AGRONEGOCIOS
Mercado do Boi Gordo Começa Março em Alta com Exportações Firmes e Oferta Limitada
AGRONEGOCIOS
Mercado físico do boi gordo sobe em São Paulo
O mercado do boi gordo iniciou o mês de março com valorização nas praças paulistas, sustentado por vendas internas acima do esperado e exportações aquecidas, segundo levantamento da Scot Consultoria. A consultoria aponta que a arroba do boi gordo e da novilha acumula alta média de R$ 2,00/@ neste início de mês.
A oferta restrita de animais prontos para o abate e a cautela nas negociações mantêm o mercado firme. As escalas de abate seguem curtas, com média de seis dias, e negócios continuam sendo fechados acima das referências.
Escalas curtas mantêm preços sustentados no atacado
No mercado atacadista de carne bovina com osso, houve redução nos pedidos de reposição de estoques na última semana de fevereiro, reflexo de um consumo interno mais moderado. Ainda assim, o volume de vendas segue acima das expectativas para o período, mantendo o mercado estável e sustentando as cotações das carcaças casadas.
A firmeza dos preços da arroba repercute diretamente nos valores do atacado, que registraram avanço em todos os cortes avaliados pela consultoria.
Carcaças casadas registram valorização
Os preços das carcaças casadas voltaram a subir, acompanhando o movimento positivo do mercado físico. As variações mais recentes mostram:
- Boi capão: alta de 2,2% (≈ R$ 0,50/kg)
- Boi inteiro: alta de 2,0% (≈ R$ 0,45/kg)
- Vaca: alta de 2,4% (≈ R$ 0,50/kg)
- Novilha: alta de 2,3% (≈ R$ 0,50/kg)
A expectativa é de bom ritmo de vendas nesta semana, o que deve manter as cotações firmes no curto prazo.
Frango e suíno recuam e ampliam competitividade da carne bovina
Enquanto o mercado bovino mostra reação, as proteínas alternativas seguem em movimento de baixa. O preço do frango médio caiu 3,3% (≈ R$ 0,21/kg), enquanto o suíno especial recuou 1,0% (≈ R$ 0,10/kg).
A pressão de oferta e o ritmo mais lento de consumo interno explicam a retração, que acaba favorecendo a competitividade da carne bovina no varejo.
B3 e Cepea mostram estabilidade nos contratos futuros
Na B3, o contrato futuro do boi gordo com vencimento em fevereiro de 2026 (código BGIG26) foi liquidado no final de fevereiro, cotado em R$ 350,57/@. Os indicadores da Cepea e da Scot Consultoria encerraram o mês praticamente alinhados, em R$ 351,36/@ e R$ 351,35/@, respectivamente.
Mesmo com o início de março mostrando preços firmes, o mercado futuro apresenta leve ajuste técnico, refletindo cautela dos agentes diante de uma possível ampliação da oferta ao longo do ano.
Exportações firmes e oferta restrita sustentam o mercado
Analistas do setor destacam que as exportações brasileiras de carne bovina devem seguir em ritmo elevado neste trimestre, com destaque para os embarques à China e aos Estados Unidos. A combinação entre demanda internacional sólida e oferta restrita de animais terminados deve manter a firmeza nas cotações no curto prazo.
Entretanto, o setor monitora atentamente fatores como o custo de produção e possíveis ajustes climáticos que podem influenciar o desempenho das pastagens e, consequentemente, a oferta de gado no segundo semestre.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
AGRONEGOCIOS
Safra da Lagosta 2026: limite de captura, monitoramento e controle
Os Ministérios da Pesca e Aquicultura (MPA) e Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) publicaram a Portaria Interministerial MPA/MMA 56, DE 30 DE ABRIL DE 2026 que estabelece o limite de captura para a pesca da lagosta vermelha (Panulirus argus) e da lagosta verde (Panulirus laevicauda), e as medidas de monitoramento e controle dessa pesca para o ano de 2026 – além de alterar a Portaria nº 221/2021 da Secretaria de Aquicultura e Pesca do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.
Fica estabelecido o limite máximo de 6.192 toneladas para a pesca de ambas as espécies citadas acima, em todo o território nacional no ano de 2025 nas modalidades de permissionamento 5.1, 5.2, 5.3 e 5.4 da Instrução Normativa Interministerial MPA/MMA nº 10/2011.
Atenção: esse limite máximo engloba a soma de captura das duas espécies.
Ainda, o tamanho mínimo para captura da lagosta vermelha é: 13 cm de comprimento da cauda e 7,5 cm de comprimento do cefalotórax, e da lagosta verde: 11 cm de comprimento da cauda e 6,5 cm de comprimento do cefalotórax. As lagostas somente poderão ser armazenadas a bordo, desembarcadas, transportadas e entregues às empresas pesqueiras se estiverem vivas.
Monitoramento
O monitoramento do limite máximo de captura das lagostas será realizado por meio da “Declaração de entrada de lagosta em Empresa Pesqueira”, conforme oAnexo I da portaria.
A empresa pesqueira que adquirir lagosta deverá informar o recebimento da produção, por meio da declaração, em até 3 dias úteis, a contar da data constante na nota de produtor, nota fiscal de primeira venda ou da nota de entrada na empresa.
A declaração de entrada de lagosta deverá ser preenchida e enviada por meio de formulário eletrônico disponível no portal eletrônico oficial do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima no endereço https://lagosta.mma.gov.br.
Durante a temporada de pesca de 2025 para a captura das lagostas, será disponibilizado, no portal eletrônico do Ministério da Pesca e Aquicultura em: Menu principal > Assuntos > Pesca > Principais Recursos Pesqueiros > Lagosta, o painel de acompanhamento das capturas.
A captura será encerrada quando for atingido 95% do limite, com divulgação no portal eletrônico e redes sociais do MPA.
-
AGRONEGOCIOS3 anos atrás
Agrônomo mineiro recebe a Comenda do Mérito Agronômico, a mais alta distinção da categoria
-
MATO GROSSO3 anos atrás
Mar… ia
-
MATO GROSSO3 anos atrás
A solidão humana
-
Gourmet3 anos atrás
Molho Bolonhesa
-
Gourmet2 anos atrás
Brigadeiro
-
Gourmet2 anos atrás
Picolé detox
-
Gourmet2 anos atrás
Molho rosé
-
Gourmet2 anos atrás
Salpicão

