou canéfora, vem ganhando protagonismo na cafeicultura brasileira e ampliando sua participação na produção nacional.
Em nove anos, a produção praticamente dobrou: passou de 10,4 milhões de sacas em 2016 para 20,8 milhões de sacas no ano passado, segundo dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). O volume representa recorde histórico da variedade.
Para 2026, a expectativa é de novo crescimento, com projeção de 22,1 milhões de sacas, alta de 6,4% em relação ao ano anterior e possibilidade de novo recorde.
Arábica mantém liderança, mas crescimento do robusta muda equilíbrio do setor
Apesar da expansão do robusta, o café arábica segue como principal variedade produzida no país.
Em 2024, a produção foi de 35,7 milhões de sacas, abaixo das 43 milhões registradas em 2016. Para 2026, a Conab projeta recuperação, com 44,1 milhões de sacas.
Segundo o head da Ascenza Brasil, Hugo Centurion, o cenário não representa substituição entre as variedades, mas sim uma mudança estrutural na cafeicultura brasileira.
“O robusta não está tomando o lugar do arábica, mas o Brasil vive um movimento de diversificação da cafeicultura nacional”, afirma.
Robusta já responde por mais de um terço da produção brasileira
Na safra mais recente, a produção total de café no Brasil foi de 56,5 milhões de sacas. Desse volume, o robusta respondeu por 37%, participação considerada histórica.
O avanço é explicado por fatores como:
- Alta produtividade por hectare
- Maior resistência ao calor e à seca
- Menor custo de produção
- Crescente demanda industrial
“O arábica continua muito importante, especialmente nas exportações, mas o robusta ganha espaço pela sua estabilidade produtiva”, destaca Centurion.
Produtividade do robusta supera em mais de 100% a do arábica
Os dados de produtividade reforçam a vantagem competitiva do robusta no campo.
- Robusta: 400 mil hectares → 20,8 milhões de sacas (52 sacas/ha)
- Arábica: 1,5 milhão de hectares → 35,7 milhões de sacas (24 sacas/ha)
Ou seja, o robusta apresenta produtividade mais que o dobro da registrada no arábica, com menor área cultivada.
Nova configuração da cafeicultura brasileira
Especialistas avaliam que o crescimento do robusta reflete uma mudança estrutural no setor, com maior foco em eficiência, previsibilidade e redução de riscos climáticos.
Segundo Centurion, o movimento não substitui o arábica, mas amplia a competitividade do Brasil.
“O que estamos vendo é uma reconfiguração da cafeicultura, com o robusta assumindo papel estratégico, sustentado por produtividade e pela demanda global por cafés industriais”, explica.
Expansão do robusta abre novas fronteiras agrícolas
O mapa da produção de café no Brasil também está em transformação.
O arábica se concentra principalmente em:
- Minas Gerais (Sul de Minas, Cerrado Mineiro e Zona da Mata)
- São Paulo
- Paraná
- Bahia (Chapada Diamantina e Oeste)
- Já o robusta tem forte presença em:
- Espírito Santo (maior produtor nacional)
- Rondônia
- Expansão na Bahia e Mato Grosso
Enquanto o arábica exige clima ameno e altitude, o robusta avança em regiões mais quentes e de menor altitude, abrindo novas fronteiras agrícolas.
Café robusta atende demanda crescente da indústria global
O crescimento do robusta também está ligado ao aumento da demanda por cafés industriais, como:
- Café solúvel
- Cápsulas
- Blends comerciais
Além disso, o robusta possui maior teor de cafeína e perfil mais intenso, sendo amplamente utilizado em formulações industriais e misturas com arábica.
Mudanças no consumo global reforçam importância da variedade
No mercado internacional, o arábica ainda lidera com cerca de dois terços do consumo global, enquanto o robusta representa pouco mais de um terço.
Segundo a Conab, o Brasil exportou cerca de 40 milhões de sacas de café no último ano. Deste total:
- 75% a 80% foram de arábica
- 20% a 25% foram de robusta
Os principais compradores incluem Estados Unidos, Alemanha, Itália, Japão e Bélgica.
Robusta ganha papel estratégico na competitividade do café brasileiro
Além de ampliar a oferta para a indústria, o robusta também contribui para estabilizar preços no mercado interno, especialmente em momentos de alta do arábica.
Com maior produtividade e menor custo, a variedade ajuda a sustentar a cadeia produtiva e manter o café mais acessível ao consumidor final.
“O robusta funciona como elemento de equilíbrio do setor e contribui para a competitividade do café brasileiro”, conclui Centurion.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
-
AGRONEGOCIOS3 anos atrás
Agrônomo mineiro recebe a Comenda do Mérito Agronômico, a mais alta distinção da categoria
-
MATO GROSSO3 anos atrás
Mar… ia
-
MATO GROSSO3 anos atrás
A solidão humana
-
Gourmet3 anos atrás
Molho Bolonhesa
-
Gourmet2 anos atrás
Brigadeiro
-
Gourmet2 anos atrás
Picolé detox
-
Gourmet2 anos atrás
Molho rosé
-
Gourmet2 anos atrás
Salpicão

