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Nutrição animal personalizada se torna estratégia essencial para aumentar a rentabilidade das granjas
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A personalização das dietas para diferentes espécies, fases de vida e ambientes produtivos deixou de ser apenas um conceito distante para se tornar uma prática cada vez mais adotada na produção animal no Brasil. Esse movimento é impulsionado tanto pelos avanços técnicos quanto pela busca por maior eficiência produtiva.
De acordo com Juliana Arrais, gerente de Serviços Técnicos da Kemin, o ponto de partida para a personalização está no entendimento completo do ecossistema de cada cliente. Isso inclui avaliar a disponibilidade e a qualidade das matérias-primas, o clima da região, o modelo de integração da produção, além dos desafios específicos como a presença de micotoxinas. Também são considerados os objetivos do produtor, seja ele buscar um animal mais pesado, reduzir custos ou melhorar a conversão alimentar.
Com base nessas informações, é possível ajustar níveis nutricionais, escolher aditivos adequados, definir a origem e a proporção das farinhas usadas e até adaptar as formulações conforme as exigências dos mercados de exportação atendidos pelo produtor.
Juliana destaca que é fundamental uma escuta ativa para entender os desafios locais de cada produtor. “Não adianta aplicar a mesma solução para um cliente do Sul e outro do Norte do país. A adaptação das soluções de forma assertiva é o que garante resultados reais,” reforça.
Os resultados obtidos por clientes da Kemin que adotam essa abordagem personalizada têm sido expressivos. Cooperativas, integradoras e sistemas independentes relatam ganhos importantes em desempenho e lucratividade, como melhor conversão alimentar e redução de custos operacionais.
Além disso, a empresa oferece um diferencial importante: o intercâmbio de conhecimento técnico entre diferentes regiões do mundo, incluindo América do Norte, Europa, Ásia e América do Sul. Esse compartilhamento permite antecipar problemas, personalizar o uso dos produtos e oferecer um atendimento mais eficaz e sustentável.
Em resumo, ao alinhar as dietas às condições específicas de cada sistema produtivo, a nutrição personalizada se consolida como um elemento fundamental para aumentar a competitividade e a rentabilidade na produção animal, transformando conhecimento técnico em resultados concretos no campo.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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Rumo entrega primeira fase da Ferrovia de Mato Grosso e amplia corredor logístico do agronegócio até o Porto de Santos
A Rumo Logística realizou no último sábado (20/6) a entrega da primeira fase da Ferrovia de Mato Grosso (FMT), marco considerado estratégico para a infraestrutura de transportes do país. A cerimônia marcou o início da operação dos primeiros 162 quilômetros de trilhos e a entrada em funcionamento do novo terminal rodoferroviário da BR-070, em Dom Aquino (MT), ampliando a conexão entre o principal polo produtor de grãos do Brasil e o Porto de Santos (SP).
O evento contou com a presença do vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, além de autoridades federais, estaduais e representantes do setor produtivo.
Investimento supera R$ 5 bilhões na primeira etapa
Nesta fase inicial, a Rumo investiu mais de R$ 5 bilhões na implantação da ferrovia, que liga o Terminal de Rondonópolis ao novo terminal de Dom Aquino. O empreendimento é considerado um dos maiores projetos ferroviários em execução no país e reforça a estratégia de expansão da malha logística no Centro-Oeste.
O novo terminal foi projetado para movimentar até 10 milhões de toneladas de grãos por ano, aproximando os trilhos das áreas de produção e aumentando a eficiência no escoamento da safra agrícola.
Autoridades destacam impacto logístico e ambiental
Durante a cerimônia, o vice-presidente Geraldo Alckmin ressaltou a importância da ferrovia para a redução de custos logísticos e para o fortalecimento da competitividade do agronegócio brasileiro.
Segundo ele, a ampliação da malha ferroviária contribui também para ganhos ambientais, ao reduzir emissões de carbono, acidentes rodoviários e melhorar a eficiência do transporte de cargas.
O governador de Mato Grosso, Otaviano Pivetta, destacou que o projeto representa um avanço histórico para o estado, reforçando a competitividade do maior produtor de grãos do país.
Rumo destaca estratégia de longo prazo em infraestrutura
O CEO da Rumo, Pedro Palma, afirmou que a Ferrovia de Mato Grosso foi planejada para acompanhar o crescimento produtivo da região e garantir capacidade logística para as próximas décadas.
Segundo ele, a entrega da primeira fase reforça a estratégia da companhia de investir em infraestrutura de alta eficiência, com foco em previsibilidade, redução de custos e suporte ao aumento da produção agrícola brasileira.
Ferrovia de Mato Grosso integra novo modelo de expansão no país
A Ferrovia de Mato Grosso (FMT), oficialmente denominada Ferrovia Estadual Senador Vicente Emílio Vuolo, integra o Novo PAC e se destaca como o primeiro projeto ferroviário do Brasil estruturado sob o modelo de autorização estadual com investimento privado.
Quando concluída, a ferrovia terá mais de 700 quilômetros de extensão, conectando 16 municípios entre Rondonópolis e Lucas do Rio Verde, além de um ramal até Cuiabá, ampliando a integração logística do estado.
Terminal da BR-070 reforça capacidade de armazenagem e operação
A primeira fase inclui ainda o novo terminal rodoferroviário da BR-070, instalado em uma área de 200 hectares em Dom Aquino (MT).
O complexo conta com capacidade para descarregar até 35 caminhões por hora e carregar até 16 vagões por hora. A estrutura também permite o armazenamento de até 42 mil toneladas de grãos, além de estacionamento para até 250 caminhões e área de apoio aos motoristas.
Com a operação inicial da ferrovia e do terminal, o projeto avança como um dos principais vetores de modernização logística do agronegócio brasileiro, especialmente no escoamento da produção de grãos do Centro-Oeste.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio


