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MPA participa do Pesca e Companhia Trade Show 2026

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O Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) esteve presente no Pesca e Companhia Trade Show 2026, realizada em São Paulo (SP), entre os dias 12 e 14 de março. Este é um dos principais eventos voltados à promoção de negócios, inovação e integração nos setores pesqueiro e aquícola.  

 Durante os dias de evento, a participação do MPA teve como objetivo fortalecer o diálogo institucional, acompanhar as principais tendências do mercado e ampliar as oportunidades de articulação com entidades, governos estaduais, empresas e representantes da pesca esportiva no Brasil.  

 Na pesca amadora e esportiva, o MPA apresentou um conjunto de entregas estruturantes que reforçam o fortalecimento e a organização do segmento no país.  

 Entre os destaques, estão o Plano Nacional da Pesca Amadora e Esportiva, que orienta políticas públicas para o setor; a websérie voltada às boas práticas do pesque e solte; o livro temático que registra e difunde conhecimentos sobre a pesca amadora no Brasil; e o Painel do Pescador Amador e Esportivo, ferramenta estratégica que reúne dados e informações para subsidiar a gestão e a tomada de decisões.   

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 De acordo com a coordenadora-geral de Desenvolvimento da Pesca Industrial, Amadora e Esportiva do MPA, Lariessa Soares, essas iniciativas se somam às ações já consolidadas, evidenciando o compromisso do Ministério com a promoção do turismo de pesca, a geração de renda e o uso sustentável dos recursos pesqueiros. “A participação na Trade Show 2026 reafirma o papel do MPA como agente articulador e indutor de ações que promovam o crescimento estruturado e sustentável da pesca amadora e esportiva no Brasil”, ressaltou.  

 Para Lariessa, a presença no evento também possibilitou o alinhamento com diferentes instituições e a identificação de demandas e oportunidades que contribuem para o aprimoramento das políticas públicas voltadas ao segmento. 

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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Cota de arrasto de praia da tainha é ampliada para 430 toneladas em Santa Catarina

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Foi publicado hoje (11), em edição extra do Diário Oficial da União, a portaria que amplia as cotas da tainha na modalidade de arrasto de praia em Santa Catarina para 430 toneladas. Essas cotas foram ampliadas após um processo de escuta da sociedade, por meio do Grupo de Trabalho de Acompanhamento da Safra, e com base em dados científicos.

Após o relato dos pescadores do estado de que, apesar do peixe ter sido abundante em algumas regiões, em outras a tainha não havia chegado devido às condições oceanográficas, o MPA realizou uma análise comparando a produção de tainha, neste ano, com dados históricos de produção.

Nessa avaliação, observou-se que dos 25 municípios costeiros, apenas três haviam atingido a produção de anos anteriores. Ou seja, os dados mostraram o que a população de Santa Catarina trazia nos relatos: muitos pescadores não conseguiram pescar.

Neste contexto, o Litoral Norte do estado foi o mais prejudicado, sem qualquer registro de produção de pescado em 12 municípios, dos 14 da região neste ano.

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Por conta disso, a partir da média entre as diferenças de produção atuais e dos dados históricos e, além disso, considerando o Rendimento Máximo Sustentável estabelecido na avaliação de estoque, foi estipulado o valor de cota adicional de:

230 toneladas de cotas de captura para o litoral centro norte de Santa Catarina, abrangendo os municípios de Araquari, Balneário Barra do Sul, Balneário Camboriú, Balneário Piçarras, Barra Velha, Bombinhas, Governador Celso Ramos, Itajaí, Itapema, Itapoá, Joinville, Navegantes, Penha, Porto Belo e São Francisco do Sul.

200 toneladas de cotas de captura para o litoral centro norte de Santa Catarina, abrangendo os municípios de Biguaçu, Florianópolis, Palhoça, Paulo Lopes, Garopaba, Imbituba, Laguna, Jaguaruna, Balneário Rincão, Araranguá, Balneário Arroio do Silva, Balneário Gaivota e Passo de Torres.

Essa medida estabelece uma cota compartimentada para a região centro-norte e centro-sul de Santa Catarina, com o objetivo que garantir uma distribuição justa do recurso, com cotas maiores para aqueles que não pescaram, além de cotas para aqueles que ainda não atingiram uma produção suficiente neste ano.

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“Devido às condições climáticas, a tainha não chegou à mesa de muitos catarinenses. O Governo do presidente Lula tem compromisso com a participação social, com a escuta. Por isso, o governo tomou a decisão de ampliar as cotas. Vale reforçar que não se trata de uma medida politica. A nova cota foi baseada em informações técnicas.
Agora, para termos uma pesca sustentável, precisamos da colaboração de todos”, destacou o ministro da Pesca e Aquicultura, Edipo Araujo.

Este ano, a quantidade pescada em algumas regiões foi tão grande que o mercado sentiu os impactos: os preços caíram e houve relatos de desperdício.

Por conta disso é importante a sensibilização dos pescadores e pescadoras para que pesquem com responsabilidade e que aqueles que já capturaram permitam que a safra também seja farta para os outros profissionais.

O Ministério da Pesca e Aquicultura segue trabalhando para garantir a sustentabilidade da pescaria, a justiça social e o respeito a tradição da pesca da tainha no estado.

ASCOM
Ministério da Pesca e Aquicultura

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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