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Ministério da Pesca e Aquicultura participa da Aquishow Brasil 2025 em Uberlândia (MG)

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O Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) marcará presença na Aquishow Brasil 2025, um dos maiores eventos da aquicultura na América Latina, que acontece nos dias 27, 28 e 29 de maio, em Uberlândia (MG).

Durante a programação, o ministro André de Paula visitará a feira, reforçando o compromisso do Governo Federal com o desenvolvimento sustentável do setor aquícola. Representantes do MPA também participarão de dois painéis técnicos no dia 29 de maio, discutindo temas estratégicos para o avanço da aquicultura no país.

Agenda do Ministro da Pesca e Aquicultura, André de Paula

Dia 27/05 (terça-feira)
09h30 – Visita técnica à piscicultura Península Fish
Local: Rodovia MG-030, KM 33, Anexo 16 KM à direita e 4 KM, Zona Rural, Uberlândia-MG

11h00 – Visita à Aquishow Brasil 2025
Local: Castelli Eventos – Av. Lidormira Borges do Nascimento, 6000 – Shopping Park, Uberlândia-MG

Painéis com participação do MPA – 29 de maio:

📌 9h50 às 12h00
Painel: Pacto pelo desenvolvimento da aquicultura em reservatórios do setor elétrico
Participação de representantes do MME, MPA e setor elétrico.

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📌 15h15 às 18h00
Encontro da Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural – CAPADR
Tema: Ordenamento, legalidade e sustentabilidade da aquicultura brasileira
Destaque: Juliana Lopes, diretora do Departamento de Aquicultura em Águas da União (DEAU/MPA), apresentará as “Informações e ações da Rede Nacional de Pesquisa e Monitoramento Ambiental da Aquicultura em Águas da União”.

Serviço:


Aquishow Brasil 2025
27, 28 e 29 de maio
Local: Av. Lidormira Borges do Nascimento, 6000 – Shopping Park, Uberlândia – MG, 38425-270

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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Assistência técnica recupera pastagens e fortalece pequena pecuária

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O acompanhamento técnico gratuito está ajudando 82 pequenos pecuaristas do sudoeste de Mato Grosso a melhorar o manejo do rebanho e aproveitar melhor as áreas já abertas. As propriedades atendidas somam cerca de 31 mil hectares de pastagens, dos quais 5 mil já receberam práticas de intensificação produtiva.

O trabalho está presente em 12 municípios e parte de um diagnóstico de cada propriedade. Técnicos avaliam o solo, o estado das pastagens, a disponibilidade de água, a alimentação do rebanho, o desempenho reprodutivo e a estrutura disponível. Com essas informações, produtor e equipe definem as mudanças prioritárias e os investimentos que cabem no orçamento.

A proposta é produzir mais na mesma área, evitando que o pecuarista precise ampliar a fazenda para aumentar a renda. O caminho pode envolver correção e adubação do solo, divisão de pastos, ajuste da lotação, melhoria da genética, organização da estação de monta e reserva de alimento para a seca.

Essa orientação ganha importância nas pequenas propriedades, onde um investimento feito no momento errado pode comprometer o caixa por vários meses. Em vez de recomendar um pacote igual para todos, o acompanhamento considera o tamanho do rebanho, a capacidade financeira da família e as condições de cada área.

O manejo das pastagens ocupa posição central. Quando o pasto perde capacidade de alimentar os animais, o gado demora mais para ganhar peso, a taxa de lotação diminui e o custo por cabeça aumenta. A recuperação gradual dessas áreas pode elevar a oferta de forragem e reduzir a necessidade de suplementação, sobretudo durante a estiagem.

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A assistência também ajuda o produtor a planejar o uso da água e a alimentação do rebanho ao longo do ano. A definição antecipada de áreas para pastejo, produção de silagem ou formação de reserva reduz o risco de decisões emergenciais na seca, quando os alimentos normalmente ficam mais caros.

Além dos 5 mil hectares com manejo intensificado, as propriedades participantes mantêm mais de 22 mil hectares de vegetação nativa conservada. Os números foram divulgados pelo Programa Produção Sustentável de Bezerros, iniciado em 2019 e atualmente desenvolvido em Mato Grosso e no Pará.

A conservação não aparece separada da atividade econômica. A regularização ambiental, o controle da origem dos animais e a rastreabilidade podem ampliar o acesso dos pecuaristas a crédito e a compradores que exigem comprovação sobre a procedência do gado.

O programa também orienta os produtores na organização de documentos, no planejamento financeiro e na avaliação das linhas de financiamento. O objetivo é evitar que a propriedade aumente a produção sem calcular o custo das mudanças ou assumir dívidas incompatíveis com sua capacidade de pagamento.

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Outra frente é a identificação dos animais desde a fase de cria. A rastreabilidade permite acompanhar o percurso do bezerro e comprovar que ele foi produzido em área regular. Esse controle tornou-se mais relevante com o aumento das exigências ambientais e sanitárias nos mercados compradores de carne bovina.

A iniciativa é conduzida pela Fundação IDH em parceria com a Mars, com atendimento de campo realizado pelo Instituto BioSistêmico (IBS). A orientação produtiva e gerencial é oferecida gratuitamente aos participantes. O programa já alcançou mais de mil pequenos pecuaristas desde sua criação.

Os dados divulgados até agora mostram a extensão atendida e as áreas submetidas a novas práticas, mas não apresentam uma média consolidada do aumento da produtividade ou da renda dos 82 participantes. Esses resultados dependerão do estágio de cada propriedade e do tempo necessário para que as mudanças no solo, nas pastagens e no rebanho apareçam nas contas.

A experiência, no entanto, mostra uma alternativa para melhorar a pecuária de cria sem avançar sobre novas áreas. Ao combinar conhecimento técnico, planejamento e conservação, o pequeno produtor passa a decidir com mais segurança onde investir e como extrair maior retorno da estrutura que já possui.

*Imagem: reprodução/broto.com.br

Fonte: Pensar Agro

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