CUIABÁ
Pesquisar
Close this search box.

AGRONEGOCIOS

NOTA DE SOLIDARIEDADE: EMBARCAÇÃO PESQUEIRA “FUNELLI” (RJ)

Publicados

AGRONEGOCIOS

O Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) está acompanhando com preocupação a notícia do desaparecimento da embarcação pesqueira “FUNELLI”, com seis pescadores artesanais, na região de Ponta Negra, em Maricá (RJ), na última sexta-feira (16/01).  

O MPA está à disposição para colaborar integralmente com os órgãos competentes. A embarcação possui registro no Programa Nacional de Rastreamento de Embarcações Pesqueiras (PREPS) por Satélite do MPA, que visa gerar dados sobre a atividade pesqueira através do monitoramento remoto da embarcação de pesca e auxiliar na salvaguarda da vida humana no mar e nas ações de fiscalização. 

Já determinamos o pronto compartilhamento de todas as informações disponíveis nos nossos sistemas, dados cadastrais e elementos que possam contribuir tecnicamente para o apoio às buscas e às apurações. 

Reiteramos nosso reconhecimento ao trabalho da Marinha do Brasil, que coordena as ações de busca e salvamento na área, e reforçamos o compromisso do MPA em manter cooperação permanente, dentro das nossas atribuições, até que se esgotem todos os esforços necessários. 

Leia Também:  Brasil deve colher safra recorde de soja em 2024/25, aponta Agroconsult

Por fim, também fazemos um apelo para que qualquer informação que possa auxiliar as buscas seja comunicada imediatamente aos canais oficiais de emergência marítima e fluvial:  

Disque 185: emergências marítimas e fluviais 

– Disque (21) 2104-6119 e/ou (21) 97515-7895: Comando do 1º Distrito Naval (para outros assuntos, inclusive denúncias) 

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

AGRONEGOCIOS

Fim da escala 6×1 acende alerta no agro para alta de custos e impacto nos alimentos

Publicados

em

Entidades do agronegócio intensificaram nesta semana a mobilização contra a proposta que altera o modelo de jornada de trabalho no país, incluindo o fim da escala 6×1 e a redução da carga semanal de 44 para 40 horas. O setor avalia que os impactos podem ser superiores à média da economia, com reflexos diretos sobre custos, emprego e preço dos alimentos.

Estimativa preliminar do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) indica que a mudança pode elevar os custos entre 7,8% e 8,6% em atividades como agropecuária, construção e comércio — acima da média nacional de 4,7% sobre a massa de rendimentos.

No campo, o posicionamento mais contundente partiu do Sistema Faep, que reúne a Federação da Agricultura do Estado do Paraná, o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural do Paraná (Senar-PR) e sindicatos rurais. A entidade encaminhou ofício a deputados e senadores solicitando a não aprovação da proposta, sob o argumento de que a medida compromete a eficiência produtiva e a competitividade do setor.

Segundo levantamento do Departamento Técnico e Econômico (DTE) do Sistema Faep, a redução da jornada pode gerar impacto de R$ 4,1 bilhões por ano apenas na agropecuária paranaense. A estimativa considera uma base de 645 mil postos de trabalho e uma massa salarial anual de R$ 24,8 bilhões.

Leia Também:  Fim do vazio sanitário marca início da safra e clima de incertezas

O estudo também aponta a necessidade de recomposição de 16,6% da força de trabalho para cobrir o chamado “vácuo operacional”, especialmente em atividades contínuas, como produção de proteínas animais e operações industriais ligadas ao agro.

A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) também levou o tema à sua Comissão Nacional de Relações do Trabalho e Previdência Social. O debate interno reforçou a necessidade de que eventuais mudanças considerem as especificidades do campo, onde a produção segue ciclos biológicos e climáticos, muitas vezes incompatíveis com jornadas rígidas.

No segmento industrial, a Associação Brasileira da Indústria de Alimentos (ABIA) reconheceu a importância da discussão sobre qualidade de vida no trabalho, mas alertou para os efeitos econômicos de alterações abruptas. Em nota, a entidade destacou que pressões de custo ao longo da cadeia produtiva tendem a impactar diretamente o preço final dos alimentos e o acesso da população, sobretudo de menor renda.

Entre os principais pontos de preocupação do setor está a dificuldade operacional de atividades que não podem ser interrompidas. Cadeias como suinocultura, avicultura e produção de etanol exigem funcionamento contínuo, o que demandaria aumento de quadro de funcionários para manter o mesmo nível produtivo.

Leia Também:  Aurora Coop lança primeiro Relatório de Sustentabilidade e reforça compromisso com futuro sustentável

Na prática, isso significa elevação de custos e possível perda de competitividade, tanto no mercado interno quanto nas exportações. Há também o risco de repasse desses custos ao consumidor, pressionando os preços dos alimentos.

Outro fator destacado é a sazonalidade da produção agropecuária. Etapas como plantio, colheita e manejo animal dependem de condições climáticas e janelas operacionais específicas, o que limita a aplicação de modelos padronizados de jornada.

A proposta em discussão no Congresso — a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 221/2019 — ainda está em fase de análise, mas tem mobilizado diferentes setores da economia. No caso do agronegócio, a avaliação predominante é de que mudanças estruturais nas relações de trabalho precisam ser acompanhadas de estudos técnicos aprofundados e regras de transição que evitem desequilíbrios na produção.

O setor defende que o debate avance, mas com base em dados e na realidade operacional do campo, para que eventuais ajustes na legislação não comprometam a oferta de alimentos nem a sustentabilidade econômica das atividades rurais.

Fonte: Pensar Agro

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CUIABÁ

POLÍCIA

POLÍTICA MT

MATO GROSSO

MAIS LIDAS DA SEMANA