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Ourofino Agrociência lança Dotte®, novo fungicida premium para combater ferrugem-asiática na soja

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Aposta estratégica no mercado de fungicidas

A Ourofino Agrociência reforça sua presença no setor de proteção de cultivos com o lançamento do Dotte®, fungicida premium voltado inicialmente para o combate à ferrugem-asiática e às manchas foliares na soja. O lançamento está alinhado à estratégia da empresa de desenvolver soluções adaptadas à agricultura tropical brasileira, mirando também futuras aplicações em outras culturas, como trigo, milho e algodão.

Mercado global impulsiona inovação

Segundo dados da Custom Market Insights, o mercado global de fungicidas deve movimentar US$ 41,9 bilhões até 2032, com crescimento anual estimado em 7%. Esse cenário tem incentivado empresas a investir em produtos inovadores e de alta performance.

A Ourofino Agrociência, que completa 15 anos de atuação em agosto, aproveita esse momento para apresentar uma solução moderna e eficiente para os desafios enfrentados por produtores brasileiros.

Tecnologia e eficácia no campo

O Dotte® foi desenvolvido pela área de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) da empresa e possui uma formulação exclusiva.

Entre os diferenciais do produto, destacam-se:

  • Alta adesividade, que garante maior permanência do produto nas folhas, reduzindo perdas causadas pela chuva;
  • Absorção gradual, que promove seletividade e melhora o desempenho agronômico;
  • Fotoproteção, que evita a degradação dos ativos pela ação dos raios UV;
  • Ação sistêmica, permitindo o controle eficaz de doenças em diferentes partes da planta.
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Benefícios comprovados na cultura da soja

Na cultura da soja, o Dotte® atua de forma eficaz na redução da severidade das doenças, contribuindo para o aumento da produtividade. O produto é indicado para aplicação na fase reprodutiva da lavoura, momento estratégico para garantir resultados mais consistentes.

Além disso, sua ação prolongada mesmo em condições climáticas adversas torna o fungicida uma ferramenta importante para o manejo integrado de doenças.

Compromisso com a sustentabilidade e o desempenho agronômico

Para o gerente de produtos da Ourofino Agrociência, Kaiê Miranda, o Dotte® é um marco para a empresa. “Sua absorção gradual e baixa degradação são diferenciais que preservam a ação do fungicida por mais tempo, minimizando perdas e maximizando o desempenho agronômico”, afirma.

O lançamento também reflete o compromisso da empresa com a sustentabilidade no campo, oferecendo soluções tecnológicas que respeitam as características do solo e do clima brasileiros.

Expansão do uso para outras culturas

Inicialmente registrado para a soja, o Dotte® faz parte do plano da Ourofino de fortalecer seu portfólio com produtos de alta performance. A expectativa é de que, no futuro, o fungicida também receba aprovação para uso em outras culturas, como o trigo, ampliando sua atuação e contribuindo para uma agricultura mais eficiente e produtiva.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Corrida global por terras raras leva Senado a discutir estratégia para minerais críticos

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O avanço da disputa internacional por minerais críticos e terras raras mobilizou a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), que participou nesta semana de um debate no Senado sobre os caminhos para ampliar a presença do Brasil nas etapas de maior valor agregado da cadeia mineral.

A discussão ocorre em um cenário de crescente competição global por recursos considerados estratégicos para a produção de baterias, veículos elétricos, equipamentos eletrônicos, inteligência artificial, sistemas de defesa e geração de energia renovável. Nos últimos anos, Estados Unidos, China e União Europeia intensificaram políticas voltadas à segurança das cadeias de suprimentos e à redução da dependência externa desses insumos.

O Brasil aparece nesse cenário como um dos países com maior potencial geológico do mundo. Além de reservas de nióbio, grafita e lítio, o país possui importantes ocorrências de terras raras, grupo de minerais utilizados em equipamentos de alta tecnologia e considerados estratégicos pelas principais economias globais.

Durante audiência pública realizada pela Comissão de Relações Exteriores do Senado, integrantes da FPA defenderam a construção de uma política nacional voltada não apenas à extração mineral, mas também ao processamento industrial e à agregação de valor dentro do país. A avaliação apresentada durante o debate é que o Brasil corre o risco de repetir o modelo histórico de exportação de matéria-prima caso não avance em tecnologia, industrialização e segurança jurídica.

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INTERESSE MUNDIAL – Para o presidente do Instituto do Agronegócio, engenheiro agrônomo Isan Rezende, os minerais críticos e as terras raras deixaram de ser apenas uma questão mineral para se tornarem um tema de soberania econômica.

“O mundo vive uma corrida por recursos essenciais para a produção de baterias, semicondutores, inteligência artificial, sistemas de defesa e transição energética. O Brasil possui algumas das maiores reservas do planeta e precisa decidir se continuará exportando matéria-prima ou se avançará para ocupar posições mais estratégicas nessa cadeia.”

“O que preocupa é que as principais economias do mundo estão adotando políticas cada vez mais agressivas para garantir acesso a esses minerais. Os Estados Unidos ampliam sua pressão por acordos de fornecimento, a China mantém forte controle sobre etapas de processamento e diversos países passaram a restringir exportações para proteger suas próprias indústrias. O Brasil não pode assistir a esse movimento apenas como fornecedor de recursos naturais. É necessário construir uma política nacional que estimule pesquisa, industrialização, inovação e geração de valor dentro do país.”

“A discussão conduzida pela Frente Parlamentar da Agropecuária vai além da mineração. Estamos falando de desenvolvimento regional, atração de investimentos, geração de empregos qualificados e fortalecimento da competitividade brasileira. O país reúne reservas minerais, conhecimento técnico e capacidade produtiva para se tornar um protagonista global nesse mercado. Mas isso exige segurança jurídica, previsibilidade regulatória e uma estratégia de longo prazo que transforme riqueza geológica em riqueza econômica para os brasileiros.”

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Os Estados Unidos ampliaram programas de incentivo à produção doméstica e à diversificação de fornecedores, enquanto a China mantém posição dominante em etapas estratégicas do processamento de terras raras. Outros países produtores também passaram a restringir exportações de matérias-primas para estimular investimentos industriais locais.

No Senado, a discussão abordou ainda o Projeto de Lei 4.443/2025, que cria a Política Nacional de Minerais Críticos e Estratégicos. A proposta busca estabelecer diretrizes para pesquisa, exploração, industrialização e atração de investimentos para o setor.

Entre os pontos destacados pelos participantes estão a necessidade de ampliar o conhecimento geológico do território brasileiro, fortalecer a pesquisa científica, estimular o desenvolvimento tecnológico e criar um ambiente regulatório capaz de atrair investimentos de longo prazo.

Para a FPA, o debate ultrapassa a questão mineral e passa a integrar uma agenda estratégica relacionada à competitividade da economia brasileira, à segurança das cadeias produtivas e ao posicionamento do país em um mercado que deve ganhar relevância crescente nas próximas décadas.

Fonte: Pensar Agro

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