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Novo relatório da Emater/RS destaca dados regionalizados da cadeia leiteira no Rio Grande do Sul

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A Emater/RS-Ascar lançou uma nova edição do Relatório Socioeconômico da Cadeia Produtiva do Leite, que apresenta, pela primeira vez, dados regionalizados da produção leiteira no Rio Grande do Sul. A novidade permite uma compreensão mais precisa das particularidades de cada região produtora, facilitando o planejamento estratégico e o desenvolvimento do setor.

“Embora os números estaduais já fossem conhecidos, com destaque para os mais de 4,1 bilhões de litros de leite produzidos anualmente pelos gaúchos, a nova abordagem regional facilita o entendimento das dinâmicas locais e revela as vocações de cada território”, afirmou Darlan Palharini, secretário-executivo do Sindicato da Indústria de Laticínios do RS (Sindilat/RS).

Destaque para as regiões com maior volume de produção

O relatório apresenta o volume de leite produzido por região e seu destino. Segundo o Quadro 16 do documento, a região de Ijuí lidera o fornecimento de leite cru para a industrialização, com 741,9 milhões de litros por ano, seguida por Santa Rosa, com 611,2 milhões de litros/ano, e Passo Fundo, com 577,5 milhões de litros/ano.

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Base para políticas públicas e estratégias industriais

Para Jaime Ries, extensionista rural e assistente técnico estadual da Emater/RS-Ascar, a regionalização dos dados amplia a transparência e a precisão da análise setorial, tornando o relatório uma ferramenta valiosa para políticas públicas, decisões industriais e ações de desenvolvimento regional.

“A expectativa é de que, com esse detalhamento, as decisões se tornem ainda mais eficazes e conectadas às realidades locais”, destacou Ries.

Relatório completo está disponível online

Os novos gráficos e dados regionais coletados pelos escritórios da Emater e pelos Coredes (Conselhos Regionais de Desenvolvimento) estão disponíveis a partir da página 80 do relatório bianual, que pode ser acessado na biblioteca virtual da Emater/RS.

A sexta edição do estudo, que trará os indicadores preliminares de 2025, será oficialmente apresentada durante a Expointer deste ano.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações do agro atingem R$ 29,6 bilhões o primeiro quadrimestre

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As exportações do agronegócio de Minas Gerais alcançaram R$ 29,6 bilhões no primeiro quadrimestre deste ano, consolidando o estado como o terceiro maior exportador do setor no País, com uma fatia de 10,6% de toda a receita cambial da agropecuária nacional.

Entre janeiro e abril, as fazendas e agroindústrias mineiras embarcaram 4,8 milhões de toneladas de produtos. De acordo com o balanço oficial da Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), o resultado reafirma a robustez do campo mineiro e a ampla inserção global do estado, que conseguiu acessar mais de 160 países com uma cesta diversificada de 500 produtos diferentes.

O grande destaque positivo do período ficou com o segmento de carnes, que despontou como o principal vetor de crescimento ao faturar R$ 2,94 bilhões com o envio de 160 mil toneladas ao exterior. O avanço de 8,2% na receita das proteínas foi impulsionado pela valorização da carne bovina no mercado internacional. A expansão das carnes e o desempenho favorável de setores como sementes, algodão, papel, frutas e bebidas comprovam que o estado avança na diversificação de sua pauta, criando defesas contra as oscilações de preços das commodities tradicionais.

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A escala exportadora confere ao estado a liderança isolada em mercados de nicho e produtos de alto valor agregado. O agronegócio mineiro responde atualmente por 71% de todas as exportações brasileiras de café, além de deter 30,5% das vendas externas de produtos apícolas, 20,4% de lácteos, 12,8% de rações para animais e 11,9% de produtos hortícolas, leguminosas e tubérculos. Essa capilaridade garante receita estável ao produtor e mantém o interior do estado dinâmico economicamente.

No mapeamento dos destinos internacionais, a União Europeia manteve a posição de principal parceiro comercial das frentes agrícolas mineiras, absorvendo R$ 8,67 bilhões, o equivalente a 29,6% da pauta total do quadrimestre. Embora o café represente a quase totalidade das compras do bloco, os produtos florestais registraram um salto de 42,8% e os embarques de carnes mais do que dobraram para o mercado europeu.

Já os países do Mercosul movimentaram R$ 418,2 milhões, registrando uma expansão de 10,1% no volume físico importado. A Argentina liderou as compras intrabloco com 63,2% de participação, absorvendo uma cesta diversificada de produtos de consumo como chocolates, lácteos e alimentos processados.

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O balanço do quadrimestre absorveu as acomodações de preços e volumes nas cadeias de maior peso, que registraram faturamentos expressivos apesar das bases comparativas elevadas do ano anterior. O café gerou uma receita de R$ 16,32 bilhões com o embarque de 7,4 milhões de sacas, enquanto o complexo soja garantiu a vice-liderança da pauta com R$ 5,81 bilhões injetados na economia mineira a partir do comércio de 2,71 milhões de toneladas. O complexo sucroalcooleiro complementou a receita externa do estado com R$ 1,37 bilhão faturados no período, consolidando o agronegócio como o principal motor produtivo do estado no comércio global.

Fonte: Pensar Agro

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