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Ministro Carlos Fávaro se reúne com ministros da Bolívia para debater oportunidades para produtores rurais nas Rotas da Integração

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Atendendo a pedido de produtores brasileiros e bolivianos, o ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, se reuniu com os ministros bolivianos da Economia, José Gabriel Espinoza, e do Desenvolvimento Produtivo e Economia Plural, Oscar Mario Justiniano, em San Ignacio de Velasco, na fronteira da Bolívia com o Brasil, nesta terça-feira (17) para avançar nos debates em torno do quadrante Rondon das Rotas de Integração Sul-Americana.

Oriundo de uma demanda do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o projeto das Rotas de Integração Sul-Americana é conduzido pelo Ministério do Planejamento e Orçamento com o objetivo de intensificar o relacionamento entre os países da América do Sul e dar mais competitividade aos produtos brasileiros e sulamericanos. Na fronteira com o Brasil, na área de abrangência dos estados de Mato Grosso do Sul, Mato Grosso e Rondônia, a Bolívia integra a rota 3, o chamando quadrante Rondon que se estende até Lima, no Peru.

Com foco nas oportunidades criadas pela rota, o ministro Carlos Fávaro e os ministros bolivianos conversaram com produtores rurais de ambos os países e iniciaram os preparativos para o encontro entre os presidentes Lula e Rodrigo Paz, da Bolívia.

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“O intuito foi avançarmos no protocolo entre o governo brasileiro e boliviano nessa rota de integração”, declarou Fávaro.

O ministro da Economia da Bolívia, José Gabriel Espinoza, afirmou que a integração com o Brasil é estratégica e pode abrir novas etapas de crescimento para a economia boliviana. “Estamos trabalhando uma agenda concreta para fortalecer nosso setor produtivo”, disse.

Durante o encontro também ficou marcada uma nova rodada de conversa entre os ministros para a reunião do Conselho Agropecuário do Sul (CAS) a ser realizada no dia 2 de março, em Brasília.

Informações à imprensa
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Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária

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Varejo lidera migração ao mercado livre de energia em abril de 2026, aponta CCEE

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A migração para o mercado livre de energia segue em ritmo consistente no Brasil. Em abril de 2026, a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) registrou a entrada de 1.213 novos consumidores no ambiente de livre contratação, reforçando o avanço da abertura do setor elétrico no país.

Do total de migrações no período, cerca de 75% foram realizadas por meio de agentes varejistas, modelo que vem ganhando espaço por facilitar o acesso de consumidores ao mercado livre, assumindo a gestão das operações de compra e venda de energia.

Mercado livre de energia já ultrapassa 90 mil consumidores no Brasil

No mercado livre de energia, consumidores têm a possibilidade de escolher seus fornecedores e negociar diretamente condições como preço, prazo de contrato e tipo de fonte energética.

Atualmente, mais de 90 mil empresas e pessoas físicas já participam do ambiente no Brasil, que se consolida como alternativa estratégica para redução de custos e ampliação de práticas sustentáveis no consumo de energia elétrica.

O movimento de expansão ocorre em meio à consolidação da abertura do mercado para consumidores de alta tensão e à expectativa de ampliação gradual para outros perfis de consumo nos próximos anos.

Crescimento do setor entra em fase de estabilização após expansão acelerada

De acordo com a CCEE, após dois anos de forte expansão no número de migrações, o mercado livre passa por um período de acomodação no ritmo de crescimento.

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Apesar disso, o volume de novos consumidores segue em patamar elevado quando comparado à média registrada até 2023, indicando que a adesão ao ambiente continua avançando de forma consistente.

Mercado livre deve alcançar milhões de novos consumidores até 2027 e 2028

A diretora de Operação de Mercado da CCEE, Gerusa Côrtes, destaca que o setor deve entrar em uma nova fase de expansão com a abertura total do mercado prevista para 2027 e 2028.

Segundo a executiva, a expectativa é de que milhões de consumidores passem a ter acesso ao ambiente de contratação livre, o que deve transformar a relação dos brasileiros com o consumo de energia elétrica.

A CCEE afirma que já vem implementando medidas para garantir maior eficiência operacional e preparação para esse novo ciclo de crescimento.

Tecnologia e automação impulsionam modernização do mercado de energia

Para dar suporte à expansão do setor, a CCEE lançou em julho de 2025 um novo modelo de integração de dados entre agentes do mercado, baseado no uso de APIs (Interface de Programação de Aplicações).

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A tecnologia permite substituir processos manuais por conexões automatizadas entre sistemas, tornando as operações mais rápidas, seguras e escaláveis.

A iniciativa também tem como objetivo ampliar a capacidade da Câmara de absorver o crescimento acelerado do mercado livre, garantindo maior confiabilidade e eficiência nos serviços prestados.

Serviços e saneamento lideram adesões no mês de abril

Entre os setores que mais migraram para o mercado livre em abril de 2026, destacam-se serviços e saneamento, seguidos por comércio e indústria de alimentos.

O movimento mostra a ampliação do perfil de consumidores, que vai desde pequenos e médios estabelecimentos comerciais até grandes estruturas como supermercados, hospitais, farmácias e redes hoteleiras.

Sudeste e Nordeste concentram maior número de migrações

A análise regional da CCEE mostra que São Paulo liderou o ranking de migrações no mês, com 290 novas adesões.

Em seguida aparece o Ceará, com 192 migrações, evidenciando a expansão do mercado livre também na região Nordeste. Santa Catarina (96), Minas Gerais (95) e Paraná (70) completam a lista dos estados com maior volume de novas entradas no período.

O avanço em diferentes regiões reforça a interiorização do mercado livre de energia e sua crescente adesão por consumidores de perfis diversos em todo o país.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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