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Mercado de Suínos Apresenta Estabilidade em Semana do Dia das Mães, com Pequenas Oscilações de Preços
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O mercado de suínos no Brasil observou variações mínimas nos preços tanto do suíno vivo quanto da carne durante a semana do Dia das Mães, conforme os levantamentos mais recentes do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada). Esse comportamento reflete um equilíbrio entre oferta e demanda no setor, que, apesar das expectativas de aumento nas vendas devido à data comemorativa, segue com desempenho dentro do ritmo habitual.
Comportamento Estável dos Preços
De acordo com os dados coletados pelo Cepea, os preços do suíno vivo e da carne mostraram pequenas flutuações ao longo da semana, em linha com um ajuste entre a oferta e a demanda no mercado nacional. Embora os agentes do setor esperassem um movimento mais aquecido devido ao Dia das Mães, as vendas não apresentaram o aumento expressivo esperado, seguindo com o ritmo normal de consumo.
Expectativas em Relação ao Consumo para o Dia das Mães
Diferente do que se imaginava, as vendas de carne suína no início de maio não mostraram indícios de aquecimento significativo. Embora haja o pagamento de salários e o adiantamento de pedidos devido à proximidade da data comemorativa, a expectativa de um aumento substancial no consumo não se concretizou, resultando em um mercado mais estável.
Poucas Variações nos Preços dos Cortes Populares
No mercado da carne suína, os cortes mais procurados para o Dia das Mães, como costela, lombo e pernil, também apresentaram variações de preços muito discretas. A demanda por esses produtos não foi suficiente para gerar oscilações expressivas, o que reflete a moderada expectativa de consumo durante este período específico.
O mercado de suínos no Brasil continua demonstrando um comportamento estável, com os preços ajustando-se lentamente entre oferta e demanda. Apesar das expectativas em torno do Dia das Mães, as vendas de carne suína seguem dentro de um padrão normal, sem grandes surpresas no comportamento dos consumidores ou nas variações de preços.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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MPA informa encerramento da temporada de pesca do pargo em 2026
O Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) informa que, conforme o acompanhamento da temporada de pesca do pargo ( Lutjanus purpureus ) em 2026, as capturas da espécie atingiram o patamar de 90% do limite anual estabelecido para a atividade. Com o alcance desse percentual, fica encerrada, a partir de 19/09/2026, a temporada de captura do pargo pelas embarcações autorizadas a operar nas modalidades de permissionamento 1.8, 1.9 e 1.10.
A Portaria Interministerial MPA/MMA nº 66, de 27 de julho de 2026, estabeleceu o limite anual de captura de até 2.750 toneladas de pargo e determinou o encerramento da temporada quando as capturas atingirem 90% desse limite, correspondente a 2.475 toneladas. A limitação de captura é uma forma de contribuir para a recuperação da espécie, que tem grande importância econômica no país e está ameaçada de extinção.
O encerramento decorre do acompanhamento realizado pelo MPA por meio dos instrumentos oficiais de monitoramento da atividade pesqueira.
As embarcações autorizadas que estiverem em atividade de pesca no mar na data do encerramento deverão retornar e realizar o desembarque do pargo em até dez dias corridos, contados a partir da data de encerramento da temporada. Após esse prazo, ficam proibidas a captura, a retenção a bordo e o desembarque da espécie.
O encerramento da temporada de captura do pargo não impede a utilização das Autorizações de Pesca Complementares para a captura das demais espécies nelas previstas, desde que observada a legislação aplicável.
Declaração de Estoque
Em razão do encerramento da temporada antes do início do período anual de defeso, a Declaração de Estoque de pargo deverá ser apresentada ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) em até sete dias corridos após o término do prazo concedido às embarcações para retorno e desembarque.
Entre o término do prazo autorizado para desembarque e 15 de fevereiro de 2027, o transporte, o armazenamento, o processamento e a comercialização de pargo somente poderão ocorrer quando o produto estiver devidamente registrado em Declaração de Estoque apresentada no prazo e nas condições estabelecidas pela legislação.
Espécie ameaçada
O pargo (Lutjanus purpureus) é uma espécie categorizada como “Em Perigo” de extinção na Lista Nacional de Espécies Ameaçadas de Extinção para Peixes e Invertebrados Aquáticos, definida pela Portaria MMA 1.667/2026.
A categoria indica que a espécie enfrenta risco muito alto de extinção na natureza, caso medidas de proteção e manejo não sejam intensificadas. Por isso, é necessário um Plano de Recuperação da espécie, que estabelece diretrizes, objetivos e medidas para promover a conservação e recuperação de espécies ameaçadas aquáticas, reconhecendo a possibilidade de uso sustentável da espécie. Entre as medidas de recuperação do Plano está a definição de um limite de captura anual da espécie.
Painel de acompanhamento
O painel disponibilizado pelo MPA apresenta o histórico da produção de pargo registrada entre 2021 e 2026, a partir dos dados obtidos pelos instrumentos oficiais de monitoramento da atividade pesqueira. Acesse aqui o Painel de acompanhamento da pesca do pargo.
O Ministério da Pesca e Aquicultura reafirma seu compromisso com a sustentabilidade dos recursos pesqueiros e com a continuidade da atividade pesqueira. As medidas de ordenamento, monitoramento e controle adotadas integram esse compromisso e buscam assegurar o uso sustentável do recurso, contribuindo para a recuperação do estoque da espécie e para a manutenção da atividade pesqueira em bases sustentáveis ao longo do tempo.
ASCOM
Ministério da Pesca e Aquicultura
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